sábado, 6 de junho de 2026
ZEGNA Desfila a Coleção SS27 "La Villegiatura" em Los Angeles
ZEGNA Desfila a Coleção SS27 "La Villegiatura" em Los Angeles
O evento, que contou com convidados como Stellan Skarsgard, Rami Malek, Mahershala Ali, Gael Garcia, Cauã Reymond e Henrique Zaga, destacou uma visão contemporânea da moda, onde sofisticação, leveza e funcionalidade caminham lado a lado
ZEGNA SUMMER 2027
LA VILLEGGIATURA
substantivo
/və̇ˌlejəˈtu̇rə/
Quando a vida muda de lugar por uma temporada, o lar se desloca junto, e o armário acompanha esse movimento.
Los Angeles, 5 de junho de 2026 – Como uma filosofia profundamente mediterrânea moldada em torno da vida sazonal, do lazer cultivado e do prazer de levar temporariamente o próprio mundo para outro lugar, La Villeggiatura tem suas raízes na tradição italiana de villeggiare- passar uma temporada em uma vila. Seu auge ocorreu entre as décadas de 1950 e 1970, e nunca significou simplesmente viajar. Tratava-se de transferir a própria vida para outro lugar durante uma estação: família, rituais, conversas, hábitos e uma certa ideia de elegância deslocavam-se juntos de um local para outro, preservando seu espírito e seus costumes enquanto encontravam formas mais suaves e descontraídas de expressão.Mais do que férias, era viver temporariamente em uma nova casa, seguindo um ritmo mais lento.
Para a ZEGNA, cuja herança familiar é repleta de imagens e memórias de inúmeras villeggiature vividas perto e longe, esse conceito continua relevante porque representa, acima de tudo, um estado de espírito — uma forma de abordar o estilo e a vida. É uma expressão do saper vivere e, certamente, do saper vestire. Vestir-se, no contexto da Villeggiatura, assume, na verdade, uma perspectiva totalmente diferente. A formalidade cede espaço à fluidez, sem abrir mão da sofisticação. Surge uma elegância intuitiva, marcada pela espontaneidade dos gestos e por uma leveza quase musical. As listras, símbolo por excelência do verão, percorrem toda a coleção em versões irregulares e orgânicas, como uma partitura visual que embala o ritmo descontraído da estação.
Apresentado no Malibu Pier, o desfile acontece em uma das paisagens costeiras mais icônicas da Califórnia. Por meio de seu apoio aos Parques Estaduais da Califórnia, a ZEGNA contribui para a preservação de terras públicas, ampliando uma visão iniciada há mais de um século com a criação do Oasi Zegna: a crença de que a natureza não é apenas um cenário para a vida, mas ser protegida, cultivada e legada às futuras gerações.
Créditos: Zegna
O diretor artístico Alessandro Sartori fundamenta sua visão em uma genuína apreciação pelas roupas como objetos que detêm o poder de definir atitudes e sugerir maneiras de ser e se comportar. Ele diz: “Ao criar novas categorias, apagando as antiquadas em uma busca incessante por estilos adequados à vida fluida de hoje, tenho a enriquecedora possibilidade de criar uma estética em constante evolução, enraizada nos clássicos, mas livre de restrições ultrapassadas. Nesta coleção, quis expressar a interpretação da ZEGNA para o verão: nossa visão de um guarda-roupa para momentos de lazer permeado por uma atitude refinada e por um olhar criterioso, profundamente italiano. Há algo muito nosso no que fizemos nesta temporada, mas com uma abertura que se revela cosmopolita, em vez de orgulhosamente ou estritamente local.O desejo de experimentar, que na ZEGNA se manifesta tanto nas formas quanto nos materiais, continua a nos impulsionar. Tudo aqui nasce dos tecidos, que carregam textura e padrões, e que parecem se renovar infinitamente por meio de pequenas transformações, de sutis ajustes nos elementos mais delicados, até mesmo em um simples fio.A evolução constante é o que buscamos”.
A silhueta é vertical e descontraída: ampla ou levemente ajustada, sempre fluida, com linhas que tocam suavemente o corpo. Os ternos listrados são usados com camisas coordenadas, ampliando a ideia de blocos de cor. As camisas aparecem em modelagens estruturadas ou fluidas, confeccionadas em napa, nobuck, couro de crocodilo ou seda. Combinadas a bermudas de alfaiataria, representam a essência da elegância descomplicada da Villeggiatura. A versatilidade é uma assinatura da ZEGNA: a ideia de permitir múltiplas formas de uso, possibilitando que cada pessoa adapte a aparência da peça de acordo com seu humor e momento. As camisas apresentam golas removíveis e intercambiáveis; os blazers contam com meio-cintos ocultos e ajustáveis, criando uma silhueta mais marcada ou mais solta. A jaqueta trespassada multifuncional apresentada na temporada passada retorna nesta coleção. As overshirts são fluidas e precisas; as jaquetas de tricô unem estrutura e maciez. Anoraques de couro e bombers em intarsia fazem referência ao universo náutico sob uma perspectiva luxuosa. Detalhes smock em golas altas, além de camurça trançada e tricotada em bombers e pullovers, enriquecem um jogo visual e tátil de texturas baseado em combinações inesperadas de listras e tramas.
Créditos: Zegna
La Villeggiatura traz um repertório específico de formas, padrões, cores e materiais concebidos para tornar a vida fácil ainda mais elegante. A jaqueta safari com cinto é uma peça-chave e também surge reinterpretada como overshirt de mangas curtas. Pullovers atoalhados, bermudas e calças de alfaiataria traduzem uma sofisticação voltada ao lazer. Casacos duster são usados de forma despreocupada sobre shorts. Os acessórios incluem slippers e mocassins confeccionados nos couros mais macios, bolsas amplas, duffels e totes em nobuck listrado ou liso, óculos de formato quadrado, foulards de seda e cachecóis de seda tricotada.
A cartela de cores evoca a harmonia de uma paisagem à beira da piscina, com notas fluidas de Acquamarina, Acqua, Onda, Alga e Marea, contrastadas por acentos vibrantes de Boa, Bandiera, Madrepora e Teak, além de tons neutros de Conchiglia, Cima, Duna e Molo, finalizados por um toque de preto dessaturado. As texturas preciosas aparecem em construções aparentemente simples: gabardines listrados em seda bruta, gabardines e popelines de cânhamo lavado, tecidos Oxford, tela e jacquards listrados em Oasi Lino, denim colorido, sedas estampadas, veludo francês, canvas de seda bruta, canvas de seda bruta, lã e papel, jacquards de seda e lã listrados, bouclés atoalhados, seersucker listrado e couro napa.
Assim surge a visão da ZEGNA para o verão: natural, sofisticada e marcada pela leveza.
Créditos: Zegna
Isabela Valente: isabela@azziandco.com
Isabela Valente
isabela@azziandco.com
O slow luxury no setor de pedras naturais
O impacto do slow luxury no setor de pedras naturais
Por Bernardo Imperial, CEO e fundador da Unique Stone*
Em um cenário industrial dominado pela produção em larga escala, o conceito de slow luxury nasce como um contraponto no mercado de alto padrão. O movimento prioriza a exclusividade e o valor artesanal, focando na procedência e no tempo necessário para a criação de produtos únicos.
Na arquitetura, essa tendência encontra um expoente nas pedras naturais brasileiras, cujas características geológicas formadas ao longo de milhões de anos oferecem uma autenticidade impossível de ser replicada por materiais sintéticos.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais (Abirochas), as exportações brasileiras de rochas naturais somaram US$1,26 bilhão no ano de 2024. Desse montante, as chapas e os blocos de quartzitos maciços representaram a maior fatia, correspondendo a 48% do volume total exportado pelo país.
Ao abraçar esse conceito, a Unique Stone, especializada na exportação de pedras naturais, prova que o lucro e a relevância de mercado não vêm da precisão e nem da velocidade. Enquanto o mercado global de revestimentos é inundado por superfícies sintéticas, produtos de laboratório que buscam imitar a natureza em produções industriais, o luxo reside naquilo que não pode ser apressado.
O diferencial do slow luxury na prática
Na Unique Stone, o slow luxury é levado ao limite operacional. Entendemos que a pressa compromete a autenticidade da pedra. Isso significa que acelerar o processo pode gerar microfissuras térmicas ou tensões mecânicas que comprometem o brilho e a longevidade do material.
A escolha de processos mais lentos possibilita garantir a integridade estrutural de materiais superexóticos que são, por definição, insubstituíveis. Por isso, a alternativa que encontramos foi desenvolver uma linha própria de produtos químicos para a estação de tratamento.
O mercado norte-americano nesse cenário
A força das pedras naturais brasileiras no exterior é sustentada pela resistência e qualidade dos quartzitos. Os Estados Unidos têm se mostrado um dos maiores interessados no material e, atualmente, correspondem a mais de 90% do volume comercializado pela Unique Stone.
Quartzitos, como Avohai e outras opções de pedras em tons claros, lideram as exportações da empresa para o país. Além disso, a ausência de sobretaxas de 40% nos EUA para quartzitos (tributação que incide sobre o mármore e o granito) eleva a competitividade desses materiais no mercado norte-americano.
Em 2026, a Unique Stone se associou ao Natural Stone Institute (NSI), a principal associação comercial global e autoridade técnica para a indústria de pedras naturais, unindo profissionais do setor para promover o uso das pedras com padrões técnicos de qualidade.
Com os Estados Unidos como um dos maiores compradores mundiais, essa associação amplia a nossa voz e capacidade de promover ainda mais o valor das rochas brasileiras de qualidade no cenário mundial.
Sobre Bernardo Imperial
Bernardo Imperial é CEO e fundador da Unique Stone, boutique referência no mercado internacional de pedras naturais de alto padrão. Com forte domínio técnico, processos únicos e um atendimento exclusivo que transformou a marca em símbolo de luxo, Imperial segue expandindo a Unique Stone internacionalmente, guiado por valores de trabalho duro, lealdade e paixão pelas pedras brasileiras.
Fernanda Fernandes da Cruz
e-mail: fernanda.fernandes@agenciacontatto.com.br
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Legal Operations transforma o papel do jurídico nas empresas
Legal Operations ganha força como pilar estratégico e transforma o papel do jurídico nas empresas
Pressão regulatória, digitalização e alta litigiosidade impulsionam adoção de Legal Ops
no Brasil
O aumento da complexidade regulatória, aliado à transformação digital e ao elevado volume de demandas judiciais no país, tem levado empresas brasileiras a repensar o papel de seus departamentos jurídicos. Nesse contexto, o conceito de Legal Operations (Legal Ops) ganha força como componente estratégico, com foco em eficiência, organização e antecipação de riscos.
O Brasil figura entre os países com maior volume de processos judiciais em tramitação, segundo o Conselho Nacional de Justiça, o que amplia a necessidade de maior controle sobre passivos, contratos e exposição regulatória por parte das empresas.
Além disso, estudos conduzidos pela FGV Direito SP indicam o avanço da adoção de práticas de Legal Operations no país, especialmente impulsionadas pela digitalização e pela necessidade de integração entre jurídico, tecnologia e gestão.
Tradicionalmente associado a uma atuação reativa, o jurídico passa por uma mudança estrutural. Com a implementação de Legal Ops, empresas passam a estruturar processos, organizar dados e ampliar a visibilidade sobre riscos, permitindo uma atuação mais preventiva e alinhada à estratégia do negócio.
Segundo a especialista em Legal Operations do STG Advogados, Vitória Valente, empresas que ainda não estruturaram essa área enfrentam maior dificuldade para lidar com o ambiente atual.
“Hoje, as empresas operam sob pressão constante: regulação mais intensa, digitalização acelerada e necessidade de eficiência. Um jurídico que atua apenas de forma reativa perde capacidade de antecipação. Já um jurídico estruturado em Legal Ops consegue organizar informações, monitorar riscos e apoiar decisões estratégicas com mais consistência”, afirma.
O movimento também acompanha uma tendência global. Relatórios do Corporate Legal Operations Consortium apontam aumento consistente na demanda sobre departamentos jurídicos e maior pressão por eficiência, uso de tecnologia e integração de dados.
Na prática, a adoção de Legal Ops permite identificar fragilidades contratuais, lacunas de governança e inconsistências operacionais antes que se convertam em litígios ou perdas financeiras relevantes. Com maior previsibilidade, o jurídico passa a contribuir de forma mais direta para a gestão de riscos e para a tomada de decisão em nível executivo.
Embora a redução de custos operacionais seja um efeito percebido com menor retrabalho e maior padronização, especialistas destacam que o principal ganho está na mitigação de riscos e na prevenção de perdas.
“Legal Ops amplia a capacidade de controle e de organização do jurídico. Isso reduz ineficiências, mas, principalmente, evita que vulnerabilidades se transformem em problemas maiores, com impacto financeiro ou reputacional”, explica Vitória.
Apesar do avanço, a implementação ainda enfrenta desafios. Um dos mais comuns é iniciar a estruturação pela adoção de ferramentas tecnológicas, sem o devido mapeamento de processos e organização de dados.
A recomendação é seguir uma abordagem estruturada, que comece por diagnóstico, passe pela definição de processos, organização de dados e, só então, avance para tecnologia e cultura organizacional.
Outro ponto de atenção é a formação de profissionais. A área de Legal Operations demanda perfis com visão interdisciplinar, capazes de transitar entre direito, gestão, tecnologia e análise de dados, uma combinação ainda em desenvolvimento no mercado brasileiro.
Diante desse cenário, Legal Operations se consolida como uma agenda crescente nas empresas, com impacto direto na governança, na eficiência operacional e na capacidade de adaptação a um ambiente de negócios cada vez mais complexo.
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Instituto Tomie Ohtake apresenta Viva Viva Escola Viva
Instituto Tomie Ohtake apresenta Viva Viva Escola Viva
Com obras coletivas, a mostra apresenta o movimento indígena das Escolas Vivas e seus modos de transmissão de saberes
O Ministério da Cultura, o Nubank e o Instituto Tomie Ohtake apresentam, de 10 de junho a 9 de agosto de 2026, Viva Viva Escola Viva, exposição dedicada ao movimento indígena das Escolas Vivas. Com curadoria da filósofa e educadora Cristine Takuá, em colaboração com os coordenadores das Escolas Vivas, a mostra é uma correalização do Instituto Tomie Ohtake com a Associação Selvagem, uma organização não governamental que envolve o movimento indígena das Escolas Vivas e uma rede colaborativa voltada a aprendizagens e traduções entre mundos. Desde 2024, a direção artística do Instituto Tomie Ohtake acompanha e atua junto ao desenvolvimento do projeto. Viva Viva Escola Viva acontece paralelamente às mostras Quando o museu é rio, realizada em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi, e Estrelas escolhidas, individual do artista carioca Luiz Zerbini.
Coordenado por Cristine Takuá, curadora da exposição, o movimento das Escolas Vivas articula cinco núcleos de transmissão de saberes indígenas: Shubu Hiwea, do povo Huni Kuĩ, no Acre; Apne Ixkot Hãmhipak, a Aldeia Escola Floresta do povo Maxakali, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais; Arandu Porã, do povo Guarani Mbya, na Terra Indígena Rio Silveira, em São Paulo; Bahserikowi, Centro de Medicina Indígena, localizado em Manaus (AM), ligada aos povos Tukano, Desana e Tuyuka, todos do Alto Rio Negro, no Amazonas; e Madzerokai, Casa dos Conhecimentos Ancestrais, também no Alto Rio Negro, no Amazonas, ligada ao povo Baniwa, e propõe uma prática de aprendizagem que integra saberes indígenas, científicos e artísticos a partir dos territórios, e das relações entre gerações.
Para a curadora, “as Escolas Vivas se afirmam como um coletivo que busca transformar a relação do ensinar-aprender, a relação do que é realmente útil e necessário na troca constante de saberes que são ancestrais, mas que, por uma arrogância colonial e epistemológica, foram desfigurados numa escola clássica e quadrada”.
Antes de chegar ao Instituto Tomie Ohtake, a primeira exposição das Escolas Vivas foi apresentada na Casa França Brasil, no Rio de Janeiro, entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024. As obras presentes na exposição atual foram produzidas no âmbito de oficinas nos territórios das Escolas Vivas e também na residência Casa Escola Viva, realizada em outubro de 2025 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, reunindo dez artistas indígenas em um processo de criação e troca de saberes.
Para a abertura, são esperados 25 artistas indígenas, que irão realizar uma grande pintura no espaço expositivo, concebida como pano de fundo para boa parte da mostra e integrada a outros trabalhos apresentados no percurso. A exposição reúne ainda cinco bandeiras com grafismos dos povos que compõem as Escolas Vivas. Somados, esses conjuntos totalizam cerca de 300 metros quadrados de pinturas realizadas no Instituto Tomie Ohtake. Além disso, cada uma das Escolas Vivas apresenta um trabalho coletivo de referência.
Do povo Baniwa vem a instalação O umbigo do mundo, com trançados de fibra de tucum produzidos pelas mãos de mulheres Baniwa. Já os Huni Kuĩ apresentam um pano professor com kenes, grafismos tradicionais que orientam o aprendizado e a transmissão de conhecimentos ligados à sua cosmologia. Entre os Maxakali, a instalação coletiva se organiza a partir de mastros — os mīmãnãns — que, segundo sua cosmologia, orientam e tornam possível a presença dos espíritos nos rituais. A instalação Pytü, o Escuro, dos Guarani Mbya, é uma representação do escuro intenso, de onde pode surgir o primeiro suspiro, o primeiro ser, a primeira vida. Completa o conjunto uma farmácia amazônica, com plantas medicinais, elixires e bálsamos trazidos pelos povos Tukano, Desana e Tuyuka.
A exposição reúne ainda um núcleo dedicado aos “avós”, entendidos como referências fundamentais na preservação e transmissão dos conhecimentos indígenas. São eles que sustentam, por meio de histórias, cantos e práticas cotidianas, uma memória que atravessa o tempo e conecta diferentes planos de existência. Ao trazer essas presenças para o espaço expositivo, a mostra propõe uma aproximação com modos de saber baseados na escuta, na experiência e na continuidade entre gerações. Integram esse conjunto Ailton Krenak, Ehuana Yanomami, Tõrãmu Kẽhíri (Luiz Lana) e Moisés Piyãko.
No dia 9 de junho, data da pré-abertura da exposição, o Instituto Tomie Ohtake recebe também o lançamento do livro Tekoypy rã – A origem de nós, do mestre Guarani Carlos Papá, publicado pela Dantes Editora. O livro reúne reflexões sobre a composição do mundo Guarani, narradas a partir da oralidade e acompanhadas por desenhos produzidos ao longo desse processo coletivo de transmissão de saberes.
Como parte do programa público, o Instituto oferece quatro oficinas conduzidas por Veronica Pinheiro, pesquisadora, artista de rua e integrante da Associação Selvagem, propondo experiências de escuta, memória e criação a partir da exposição. No dia 26 de junho de 2026, a atividade Umbigo, memórias que nos ligam ao mundo será realizada para alunos de uma escola pública. No dia 27 de junho, sábado, acontece a formação para professores Tudo na memória. Já no dia 11 de julho, sábado, a oficina Tudo na memória será aberta ao público espontâneo. Encerrando a programação, no dia 8 de agosto, a oficina O sonho do guerreiro, com jovens indígenas Guarani do Jaraguá, marca o fechamento da exposição. Inspiradas nas aprendizagens das Escolas Vivas, as atividades partem da escuta, da presença e das marcas que a experiência deixa no corpo, articulando visita sensível e práticas coletivas. A participação é gratuita, com vagas limitadas, e as inscrições serão feitas no site do Instituto Tomie Ohtake.
Viva Viva Escola Viva é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, e do Instituto Tomie Ohtake, em parceria com a Associação Selvagem. A mostra conta com o apoio do mantenedor institucional Nubank e com o patrocínio do Aché Laboratórios Farmacêuticos, na cota Prata.
Serviço:
Viva Viva Escola Viva
10 de junho a 9 de agosto de 2026
De terça a domingo, das 11h às 19h [última entrada até 18h]
Entrada franca
Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela rua Coropé, 88) – Pinheiros – SP
Metrô mais próximo: Estação Faria Lima/Linha 4 – Amarela
Telefone: 11 2245 1900
Site: institutotomieohtake.org.br /
Facebook: facebook.com/inst.tomie.ohtake
Instagram: @institutotomieohtake
Youtube: https://www.youtube.com/@tomieohtake
Loja: www.lojatomie.org.br
Site: https://selvagemciclo.org.br/
Instagram: @selvagem_ciclodeestudos
Youtube: https://www.youtube.com/@selvagemciclo8
hytoervas amplia agenda ESG na hotelaria com certificação Seloxis
Phytoervas amplia agenda ESG na hotelaria com certificação Seloxis
Certificação fortalece estratégia da marca em sustentabilidade e compensação de carbono
Referência em cuidados naturais para cabelo, corpo e casa, a Phytoervas reforça sua agenda ESG com a adesão ao SeloXIS, certificação voltada ao monitoramento de indicadores ambientais, sociais e de governança na cadeia de fornecedores do setor hoteleiro. O movimento acompanha uma estratégia que faz parte da trajetória da marca desde a sua criação. Pioneira no segmento de cosmética natural no Brasil, a Phytoervas atua com fórmulas veganas, cruelty-free e desenvolvidas a partir de ativos naturais, substituindo compostos químicos agressivos por ingredientes extraídos em sua forma mais pura.
Além do varejo, a empresa também possui forte atuação na hotelaria, fornecendo amenities para centenas de hotéis independentes e grandes redes no Brasil, como Accor, Atlantica Hospitality International, Laghetto Hotéis e Louvre Hotels Group, além de empreendimentos ligados ao Circuito Elegante, BLTA e Roteiros de Charme. A presença da marca se estende por todas as regiões do país, incluindo destinos remotos, como Fernando de Noronha.
Dentro dessa operação, a Phytoervas vem ampliando iniciativas voltadas à redução de impactos ambientais. A linha de amenities da marca passou a contar com refis e dispensers, movimento que contribui para diminuir o descarte de embalagens plásticas na hotelaria. Somente na rede Accor, a migração para dispensers já contribuiu para a redução de mais de 300 toneladas de plástico, reforçando o avanço da marca em práticas sustentáveis voltadas ao setor.
A adesão ao SeloXIS reforça uma demanda crescente da hotelaria por fornecedores alinhados a metas ESG e com maior capacidade de comprovação ambiental. Com a certificação, a Phytoervas passa a integrar uma metodologia voltada à gestão e rastreabilidade de impactos ambientais dentro da cadeia produtiva.
O movimento acontece em um momento de amadurecimento das regulações ESG no Brasil e de aumento da pressão por transparência nas cadeias produtivas. Segundo levantamento da consultoria McKinsey, fornecedores podem concentrar mais de 80% das emissões de gases de efeito estufa (GEEs) de empresas de bens de consumo, tornando a responsabilidade ambiental e o monitoramento da cadeia fatores cada vez mais estratégicos para setores como turismo e hotelaria, altamente dependentes de parceiros em áreas como alimentos, amenities, transporte, lavanderia e construção.
Entenda o SeloXIS
Voltado ao setor hoteleiro, o SeloXIS atua na avaliação de mais de 100 indicadores ambientais, sociais e de governança em empresas e fornecedores ligados à cadeia do turismo e hospitalidade.
A metodologia do novo índice ISGF foi desenvolvida a partir de diretrizes específicas para fornecedores e inclui monitoramento de emissões de carbono, iniciativas de compensação ambiental por meio de projetos socioambientais e mecanismos de rastreabilidade via blockchain, tecnologia utilizada para ampliar a transparência e a validação das ações ambientais realizadas pelas empresas participantes.
Saiba mais sobre a Phytoervas: Marca pioneira em cuidados veganos e naturais, com produtos para cabelo, corpo e também para casa. Sem sulfato, parabenos, corantes e formulações exclusivas como o PhytoComplex, desenvolvido com linho, trigo e quinoa que potencializam a nutrição e a restauração dos cabelos e pele, além de contribuir para retardar o envelhecimento.
Saiba mais sobre o SeloXIS: Uma preocupação com as novas gerações deu início a um longo estudo e à estruturação do SeloXIS em 2018. Em 2021, sua idealizadora, Priscila Bentes desenvolveu o ISGH – Índice de Sustentabilidade em Gestão Hoteleira e iniciou o mapeamento das atividades realizadas pelos empreendimentos. Em 2022, junto com a Fluxo Consultoria, empresa júnior da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), implantou-se a quantificação dos GEEs – Gases de Efeito Estufa, quando foram certificados 10 hotéis. Em 2023, o SeloXIS foi totalmente reestruturado, através da consultoria com a empresa PROWA e a formação de uma equipe multidisciplinar com formação em ESG. Ao final de 2023 aconteceu o primeiro Fórum de Sustentabilidade SeloXIS, realizado em Trancoso (BA).
Inicialmente associado ao Circuito Elegante - associação de viajantes reconhecida no trade turístico como chancela de qualidade e excelência em serviços - o SeloXIS iniciou a sua trajetória de forma independente em 2024, com a criação do Instituto XIS.
Publika.aí Comunicação
Jornalista Responsável| Ludmila Baldoni – MTB: 49110/SP
“Voe de Balão em Piri” realiza voo comemorativo pela conquista do prêmio internacional do ‘Tripadvisor’ pelo 5º ano consecutivo!
“Voe de Balão em Piri” realiza voo comemorativo pela conquista do prêmio internacional do ‘Tripadvisor’ pelo 5º ano consecutivo
O empresário Rafael Carvalho recebeu o premiado piloto comercial de balão e instrutor da ANAC, o engenheiro civil Lupércio Lima; a Secretária de Turismo de Pirenópolis, Helga Jaime e a Diretora da Goiás Turismo, Daniella Barbosa, para um voo especial de “N° 1.500” da “Voe de Balão em Piri”. A maior atração turística da charmosa cidade histórica goiana conquistou pelo 5º ano consecutivo, o selo “Traveler’s Choice – Best of the Best 2026”, concedido pelo “Tripadvisor” (uma das maiores plataformas de viagens do mundo). Isso coloca o passeio (que já transportou mais de 10 mil passageiros, em 6 anos de existência) como uma das melhores experiências do planeta. A celebração aconteceu ao nascer do sol da última segunda (1/6) e finalizou com um café da manhã na Pousada de Charme “Villa do Comendador”. Os voos comerciais de balão de ar quente no Brasil estão regulamentados conforme a Resolução nº 782, de 30 de outubro de 2025, resultando em voos feitos com segurança e profissionalismo. Mais informações em @voedebalaoempiri & @tripadvisor
CRÉDITO: Diego Monteiro / @pirifotos
“Voe de Balão em Piri” realiza voo comemorativo pela conquista do prêmio internacional do ‘Tripadvisor’ pelo 5º ano consecutivo
Ponto de Encontro: Villa do Comendador - Pirenópolis
Rede social: https://www.instagram.com/voedebalaoempiri/ @voedebalaoempiri
Reservas: (62) 99924-5800 / www.voedebalaoempiri.com.br
Mais informações em https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g1026887-d23110908-Reviews-Voe_De_Balao_Em_Piri-Pirenopolis_State_of_Goias.html
Carlos Eduardo Faria - Kadu!
Jornalista / Paspartú Comunicação
carlosedufaria@gmail.com
https://www.facebook.com/paspartucomunicacao
paspartucomunicacao@gmail.com
“10 Anos de Guerra Sem Fim”: Goiânia recebe exposição com registros de conflitos que marcaram o mundo
“10 Anos de Guerra Sem Fim”: Goiânia recebe exposição com registros de conflitos que marcaram o mundo
Material produzido pelo documentarista, fotógrafo e jornalista brasileiro Gabriel Chaim chega ao Centro Cultural Oscar Niemeyer no dia 10 de junho
O testemunho visual de uma década marcada por guerras, deslocamentos forçados e crises humanitárias chega a Goiânia com a mostra “10 Anos de Guerra Sem Fim”, em cartaz no Centro Cultural Oscar Niemeyer a partir de 10 de junho. A exposição apresenta ao público registros produzidos pelo jornalista, fotógrafo, documentarista e cinegrafista brasileiro Gabriel Chaim em algumas das regiões mais afetadas por conflitos armados que, nos últimos anos, assolaram diferentes partes do mundo, especialmente o Oriente Médio e a Ucrânia.
Com curadoria do jornalista e fotógrafo Fernando Costa Netto, a mostra reúne imagens captadas ao longo da última década em zonas de guerra e territórios marcados pela violência, transformando acontecimentos históricos em narrativas humanas profundas e contundentes. Fernando Costa Netto também assina a produção, a edição e a curadoria do livro homônimo que integra o projeto. A realização é da Noca Lab Produtora Cultural, com recursos do Programa Goyazes, do Governo de Goiás.
Parte do acervo já foi apresentada anteriormente no MIS — Museu da Imagem e do Som de São Paulo, em 2024, e agora chega a Goiânia em uma nova montagem no Centro Cultural Oscar Niemeyer.
Além da exposição, o público poderá conhecer o livro “10 Anos de Guerra Sem Fim”, obra que reúne uma seleção especial dos registros produzidos por Gabriel Chaim ao longo de sua trajetória em áreas de conflito. A publicação amplia a experiência proposta pela mostra ao reunir fotografias, relatos e reflexões que ajudam a compreender os impactos humanos e sociais das guerras contemporâneas.
Reconhecido internacionalmente por sua atuação em áreas de conflito, Gabriel Chaim construiu uma trajetória marcada pela proximidade com acontecimentos que moldaram parte da geopolítica contemporânea. Seu trabalho já foi publicado por importantes veículos nacionais e internacionais, como TV Globo, CNN, The Guardian e Der Spiegel, consolidando um olhar que une rigor jornalístico, sensibilidade artística e potência documental. Ao longo dos anos, suas imagens passaram a integrar não apenas reportagens e produções audiovisuais, mas também projetos culturais e institucionais ligados à memória, aos direitos humanos e à preservação histórica.
Mais do que apresentar cenários de destruição, a exposição propõe uma reflexão sobre os impactos permanentes da guerra na vida cotidiana de populações civis. Rostos marcados pelo medo, cidades devastadas, crianças em meio aos escombros e a resistência silenciosa de comunidades atingidas pela violência compõem um acervo que evidencia a dimensão humana dos conflitos. Em vez de retratar apenas batalhas, o trabalho de Chaim aproxima o público das histórias que sobrevivem entre ruínas, perdas e deslocamentos.
Parte da relevância internacional de sua obra também se manifesta na forma como suas imagens dialogam com diferentes linguagens culturais. Registros feitos por drones na cidade síria de Kobani foram incorporados ao repertório visual de apresentações da banda U2, em um encontro simbólico entre arte, música e denúncia humanitária. Seus documentários e produções audiovisuais também circularam por festivais internacionais e receberam importantes reconhecimentos no circuito audiovisual, reforçando a força narrativa de um trabalho que transita entre o jornalismo investigativo e a arte contemporânea.
A exposição “10 Anos de Guerra Sem Fim” é realizada pela Noca Lab Produtora Cultural, com recursos do Programa Goyazes, do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura. A iniciativa conta com o apoio do Sicoob, SICROVED, Senac e Sesc, além do patrocínio do Supermercado Leve e da Editora Arte.
Ao receber “10 Anos de Guerra Sem Fim”, Goiânia reafirma seu crescimento no cenário cultural brasileiro e fortalece o papel de seus espaços públicos como ambientes de reflexão e produção de conhecimento. Instalada no Centro Cultural Oscar Niemeyer até 25 de agosto, a mostra aproxima o público brasileiro de realidades frequentemente vistas apenas à distância, transformando a experiência artística em um exercício coletivo de memória, empatia e consciência histórica.
Serviço
“10 Anos de Guerra Sem Fim”
Data: 10 de junho a 25 de agosto
Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer
Assessoria de Imprensa
Palavra Comunicação
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Instagram: @palavracomunicacao
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