quinta-feira, 16 de julho de 2026

5 locais que oferecem vista inspiradora em Goiânia Para contemplar e descontrair, a vista do alto de Goiânia impressiona. Saiba também como garantir que a vista de seu próximo apê será realmente livre ou definitiva Detentora do título de Cidade Arborizada do Mundo, concedido pela Organização das Nações Unidas (ONU) e a classificada como a segunda capital mais arborizada do Brasil, pelo Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Goiânia não deixa a desejar quando o assunto é urbanização e áreas verdes. A capital goiana, possui mais de 1 milhão de árvores e 32 bosques e parques além de prédios considerados os mais altos e inovadores do Centro-Oeste e do Brasil: um convite à contemplação e ao desfrute de vistas inspiradoras. Para morar, a vista exclusiva e definitiva de belas paisagens se tornou item desejo dos adquirentes de imóveis, seja para morar ou trabalhar. Para os amantes da natureza e da beleza urbana, na hora de escolher um imóvel que ofereça essas características é bom se certificar de que o projeto vai poder oferecer a desejada vista a longo prazo ou de forma definitiva. O especialista imobiliário Henrique Campelo, gerente comercial e de marketing da Euro Incorporações, explica que existe muita confusão no mercado imobiliário quando se trata de vista livre e vista definitiva, o que algumas vezes pode frustrar o futuro morador. Isso acontece porque a paisagem urbana pode mudar e se a região em que o prédio está sendo construído for liberada para mais construções de prédios verticais a vista ao redor pode ser prejudicada. Henrique Campelo orienta que o interessado em desfrutar de uma vista livre e definitiva do alto de seu imóvel deve sempre se certificar de que a área ao redor é de preservação permanente ou não, pois estas áreas têm limite de construções, mesmo se houver mudança do Plano Diretor. Assim, não teria o risco de a paisagem mudar após a aquisição de um imóvel. Consultar um bom corretor de imóveis, arquiteto ou especialista imobiliário para te ajudar a entender melhor as diretrizes do Plano Diretor para a região, também é importante. “Existem áreas em Goiânia que não tem mais terrenos disponíveis para construção, mas demolições são permitidas, então podem surgir novos prédios altos sim. Porém, existem outras áreas que não têm mais gabarito para isso, ou seja, não oferecem terrenos que se encaixem no perfil para construção de prédios e o Plano Diretor também já estabeleceu limitação. Nestas áreas, como acontece no Universitário e Parque Lozandes, os prédios já existentes devem manter suas vistas livres de forma definitiva”, explica ele. Se você é um destes amantes de uma boa vista, seja para contemplar ou para investir, conheça cinco locais que oferecem vista inspiradora em Goiânia:
1 - Órion Considerado o prédio comercial mais alto do Centro-Oeste e o quinto mais alto no país, segundo certificação do Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (CTBUH), Órion Business & Health Complex possui 50 andares e 191,5 metros de altura. Localizado no setor Marista, o Órion é um dos complexos imobiliários mais valorizados da capital, além de ostentar uma das mais concorridas vistas da cidade. Do seu alto é possível ter uma vista de quase toda a cidade, incluindo a beleza do Parque Vaca Brava e outros equipamentos urbanos. À noite, a vista do rooftop é um show à parte. O moderno complexo imobiliário é composto por uma torre dedicada a clínicas e consultórios, outra voltada para negócios, um shopping e um hotel com centro de convenções; além de um hospital de alta complexidade.
2 - Kingdom Park Residence Edificado em 180,71 metros de altura, o Kingdom Park Residence é o residencial mais alto do Centro-Oeste e proporciona aos moradores uma vista 360 graus da cidade. Situado no Setor Nova Suíça, próximo ao Parque Vaca Brava, ele também se destaca pela imponência de sua fachada espelhada e inspirada em empreendimentos de alto padrão encontrados em cidades como Dubai nos Emirados Árabes, Sydney na Austrália, e Nova Iorque. Inovador, o prédio possui energia eólica, elevadores de alta velocidade com ar condicionado, tomada para recarga de carros elétricos, entre outros diferenciais. Com obras concluídas em 2019, o prédio de alto luxo, conta com apartamentos tipo com 482,76 metros quadrados.
3 - El Retiro O Residencial Parque El Retiro, em construção no complexo Europark, no Parque Lozandes, reúne características muito valorizadas pelo público: vista livre, definitiva e a privacidade a longo prazo. Com torre única de 35 andares, o projeto está instalado na penúltima área de verticalização possível da região, cercada por condomínios horizontais de alto padrão e áreas de preservação permanente, como o Parque do Cerrado, onde cerca de 10 mil mudas de espécies nativas do bioma já foram plantadas. A paisagem que o futuro morador enxerga hoje é a mesma que continuará a enxergar daqui a décadas. As unidades de 164m² têm vista frontal e definitiva para esse parque. Já as unidades de 143m², orientadas para o nascente, entregam vista permanente para o condomínio Alphaville. Além disso, o projeto oferece três vagas de garagem e dois escaninhos como padrão, uma combinação sem paralelo no mercado para a metragem. O empreendimento integra o complexo EuroPark, que abriga um parque privativo de 7 mil metros quadrados, o equivalente ao campo do Estádio Serra Dourada, dedicado exclusivamente à contemplação e convivência dos moradores.
4 - Bauhaus O Bauhaus é apresentado pela construtora responsável como uma homenagem à cidade de Goiânia, um tributo à arquitetura moderna brasileira, com volumes que desafiam a simetria e integram-se harmoniosamente ao ambiente. Situado na Avenida T-3, com Avenida T-10, no Setor Bueno, o prédio ocupa localização privilegiada e oferece vista infinita e definitiva debruçada sobre o Lago do Parque Vaca Brava. De um ponto de vista exclusivo e luxuoso, com apartamentos de 350 a 740m² com piscina na varanda, os moradores e visitantes poderão desfrutar de uma das mais belas vistas da cidade, com ventilação e iluminação natural.
5 - City Park As imediações do Parque Vaca Brava em Goiânia concentram grandes e luxuosos projetos que oferecem vistas de impressionante beleza. Mas alguns pontos estratégicos, garantem mais exclusividade, como é o caso do projeto do City Park. O complexo, que está em construção, une uma tríade de torres com 196 metros de altura que quando prontas serão as mais altas da cidade. Localizado em frente ao Parque Vaca Brava, o projeto se destaca por suas torres imponentes, com um apartamento por andar, de 280m². O residencial oferece uma vista permanente para o Parque Vaca Brava, um dos maiores cartões postais da cidade, com sol da manhã. COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

Lucid assina narrativa habitável do Le Blu Consciente

Lucid assina narrativa habitável do Le Blu Consciente A Lucid desenvolveu a campanha do Blu Consciente, lançamento da Consciente Construtora no Setor Marista, com base em seu método próprio, pioneiro no Centro-Oeste, batizado como arquitetura da comunicação. A metodologia desloca a atuação da equipe de publicitários da etapa final da criação da campanha para o início do ciclo de incorporação imobiliária. O conceito, inspirado na Riviera Francesa, é resultado de um alinhamento profundo entre a arquitetura e a comunicação. A equipe acompanhou o desenvolvimento do projeto desde a fase da escolha do terreno, passando pelas etapas de leitura de mercado, estudo de viabilidade financeira, definição de produto, alinhamento com arquitetura, paisagismo, interiores e comercial. O escritório possui 10 anos de história e já assinou campanhas em 14 estados brasileiros e no Distrito Federal. O foco de atuação são incorporadoras, construtoras e urbanistas para criar marcas, campanhas e narrativas que dão identidade a empreendimentos e criam legados urbanos.
Guilherme Eugênio e Eclesiastes Júnior participaram do meeting de apresentação ao mercado imobiliário do Le Blu Consciente,, promovido por Camila Inácio COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

Contrato de gaveta ainda coloca compradores de imóveis em risco

Contrato de gaveta ainda coloca compradores de imóveis em risco
Sem escritura pública e registro em cartório, negociação não transfere a propriedade do imóvel e pode resultar em prejuízos financeiros e disputas judiciais, alerta o tabelião Bruno Quintiliano A busca por economia ou a tentativa de agilizar uma negociação ainda leva muitos brasileiros a recorrerem ao chamado “contrato de gaveta” na compra e venda de imóveis. Apesar de parecer uma solução simples, esse tipo de acordo particular não garante a transferência da propriedade e pode expor o comprador a uma série de problemas jurídicos e financeiros, como penhoras, disputas judiciais e até a perda do bem. O alerta é do tabelião Bruno Quintiliano, conselheiro da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de Goiás (Arpen-GO), vice-presidente da Arpen Brasil e presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado de Goiás (Anoreg/GO). Segundo ele, a principal falha desse tipo de negociação é a falsa sensação de segurança que o documento transmite. “O contrato de gaveta pode demonstrar que houve um acordo entre comprador e vendedor, mas ele não tem o poder de transferir a propriedade do imóvel. Pela legislação brasileira, a propriedade somente passa para o comprador após o registro do título na matrícula do imóvel. Enquanto isso não acontece, o imóvel continua pertencendo, perante a lei, ao proprietário que consta no registro”, explica. Para o especialista, muitas pessoas só descobrem os riscos quando enfrentam algum problema, momento em que a regularização se torna mais complexa e, muitas vezes, mais cara. Por que o contrato de gaveta representa um risco? Ao contrário do que muitos imaginam, a assinatura de um contrato particular não torna o comprador proprietário do imóvel. Sem a escritura pública, quando exigida por lei e, principalmente, sem o registro no Cartório de Registro de Imóveis, a negociação não produz os efeitos necessários para a transferência da propriedade. Isso significa que, legalmente, o imóvel continua vinculado ao vendedor e pode sofrer consequências relacionadas à situação jurídica dele. “Se o proprietário que ainda consta na matrícula contrair dívidas, o imóvel pode ser penhorado. Se ele falecer, o bem poderá integrar o inventário. Também podem surgir dificuldades caso haja divórcio, bloqueios judiciais ou qualquer outra situação que envolva o patrimônio dessa pessoa. Quem comprou por contrato de gaveta poderá enfrentar um longo caminho para comprovar seus direitos”, afirma Quintiliano. Segurança jurídica para ambas as partes Além de proteger o comprador, a formalização da compra e venda também oferece garantias ao vendedor, tornando a negociação transparente e reduzindo significativamente a possibilidade de litígios futuros.
Bruno Quintiliano De acordo com o especialista, a escritura pública confere autenticidade ao negócio, enquanto o registro na matrícula garante publicidade e segurança jurídica. “Não basta assinar um contrato. O registro é o ato que efetivamente transfere a propriedade. É por isso que existe a expressão conhecida no Direito: quem não registra, não é dono. A matrícula do imóvel é o documento que revela toda a história jurídica daquele bem e é nela que a transferência precisa ser formalizada”, destaca. Economia que pode virar prejuízo Muitas pessoas optam pelo contrato de gaveta para evitar custos relacionados à escritura e ao registro, mas essa economia inicial pode resultar em prejuízos muito maiores no futuro. A ausência da regularização pode dificultar a obtenção de financiamento, impedir a venda do imóvel para terceiros, gerar problemas em inventários e sucessões, além de aumentar os custos com processos judiciais para tentar regularizar uma situação que poderia ter sido resolvida de forma simples desde o início. “O investimento na regularização representa tranquilidade para toda a vida. Quando a documentação é feita corretamente, comprador e vendedor têm a certeza de que o negócio está protegido pela legislação e dificilmente enfrentarão questionamentos no futuro”, ressalta. Como fazer a compra de forma segura Para garantir que a transferência do imóvel ocorra de forma legal, segura e definitiva, a orientação é seguir todas as etapas previstas na legislação. O procedimento inclui a elaboração da escritura pública de compra e venda, nos casos em que ela é obrigatória, seguida do registro desse título na matrícula do imóvel junto ao Cartório de Registro de Imóveis. “É esse registro que torna o comprador, de fato, proprietário do imóvel perante a lei. Mais do que uma formalidade, trata-se da principal garantia de proteção patrimonial. Quem pretende investir em um imóvel deve enxergar a documentação como parte essencial da aquisição, e não como um custo dispensável”, conclui Bruno Quintiliano. Johny Cândido Assessor de imprensa - Jornalista Registro Profissional nº GO 02807

Varejo se transforma em projeto de vida para empreendedores em Goiás

Varejo se transforma em projeto de vida para empreendedores em Goiás Comércio goiano cresceu 3% em abril; em Rubiataba, ex-gerente bancária trocou carreira de 16 anos pelo setor de materiais de construção O comércio varejista goiano cresceu 3% em abril de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano passado, desempenho superior à média nacional, de 1%. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o avanço no estado chegou a 4,3%, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio. No varejo ampliado, que inclui veículos, materiais de construção e atacado especializado, Goiás registrou alta de 13%, o maior crescimento entre as unidades da Federação. Somente o segmento de materiais de construção avançou 4,1% no período. Os números ajudam a dimensionar a importância de um setor formado também por profissionais que chegaram ao comércio depois de construir carreiras em outras áreas. No Dia do Comerciante, celebrado nesta quinta-feira, 16 de julho, essas trajetórias mostram que trabalhar com vendas e administrar um estabelecimento pode deixar de ser uma oportunidade circunstancial para se transformar em um projeto profissional. Em Rubiataba, no interior de Goiás, Aline Andrielle da Silva Marra trocou uma carreira de mais de 16 anos no setor bancário pelo comércio de materiais de construção. Ela chegou ao cargo de gerente-geral do Bradesco, mas, em 2021, decidiu adquirir a Rede da Construção Construmaco. “A minha carreira começou no setor bancário. Trabalhei vários anos no Bradesco e cheguei ao cargo de gerente-geral. Em 2021, surgiu a oportunidade de adquirir a loja. Foi uma decisão muito importante, porque significava mudar completamente de segmento e assumir o desafio do empreendedorismo”, conta. Da agência bancária à loja A experiência com atendimento, vendas e relacionamento com clientes facilitou parte da transição, mas Aline não conhecia a rotina de uma loja de materiais de construção. Ao assumir o negócio, passou a responder pela administração, pela equipe, pelos fornecedores e pelas decisões estratégicas. “Eu não tinha nenhuma experiência no comércio. Passei a ser responsável por todas as áreas e pelas decisões estratégicas. Além disso, é um ramo mais masculino e, para uma mulher, isso também representou um desafio. Eu precisei aprender, buscar conhecimento e me adaptar para atender melhor o cliente”, afirma. Segundo a empresária, o conhecimento técnico é uma exigência diária no setor. Além das características de cada produto, vendedores e gestores precisam conhecer os diferentes nomes utilizados por pedreiros, mestres de obras e consumidores.“Eu precisei ler, conversar com os fornecedores e buscar conhecimento, porque o cliente precisa confiar em você”, diz. Embora os dois ambientes profissionais sejam diferentes, Aline encontrou uma semelhança entre a atividade bancária e o comércio de materiais de construção, que é o contato com pessoas que estão se preparando para concretizar projetos pessoais. “No banco, a gente trabalhava com os sonhos das pessoas, como comprar o primeiro carro ou trocar de veículo. No ramo de materiais de construção é do mesmo jeito. Quem não tem o sonho de ter uma casa própria, de ter o seu cantinho?”, observa. A Construmaco atua há cerca de 25 anos em Rubiataba e foi adquirida por Aline em 2021. Na época, o estabelecimento ocupava um imóvel de aproximadamente 100 metros quadrados e tinha seis funcionários. Cinco anos depois, a equipe conta com 16 trabalhadores, enquanto a empresa prepara a mudança para uma sede própria com mais de 400 metros quadrados. A previsão é que o novo espaço seja inaugurado em outubro. Para a empresária, o crescimento do negócio e a geração de empregos foram decisivos para que a mudança de carreira se consolidasse. “O que me motivou foi ver a loja crescer, gerar oportunidades e empregos e construir uma relação de confiança com os clientes. Empreender exige muita coragem e dedicação. Existem desafios todos os dias, inclusive relacionados à mão de obra, mas precisamos olhar para o lado positivo e para as famílias que dependem da loja”, destaca. Mesmo concentrada nas funções administrativas, a empresária afirma que continua participando do atendimento.“A partir do momento que a gente mexe com o sonho das pessoas, participa de todas as etapas da vida dos clientes. Eles compram a primeira casa, depois se casam, têm filhos e voltam à loja. Eu gosto de ajudar, conversar e atender. Mesmo estando na área gerencial, não deixo de ter esse contato com o cliente”, conclui. Das bicicletas aos materiais de construção Em Aparecida de Goiânia, Sinailton Mendes, proprietário da Comercial São José, que integra a Rede da Construção, também construiu uma nova trajetória profissional no comércio de materiais de construção. Antes de adquirir a loja, há 13 anos, ele passou grande parte da vida trabalhando no ramo de bicicletas. “Eu venho do comércio, e a minha primeira profissão foi a de mecânico de bicicletas. Aprendi com meu pai, e toquei um comércio por 25 anos”, conta. A oportunidade de mudar de segmento surgiu quando um amigo decidiu vender a loja de materiais de construção. Sinailton já conhecia o estabelecimento e, apesar de considerar a aquisição distante de sua realidade financeira naquele momento, decidiu apresentar uma proposta. “Essa loja era de um amigo meu e a gente sempre pedalava junto. Ele tinha o desejo de vender e eu pensava: ‘Nossa, se eu tivesse dinheiro, comprava essa loja’. Era uma coisa meio surreal, porque a minha empresa era pequenininha e não teria condições de comprar uma loja daquela”, recorda. A aquisição foi concluída após uma negociação que envolveu financiamento bancário e pagamento parcelado. Ao assumir o estabelecimento, Sinailton não tinha experiência com materiais de construção e precisou aprender sobre o novo segmento. ‘Eu não sabia nada. O mais perto que eu tinha chegado do ramo de materiais de construção foi quando comprei uma casa e paguei para reformá-la”, afirma, lembrando-se do desafio. Quando Sinailton adquiriu a Rede da Construção Comercial São José, a equipe era formada por ele e outros cinco trabalhadores. Atualmente, o estabelecimento conta com 32 funcionários. A estrutura também cresceu e passou por uma reforma iniciada em 2024. A loja foi reinaugurada em junho de 2025. “Eu comecei aqui com um caminhão velho e outro do qual tinha comprado apenas o direito. Hoje, estou com uma frota de cinco caminhões, uma pá mecânica nova e duas empilhadeiras”, enumera. Sinailton afirma que a dedicação ao trabalho permanece mesmo depois de 13 anos à frente do negócio. Para ele, frequentar a loja e acompanhar a rotina da equipe não representa apenas uma obrigação. “Eu gosto de trabalhar e gosto de estar aqui na loja. Parece que tenho prazer em vir trabalhar. Quando saio para viajar, quero voltar logo, não quero ficar muito tempo fora. Até quando vou pescar, atividade de que gosto demais, quero ficar quatro ou cinco dias e voltar. Quero estar aqui todos os dias. Se puder vir cedinho, eu venho; se puder sair mais tarde, eu saio também. Todo mundo vai embora e eu fico. Tenho prazer no trabalho”, afirma.
Aline Andrielle da Silva, proprietária da Rede da Construção Construmaco
Sinailton Mendes, proprietário da Rede da Construção Comercial São José
Sinailton Mendes e equipe da Rede da Construção Comercial São José Divulgação COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

O leite pode substituir o whey protein no treino?

O leite pode substituir o whey protein no treino? Segundo nutricionista, dependendo dos objetivos e da necessidade do consumo de proteína da pessoa, essa necessidade proteica pode sim ser facilmente suprida sem a necessidade de suplementos caros Na busca pelo shape perfeito e da energia necessária, muita gente tem lançado mão de um suplemento que tem sido moda nas academias Brasil afora, o whey protein. Mas o que muitos se esquecem é que a base desse alimento suplementar é um item comum nas casas brasileiras: o leite. O whey protein, nada mais é do que a proteína do soro do leite. Mas será que todo mundo que treina precisa de fato fazer uso desse tipo de suplementação, muitas vezes bem cara? Quem responde a essa pergunta é a nutricionista Amanda Cristina Motter Senta, especialista em Nutrição Clínica e com 16 anos de atuação. Mas antes ela explica a diferença essencial entre o leite e os suplementos whey protein. “O leite puro contém proteínas, carboidratos e gorduras, enquanto o whey possui uma quantidade maior de proteínas por porção, não contém gorduras e tem pouquíssimos carboidratos, sendo que em algumas formulações não há nenhum carboidrato”, esclarece. A nutricionista afirma que quem precisa de uma ingestão controlada de nutrientes, ou quem precisa de um rendimento maior nos exercícios, como por exemplo atletas profissionais, o consumo do whey protein é interessante, e em certa medida necessário. “Mas para a maioria das pessoas que fazem atividade física em academia duas ou três vezes por semana, por motivos de saúde ou estéticos, conseguem facilmente suprir essa necessidade diária de proteína, consumindo o próprio leite, em suas versões desnatadas ou semidesnatadas”, explica. Sobre a mistura do leite com algum outro ingrediente como alternativa de alimentação pré ou pós-treino, Amanda Cristina esclarece que tudo depende do objetivo da pessoa. Segundo ela, caso o propósito seja emagrecimento, o leite desnatado assim como iogurtes já são o suficiente para atingir a recomendação diária de proteína sem ultrapassar a quantidade de gorduras do dia. Mas ela lembra que um não substitui o outro. “O suplemento pode ser prático para atletas, praticantes de atividade física intensa, ou pessoas que precisam de grandes quantidades de proteína no dia, com ingestão controlada de gorduras, mas para a maioria das pessoas, receitas simples como leite batido com frutas e aveia podem fazer parte de uma refeição de pré ou pós treino”, diz. Bem mais em conta do que os wheys protein industrializados, segundo a nutricionista, o leite pode ser utilizado tanto no pré como no pós treino. “Por ser rico em proteínas, é um alimento que ajuda na energia para a atividade física e também na recuperação da massa muscular”, ressalta a nutricionista. Ela explica ainda que um copo de 200ml de leite contém aproximadamente 6g de proteína, e a recomendação de proteína no pós treino, para uma pessoa que não tenha uma atividade física mais intensa, como um atleta, gira em torno de 25 a 30g. “O leite ajuda bastante, mas é recomendável associar o leite ao consumo de outras fontes de proteína como o ovo, carnes e algumas leguminosas”, afirma. Alimento seguro Além de ser uma fonte barata de proteína de fácil absorção e rico em cálcio, vitaminas e outros minerais essenciais para a formação óssea, muscular e imunológica do organismo, a recomendação da nutricionista Amanda Cristina para um maior consumo do leite se dá pela alta segurança sanitária do alimento. Por ser um alimento de origem animal, o produto passa por várias e rigorosas etapas de fiscalização sanitária. Além do mais, o leite, dentro da indústria alimentícia, está entre os itens que mais evoluíram ao longo dos anos, como explica Vinícius Junqueira, diretor de marketing da Marajoara Laticínio, indústria localizada no interior de Goiás. “Hoje em dia, além de rigorosos controles de qualidade exigidos em lei, você tem muita tecnologia associada à produção do leite, desde a extração lá na fazenda, até a sua manufatura na indústria. E uma das grandes revoluções tecnológicas na cadeia produtiva do leite foi o uso do processo UHT”, afirma. De acordo com Vinícius, a sigla UHT deriva do inglês ultra high temperature e designa o processo de tratamento pelo qual o leite passa na indústria e que consegue eliminar 99,9% das bactérias, consideradas nocivas ao organismo humano. “Esse processo, que consiste basicamente no aquecimento do leite de forma bem rápida a uma temperatura entre 130º e 150º graus celsius, seguido de resfriamento imediato, permite com que o leite seja conservado por até quatro meses sem refrigeração ou conservantes”, esclarece. Outro salto evolutivo importante na cadeia leiteira foi a adição das embalagens cartonadas ou caixinhas longa vida, que hoje são mais de 90% do que é consumido no mercado. “As embalagens longa vida, que no Brasil são usadas comercialmente desde 1957, porém só se popularizaram por aqui nos anos 1970, representam outro grande salto tecnológico e de qualidade para a indústria láctea. Isso porque, entre suas inúmeras vantagens, essa embalagem consegue armazenar o leite por até seis meses. Isso trouxe também um ganho importantíssimo para a logística do produto, uma vez que com esse tipo de embalagem o leite deixou de ser tão perecível e pode ser transportado aos mais distantes lugares do país”, destaca. Comunicação Sem Fronteiras

Le Blu Consciente

Le Blu Consciente
Os sócios da Lucid, Guilherme Eugênio e Eclesiastes Júnior, participaram do meeting de apresentação ao mercado imobiliário do Le Blu Consciente, novo lançamento da Consciente Construtora no Setor Marista, promovido por Camila Inácio, diretora de empreendimentos da incorporadora. No evento, parceiros e profissionais do mercado puderam conhecer mais detalhes sobre o empreendimento, cuja campanha de divulgação foi estruturada em torno da Arquitetura da Comunicação, método desenvolvido pela Lucid.

CEO do Flamboyant no desfile Dolce & Gabbana na Europa

Única representante do Centro-Oeste, Emmanuele Louza, participa de desfile exclusivo da Dolce & Gabbana
A temporada de alta-costura internacional ganhou um toque extra de prestígio brasileiro. A CEO do Flamboyant, Emmanuele Louza desembarcou na Sicília, como a única representante da região Centro-Oeste a marcar presença na aguardada semana de Alta Moda da grife italiana Dolce & Gabbana. O evento de abertura, dedicado à Alta Gioielleria (Alta Joalheria), transformou o icônico e histórico hotel San Domenico Palace em uma verdadeira galeria de arte viva. A nova coleção da grife prestou uma homenagem poética à devoção religiosa e à cultura local, apresentando adornos de tirar o fôlego.
Diretamente do evento, Emmanuele Louza compartilhou sua emoção e a atmosfera mágica do desfile: "Estar aqui é uma experiência indescritível e de pura inspiração. O primeiro dia de Alta Moda da Dolce & Gabbana foi inesquecível. A Alta Gioielleria transformou o histórico San Domenico Palace em um cenário onde arte, arquitetura e joias se encontraram da forma mais extraordinária que já vi. Ver de perto a riqueza do artesanato Fatto a Mano e o respeito pela cultura siciliana é um privilégio único".
Com sua presença marcante, Emmanuele não apenas consolida sua influência no mercado de luxo, mas também coloca o Centro-Oeste no mapa dos grandes e seletos acontecimentos da moda mundial.
Sobre o Flamboyant Shopping https://www.flamboyant.com.br/ Com mais de quatro décadas de sucesso e crescimento, o Flamboyant Shopping é o mais importante complexo de compras, entretenimento e lazer de Goiás, reconhecido como protagonista do desenvolvimento econômico da capital e porta de entrada de grandes marcas nacionais e internacionais. Tendência, moda e expertise de consumo são os destaques que colocam o Flamboyant Shopping entre os maiores shoppings em vendas no Brasil, ofertando um mix perfeito de lojas que misturam tradição e modernidade. Especializando-se como a primeira escolha de um exigente perfil de consumidor, estimado em 1,5 milhão de pessoas por mês, o empreendimento apresenta atualmente um universo superior a 300 marcas e exibe grifes exclusivas no Estado. A lista de grifes de luxo contempla marcas como CHANEL Fragrance & Beauty, Dolce & Gabbana, Tiffany & Co, Emporio Armani, Gucci, Louis Vuitton, Montblanc, Boss/Hugo Boss, Alexandre Birman, Tania Bulhões, Patbo, Nati Vozza (NV), Ricardo Almeida, Cris Barros, Danglar Luxury Store (rolex), Carol Bassi, Martha Medeiros e Paula Torres. No quesito lojas especiais, destaque para Adidas Originals, Calvin Klein, Coach, H. Stern, Isla, Lacoste, Lenny Niemeyer, MAC, Nike Flamboyant, Sephora, Vix Paula Hermanny, além de megalojas com assinatura Fast Shop, Hering, Vie Pratique e Rildo Lasmar. Outra inovação é seu Polo Gastronômico, que reúne opções como Coco Bambu, Cucina Mia (chef Claude Troisgros), Empório Piquiras, Fulles Kitchen (chef Ian Baiocchi), Kabanas Bar e Restaurante, Kanpai Blue, Madero, Outback Steakhouse e Pobre Juan. FatoMais Comunicação

5 locais que oferecem vista inspiradora em Goiânia Para contemplar e descontrair, a vista do alto de Goiânia impressiona. Saiba também c...