segunda-feira, 3 de agosto de 2026

[Semana Mundial da Amamentação] O que ajuda uma mãe a amamentar com mais segurança?

[Semana Mundial da Amamentação] O que ajuda uma mãe a amamentar com mais segurança? Com meta da OMS de chegar a 70% de amamentação exclusiva até 2030, especialistas destacam que rede de apoio, assistência profissional e cuidados no pós-parto são determinantes para o sucesso do aleitamento Nas primeiras semanas após o parto, a amamentação costuma se impor como um teste contínuo de adaptação. Entre mamadas frequentes, dor, cansaço acumulado e dúvidas sobre a quantidade de leite, muitas mulheres atravessam um período em que a teoria do “processo natural” encontra a complexidade da prática diária sem pausa para recuperação. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece como meta global alcançar 70% de amamentação exclusiva até 2030 entre crianças de até seis meses de vida. O dado se conecta a evidências consolidadas do próprio organismo: a amamentação reduz em 13% a mortalidade por causas evitáveis em crianças menores de cinco anos e diminui incidência de diarreia, infecções respiratórias, hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade ao longo da vida. Contudo, a continuidade do aleitamento depende de um conjunto de condições que extrapolam a decisão individual da mãe. Fatores como dor, fadiga acumulada, insegurança na técnica e ausência de suporte prático influenciam diretamente a duração da amamentação, especialmente no início do puerpério. Nesse cenário, a assistência profissional voltada ao pós-parto tem tido cada vez mais destaque como recurso de cuidado materno. Jéssica Ramalho, CEO da Acuidar, maior rede de cuidadores especializados da América Latina, afirma que a demanda por apoio nesse período cresceu junto com a percepção de que o cuidado não deve se restringir ao bebê. “Temos recebido cada vez mais famílias que entendem que a amamentação não depende apenas da mãe, mas do ambiente em que ela está inserida. Quando existe sobrecarga, falta de descanso e ausência de orientação prática, esse processo se torna mais difícil. O cuidador entra justamente para reorganizar esse cotidiano e permitir que essa mulher tenha condições reais de recuperação”, afirma. Segundo Jéssica, o papel do cuidador no puerpério se amplia para além do suporte ao recém-nascido. A atuação envolve organização da rotina, auxílio em tarefas domésticas ligadas ao bebê, orientação prática no dia a dia e apoio à mãe em atividades básicas de recuperação física e descanso. “O cuidador não substitui a família e não interfere na relação mãe e bebê. Ele sustenta o ambiente para que essa relação aconteça com mais equilíbrio. Isso inclui ajudar na logística da casa, observar sinais de exaustão, apoiar na organização dos horários e contribuir para que a mãe consiga descansar e se alimentar adequadamente”, esclarece. Na prática, sinais de que a amamentação pode estar sob pressão aparecem de forma progressiva. Dor persistente durante as mamadas, intervalos muito curtos sem recuperação de sono, insegurança constante sobre saciedade do bebê, sensação de esgotamento contínuo e dificuldade de adaptação da rotina familiar indicam que o processo precisa de reorganização do suporte ao redor da mãe. A rede de apoio atua como variável determinante nesse contexto. Quando ativa, reduz a carga de tarefas não relacionadas diretamente à amamentação, permite pausas de descanso mais consistentes e diminui a sobrecarga mental associada ao cuidado integral do recém-nascido. Esse ajuste cotidiano interfere diretamente na manutenção do aleitamento. Sobre a Acuidar: Fundada em 2016 pelo médico Vitor Hugo de Oliveira e pela fisioterapeuta Jéssica Soares Ramalho, a rede oferece serviços no domicílio do cliente ou durante acompanhamento hospitalar, com opções de diárias avulsas e planos mensais. A marca entrou para o mercado de franquias em 2020, contando hoje com mais de 350 unidades inauguradas. O investimento inicial total é a partir de R$ 68.100,00 (já com a taxa de franquia), o faturamento médio mensal varia entre R$ 40 mil a R$ 170 mil e o prazo de retorno é de 9 a 14 meses. Saiba mais em: https://www.acuidarbr.com.br/ Lucky Assessoria de Comunicação

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