segunda-feira, 13 de julho de 2026
Setor Cultural de Goiás inicia mobilização pela ampliação do Programa Goyazes e alerta para impacto econômico da medida
Setor Cultural de Goiás inicia mobilização pela ampliação do Programa Goyazes e alerta para impacto econômico da medida
Lideranças da cultura defendem reunião entre Governo de Goiás, Secretaria da Economia, Secretaria da Cultura e Casa Civil para discutir suplementação do Programa Goyazes e seu futuro diante da Reforma Tributária
Artistas, produtores culturais, trabalhadores da economia criativa e empresas patrocinadoras iniciaram uma mobilização em defesa da ampliação do limite financeiro do Programa Estadual de Incentivo à Cultura – Goyazes, principal mecanismo de incentivo fiscal à cultura em Goiás.
A mobilização ocorre após a constatação de que tramita, desde fevereiro deste ano, o Processo SEI nº 202617645000621, por meio do qual a Secretaria de Estado da Cultura solicita à Secretaria da Economia a ampliação do limite anual de crédito outorgado do Programa, dos atuais R$ 40 milhões para R$ 70 milhões.
A própria documentação do processo demonstra que a Secretaria da Cultura já encaminhou três ofícios oficiais defendendo a ampliação, fundamentando tecnicamente o pedido na legislação vigente, no Convênio ICMS nº 35/2020 do CONFAZ, na Lei de Responsabilidade Fiscal e no cenário da Reforma Tributária.
Segundo os documentos oficiais, o Programa Goyazes recebeu, em 2026, 988 projetos culturais, que somam aproximadamente R$ 289 milhões em propostas. Desses, 553 projetos, representando R$ 174,3 milhões, já foram habilitados e encaminhados ao Conselho Estadual de Cultura para avaliação de mérito.
Apesar da elevada demanda, o limite financeiro do Programa permanece em R$ 40 milhões, valor considerado insuficiente para atender ao crescimento registrado nos últimos anos.
Cultura como política de desenvolvimento econômico
Os organizadores da mobilização destacam que o debate ultrapassa a pauta cultural e alcança diretamente a economia goiana. Dados oficiais da Secretaria de Estado da Economia mostram que Goiás arrecadou aproximadamente R$ 38,2 bilhões em receitas tributárias em 2025, crescimento de 4,48% em relação ao ano anterior. Já em janeiro de 2026, a Receita Total do Estado atingiu R$ 4,47 bilhões, representando crescimento de 17,93% sobre janeiro de 2025.
Além disso, estudo desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) sobre a execução da Lei Paulo Gustavo no Estado do Rio de Janeiro concluiu que cada R$ 1 investido retornou R$ 6,51 para a economia e para os cofres públicos, evidenciando o potencial multiplicador dos investimentos públicos em cultura.
Para os representantes do movimento, ampliar o Programa Goyazes significa estimular cadeias produtivas que envolvem artistas, técnicos, montadores, empresas de iluminação e sonorização, gráficas, hotéis, restaurantes, transportadoras, profissionais da comunicação, fornecedores e centenas de micro e pequenas empresas distribuídas por todas as regiões do Estado.
Movimento também pede debate sobre a Reforma Tributária
Além da suplementação do limite financeiro para 2026, a mobilização pretende abrir uma discussão sobre o futuro do Programa Goyazes diante da implantação da Reforma Tributária, que substituirá gradativamente o ICMS pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
Os organizadores defendem a criação de um espaço institucional de diálogo entre Governo de Goiás, Secretaria da Economia, Secretaria da Cultura, Casa Civil, Assembleia Legislativa, setor produtivo e representantes da classe cultural para discutir mecanismos que garantam a continuidade da política pública de incentivo fiscal à cultura no novo modelo tributário brasileiro.
"Não se trata de uma medida eleitoral, mas de cumprir a legislação vigente"
Um dos líderes da mobilização, o produtor cultural Wellington Dias, afirma que a eventual suplementação do Programa Goyazes não afronta a legislação eleitoral, por representar a execução regular de uma política pública já instituída.
"Cabe ao governador manter o Estado funcionando dentro das regras e leis vigentes. O Convênio ICMS nº 35, aprovado pelo CONFAZ em 2020, é taxativo ao estabelecer que o Programa não pode ultrapassar 0,3% da arrecadação anual do ICMS. Hoje, esse percentual representa um valor superior a R$ 90 milhões e, mesmo com a suplementação pretendida, o Programa chegaria a R$ 70 milhões, permanecendo muito abaixo do limite autorizado. O governo não pode fazer publicidade em cima da suplementação, mas fazer girar bens e serviços, movimentar a economia do Estado e gerar emprego e renda não é ação eleitoreira. Na verdade, é apenas a obrigação de executar políticas de Estado previstas em lei.", afirma.
Segundo Wellington Dias, o movimento busca uma construção institucional e técnica, sem qualquer viés de confronto.
"Nossa proposta é contribuir para um diálogo responsável entre os órgãos envolvidos. Estamos falando de geração de emprego, circulação de riqueza, fortalecimento das economias locais e segurança jurídica para uma política pública que se consolidou como um dos principais instrumentos de desenvolvimento da cultura em Goiás."
Mobilização
A campanha convida artistas, produtores culturais, trabalhadores da cultura, empresas patrocinadoras, entidades representativas e toda a sociedade a conhecerem o Processo SEI nº 202617645000621, disponível para consulta pública no Portal SEI Goiás, e a apoiarem a abertura de um diálogo institucional sobre o fortalecimento do Programa Goyazes.
SERVIÇO:
Informações para a imprensa: Wellington Dias (Dias e Melo Assessoria Cultural)
📞 (62) 99213-6814
📧 diasmelocultura@gmail.com
Carlos Eduardo Faria - Kadu!
Jornalista / Paspartú Comunicação
carlosedufaria@gmail.com
https://www.facebook.com/paspartucomunicacao
paspartucomunicacao@gmail.com
@carloseduardofariakadu
(62) 98128-1786
Du Caixote Cia de Arte conquista premiações e festival nacional de teatro
Du Caixote fatura prêmios em festival de teatro nacional
O diretor da Du Caixote Cia de Arte, Vanderlei Roncato, e a trupe acabam de retornar de Itú (SP), trazendo na bagagem cinco prêmios e três menções honrosas conquistadas no 6º Festival de Teatro Dago Menezes. A peça A menina e o céu de memórias foi indicada em onze categorias e venceu como Melhor Espetáculo; Melhor Direção (Vanderlei Roncato), Melhor Atriz (Bárbara Brinquedo), Melhor Ator Coadjuvante (Francis Silva) e Melhor Concepção de Cenário (Paulinho Pessoa). Também recebeu três certificados de Menção Honrosa: Excelência no feitio do trabalho musical, Conjunto de atores e Sutileza em tratar sobre o tema luto.
Sensível e lúdica, a peça narra a história de Pipa, uma menina que vive em busca de respostas para a ausência, o luto e o desejo de voar. Ao lado de Hélio, um robô inacabado e curioso, ela parte em uma jornada encantada por lembranças, experimentos e reencontros com personagens divertidos e excêntricos – como o dançante e enigmático Sr. Ventania, o elétrico e imprevisível Sr. Faísca e a misteriosa Dra. Raio –, ao som de uma trilha sonora especial.
Vandelei Roncato, diretor da Du Caixote Cia de Arte, com os cinco prêmios que espetáculo A menina e o céu de memórias faturou em festival de teatro em Itú-SP
Crédito: Jotapê Silva
Yara Napoli, produtora Executiva do Festival Dago Menezes, e Vanderlei Roncato, diretor da Du Caixote Cia de Arte e do espetáculo premiado A menina e o céu de memórias
Bárbara Brinquedo e Francis Silva faturaram os prêmios de Melhor Atriz e Melhor Ator Coadjuvante pela atuação como a menina Pipa e robô Hélio
Crédito: Layza Vasconcelos
Assessoria de imprensa
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Ex-BBB Clara Aguilar afirma que não pretende abandonar carreira no conteúdo adulto: "Gosto muito dessa exibição"
Ex-BBB Clara Aguilar afirma que não pretende abandonar carreira no conteúdo adulto: "Gosto muito dessa exibição"
"Isso me dá autoestima, me faz me sentir gostosa e bonita", comentou ela
São Paulo, julho de 2026 - Clara Aguilar foi a primeira criadora de conteúdo adulto a participar do BBB (na 14ª edição do programa, em 2014) e, mesmo após todos esses anos, ela afirmou que não pretende deixar a carreira +18 para trás.
“Estou prestes a fazer 40 anos. Não sei se uma hora vou parar, porque gosto muito dessa exibição, gosto de saber que tem alguém ali me assistindo”, disse ela, que possui perfil na Privacy, Close Fans, Fatal Fans e Camera Prive, em uma entrevista ao gshow.
“Isso me dá autoestima, me faz me sentir gostosa e bonita. Mas pretendo me aposentar um dia e, quem sabe, fazer isso só por hobby, sem ser por dinheiro”.
De acordo com Clara, ela trabalhou como cam girl desde os 18 anos, antes mesmo de entrar na casa mais vigiada do Brasil, mas migrou para as plataformas de venda de conteúdo exclusivo durante a pandemia. Hoje, ela trabalha com as duas frentes.
Ao comentar sobre como lida com o julgamento do público, Aguilar afirmou que trabalhar com esse tipo de conteúdo por tantos anos a fez ficar ainda mais forte.
“Criei uma casca em mim para ser livre. As pessoas vão te julgar de qualquer maneira, então, seja você mesmo. Quem gostar de você da forma que você é, será bem-vindo. Quem não gostar, ótimo, a gente já espanta”, apontou.
Em outro trecho da entrevista, Clara não desviou do assunto “procedimentos estéticos” e assumiu que já fez “tudo que vocês imaginarem”, incluindo lipoaspiração, harmonização facial e silicone.
“Se a gente for falar de procedimento estético, vou ter que ficar aqui uma hora falando”, disse a ex-BBB. “Às vezes posto foto sem maquiagem, sem filtro, e as pessoas falam: 'Cheia de procedimentos estéticos'. Eu respondo: 'Se existe medicina para me deixar mais bonita, por que não vou usar?'”.
Clara Aguilar
Bruna Rodrigues
Redatora
contato@fofocaboa.com.br
CDL Goiânia lança Prêmio de Comunicação
CDL Goiânia lança Prêmio de Comunicação e amplia reconhecimento a jornalistas e comunicadores digitais
Premiação distribuirá R$ 60 mil e reconhecerá produções sobre empreendedorismo, comércio, inovação e desenvolvimento econômico. O lançamento oficial será em 21 de julho, com inscrições abertas de 1º de agosto a 30 de setembro.
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) Goiânia realiza, no próximo 21 de julho, o lançamento oficial da 8ª edição do Prêmio CDL Goiânia de Comunicação, iniciativa que chega renovada e amplia o reconhecimento aos profissionais que produzem conteúdo de qualidade sobre empreendedorismo, inovação, comércio e desenvolvimento econômico. A principal novidade desta edição é a inclusão dos comunicadores digitais entre os públicos contemplados pela premiação, acompanhando as transformações do mercado da comunicação e a crescente influência das plataformas digitais na disseminação de informação.
O lançamento será realizado durante um almoço que reunirá jornalistas, comunicadores digitais, empresários, representantes de veículos de comunicação e lideranças do setor produtivo. Na ocasião, serão apresentados o regulamento, as categorias, os critérios de avaliação e o calendário oficial da edição 2026.
Realizado pela CDL Goiânia, o prêmio passa a substituir a antiga denominação Prêmio CDL Goiânia de Jornalismo e adota o nome Prêmio CDL Goiânia de Comunicação, refletindo a evolução dos formatos de produção e consumo de informação. A iniciativa mantém o compromisso de reconhecer conteúdos que contribuam para o fortalecimento do ambiente de negócios, da livre iniciativa e do desenvolvimento econômico regional, valorizando trabalhos que promovam o debate qualificado sobre temas estratégicos para a sociedade.
As inscrições estarão abertas entre 1º de agosto e 30 de setembro, exclusivamente pelo site oficial da premiação. Nesta edição, poderão concorrer reportagens e conteúdos informativos produzidos e veiculados entre 5 de outubro de 2025 e 30 de setembro de 2026, desde que abordem assuntos relacionados ao empreendedorismo, comércio, serviços, inovação, transformação digital, mercado de trabalho, competitividade e desenvolvimento econômico.
O prêmio é dividido em duas grandes categorias. A primeira contempla Jornalistas Profissionais, nas modalidades Texto, Áudio e Audiovisual. A segunda é destinada aos Comunicadores Digitais, reconhecendo conteúdos informativos produzidos para plataformas digitais, como redes sociais, blogs, podcasts e canais de vídeo.
Ao todo, a premiação distribuirá R$60 mil, sendo R$15 mil para o vencedor de cada uma das quatro categorias premiadas. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora independente, que levará em consideração critérios como relevância social, originalidade, criatividade, qualidade editorial, apuração das informações e contribuição para o debate público sobre temas que impactam o desenvolvimento econômico e o setor produtivo.
Os vencedores serão anunciados no dia 4 de dezembro, durante a cerimônia do Prêmio Destaque CDL Goiânia, evento que reúne empresários, lideranças e representantes da comunicação para reconhecer iniciativas que impulsionam o desenvolvimento de Goiás.
Serviço
8º Prêmio CDL Goiânia de Comunicação
Inscrições: 1º de agosto a 30 de setembro de 2026
Período de publicação dos trabalhos: 5 de outubro de 2025 a 30 de setembro de 2026
Premiação: 4 de dezembro de 2026, durante o Prêmio Destaque CDL Goiânia.
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81% dos inadimplentes recorrem a um novo empréstimo para pagar dívidas antigas
81% dos inadimplentes recorrem a um novo empréstimo para pagar dívidas antigas, aponta pesquisa
Levantamento da CNDL e SPC Brasil revela que prática de "pedalar" dívidas se tornou rotina para a maioria dos consumidores inadimplentes e expõe desafios que vão além da falta de renda
Recorrer a um novo empréstimo, utilizar o limite do cartão de crédito ou o cheque especial para quitar uma dívida anterior tornou-se uma prática comum entre os brasileiros inadimplentes. É o que revela uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, realizada em parceria com a Offerwise Pesquisas. Segundo o levantamento, 81% dos consumidores com contas em atraso há mais de três meses admitiram ter utilizado um novo crédito para pagar outro compromisso financeiro ao longo do último ano.
O estudo mostra que essa estratégia deixou de ser uma solução pontual para se transformar em um hábito recorrente. Entre aqueles que recorreram à chamada "pedalada financeira", 25% afirmam fazer isso todos os meses, enquanto 37% utilizam esse recurso ocasionalmente em momentos de aperto financeiro e 19% apenas em situações consideradas emergenciais.
Para o presidente da CNDL, José César da Costa, os números evidenciam um ciclo de endividamento cada vez mais difícil de romper.
"O ato de cobrir uma linha de crédito com outra é o sintoma mais claro de um ciclo de sobrevivência financeira reativa. O consumidor busca um alívio imediato, mas acaba ampliando o problema no longo prazo", afirma.
Conhecimento financeiro não se traduz em organização
Apesar de 78% dos entrevistados avaliarem seu conhecimento sobre finanças como regular, bom ou ótimo, a pesquisa mostra que esse entendimento pouco se reflete na prática. Quase metade dos inadimplentes (48%) não realiza qualquer controle efetivo do orçamento.
Entre eles, 20% acompanham apenas o extrato bancário, enquanto 16% dependem exclusivamente da memória para administrar receitas e despesas.
Ao mesmo tempo, os entrevistados demonstram saber quais seriam as atitudes mais importantes para evitar o endividamento. O controle do orçamento foi citado por 39%, seguido por evitar o uso excessivo do cartão de crédito (36%) e manter autocontrole emocional nas decisões de consumo (34%).
As principais dificuldades para manter uma organização financeira são a falta de disciplina para registrar todos os gastos (20%), a desmotivação por não perceber resultados rápidos (15%) e a crença de que fazer as contas "de cabeça" é suficiente (15%).
Emoções influenciam o comportamento financeiro
A pesquisa também aponta que o endividamento está diretamente relacionado a fatores emocionais. Metade dos entrevistados afirmou enfrentar dificuldades para manter hábitos financeiros saudáveis diante das dívidas.
Entre eles, 18% disseram perder a motivação para economizar por acreditarem que pequenos cortes não fazem diferença, 17% admitem comprar por impulso após períodos de privação, enquanto 16% utilizam o consumo como forma de aliviar o estresse provocado pela própria situação financeira.
O impacto também atinge o ambiente familiar. Mais da metade dos inadimplentes (54%) já escondeu compras ou o valor real de suas dívidas de familiares ou pessoas próximas por vergonha, sendo que 29% afirmam fazer isso com frequência.
Segundo José César da Costa, esse cenário mostra que as políticas de educação financeira precisam considerar também os aspectos comportamentais.
"A educação financeira tradicional ainda se concentra apenas em cálculos e planilhas. É preciso desenvolver inteligência emocional e gestão de riscos, porque o consumo muitas vezes funciona como uma válvula de escape para a ansiedade provocada pelo endividamento", destaca.
Inadimplência gera mudança de comportamento
Apesar do cenário preocupante, o levantamento identifica uma mudança de postura após a experiência da inadimplência. Para 79% dos entrevistados, manter o nome limpo é um dos bens mais valiosos da vida.
Como consequência, 92% afirmam ter mudado significativamente a forma de administrar o dinheiro depois de enfrentarem dificuldades financeiras.
As principais mudanças relatadas foram:
controle mais rigoroso das despesas domésticas (32%);
refletir antes de realizar novas compras (30%);
pesquisar preços com maior frequência (29%);
limitar o uso do cartão de crédito (25%).
Metodologia
A pesquisa foi realizada entre 6 e 17 de março de 2026, por meio de entrevistas online com 609 consumidores inadimplentes, homens e mulheres com 18 anos ou mais, residentes nas capitais brasileiras e pertencentes a todas as classes sociais. A margem de erro é de 4 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
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Pobre Juan apresenta menu especial de jantar para aquecer as noites de julho em Goiânia
Pobre Juan apresenta menu especial de jantar para aquecer as noites de julho em Goiânia
Como parte de sua participação no Festival Curta Mais, o restaurante no Flamboyant Shopping combina a força da grelha com ingredientes nacionais em um cardápio em três tempos, servido de segunda a quinta-feira
As noites de julho em Goiânia convidam a desacelerar e estender o tempo ao redor da mesa. É com esse foco no conforto e na valorização do paladar que o Pobre Juan desenhou um menu especial para o jantar, feito sob medida para quem busca uma refeição marcante no meio da semana. A seleção integra o circuito do Festival Curta Mais deste ano, servindo como uma oportunidade para o público reencontrar os clássicos da casa sob uma nova perspectiva gastronômica.
Disponível de segunda à quinta-feira, até o dia 31 de julho, o percurso começa com escolhas que equilibram frescor e tradição portenha. Para abrir o apetite, a cozinha oferece a Salada Mediterrânea, uma combinação de folhas verdes, molho de mel e mostarda, tomates levemente passados na brasa, melão, queijo e jamón, finalizada com a textura crocante das Castanhas-do-Pará. Quem prefere um clássico das calçadas de Buenos Aires pode optar pela tradicional Empanada de Queso y Escarola, que chega à mesa com a massa folhada no ponto correto.
Os pratos principais refletem a essência da marca: o respeito ao tempo do fogo e a busca por insumos de alta qualidade. O pioneirismo da grelha se faz presente no Risoto de Abóbora servido com o Corte do Assador, onde a cremosidade do arroz encontra a suculência e o ponto preciso da carne na brasa. Já para os que preferem a leveza dos peixes mesmo no inverno, a sugestão é o Pirarucu do Norte. O pescado é grelhado e servido com molho pesto, purê de banana e legumes, recebendo o toque final de Castanhas-do-Pará, em um prato que exalta a riqueza dos sabores brasileiros.
O encerramento do jantar reserva duas interpretações sobre o ingrediente mais famoso da confeitaria platina: o doce de leite. O cliente pode escolher o tradicional Pudim de Dulce de Leche, com sua textura sedosa e doçura equilibrada, ou a Banana Assada, que chega quente da cozinha acompanhada por doce de leite, sorvete de baunilha e um praliné de amêndoas para garantir contraste e crocância na boca.
Toda essa sequência é servida no ambiente acolhedor do restaurante, localizado no Polo Gastronômico do Flamboyant Shopping, ideal para jantares de negócios, encontros de férias ou celebrações em família. É a união entre a técnica que consagrou a marca nacionalmente e a simplicidade de uma boa conversa ao cair da noite.
SERVIÇO: Menu especial Pobre Juan (Circuito Curta Mais)
Disponibilidade: De segunda a quinta-feira, exclusivamente no horário do jantar, até 31 de julho
Estrutura: Menu completo com entrada, prato principal e sobremesa (bebidas à parte).
Valor: R$ 139,00 por pessoa (compreende entrada, principal e sobremesa)
Local: Flamboyant Shopping – Polo Gastronômico (Av. Jamel Cecílio, 3300 - Jardim Goiás).
Informações e Reservas: (62) 98137-8955.
Sobre o Pobre Juan
Inspirado nas típicas casas argentinas, o Pobre Juan é referência nacional quando o assunto é parrilla e carnes. Inaugurado em 2004, atua com 19 restaurantes cuidadosamente ambientados para quem aprecia alta gastronomia, sabores únicos, drinques autorais e uma carta de vinhos selecionada. Operando em Goiás desde 2017, o restaurante localizado no Polo Gastronômico Flamboyant tem capacidade para 200 pessoas, área privativa dedicada a eventos corporativos e sociais e ambiente acolhedor. Entre as inovações, destaque para a parrilla estrategicamente posicionada e uma imponente adega que reúne cerca de 130 rótulos de países como França, Itália, Portugal, Espanha, Brasil, Chile e Argentina. Deste último, além das garrafas já consagradas, a marca faz também uma importação própria, com vinhos garimpados em vinícolas de boutique.
FatoMais:
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O 'efeito Ozempic' e o boom de lifting facial em jovens de 30 anos. Entenda o fenômeno.
Canetas emagrecedoras mudam perfil do lifting facial no Brasil
Perda de peso acelerada leva pacientes mais jovens aos consultórios em busca de correção da flacidez e reposicionamento dos tecidos da face
A popularização das canetas emagrecedoras mudou a relação entre perda de peso e envelhecimento facial. Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro ampliaram os resultados corporais em pouco tempo, mas também tornaram mais visível a flacidez facial. O fenômeno conhecido como rosto de Ozempic chega aos consultórios com queixas de aparência cansada, mandíbula caída e falta de volume.
O impacto aparece principalmente nos coxins adiposos, estruturas de gordura que sustentam bochechas, têmporas, mandíbula e região abaixo dos olhos. A retração cutânea não acompanha a mudança no mesmo ritmo, o que favorece sulcos profundos, papada e flacidez tecidual precoce. “O rosto tem compartimentos de gordura que funcionam como sustentação natural. Quando o paciente emagrece muito rápido, esses coxins adiposos diminuem e a pele perde apoio. O resultado pode ser uma face mais caída, com aspecto cansado, sulcos marcados e envelhecimento precoce, mesmo em pessoas mais jovens”, explica o cirurgião plástico David Di Sessa, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
A procura por lifting facial deixou de estar restrita a pacientes mais maduros. A cirurgia, antes associada a pessoas acima dos 50 anos, aparece cada vez mais frequente nos pacientes na casa dos 30 anos. O movimento acompanha a pressão estética das redes sociais, o emagrecimento medicamentoso e a busca por resultados mais naturais.
“Existe uma diferença importante entre emagrecer o corpo e preservar a harmonia do rosto. Aos 30 anos, o colágeno já começa a diminuir e a pele responde com menos elasticidade. Quando a perda de peso é muito rápida, a face pode envelhecer antes do tempo, porque volume, pele e sustentação deixam de acompanhar o mesmo processo”, enfatiza o cirurgião plástico.
Esse novo comportamento explica a presença crescente de pacientes jovens interessados em minilifting, lifting facial e técnicas que tratam planos profundos da face. O objetivo não é alterar traços, mas reposicionar tecidos, recuperar o contorno e corrigir o excesso de pele. Em muitos casos, procedimentos dermatológicos isolados não conseguem compensar a perda estrutural provocada pelo emagrecimento acelerado.
“Bioestimuladores, lasers e preenchedores ajudam em quadros leves, mas eles não substituem a cirurgia quando existe queda real dos tecidos. O lifting facial reposiciona estruturas profundas e trata a flacidez de maneira mais efetiva. A indicação depende de avaliação individual, estabilidade do peso, qualidade da pele e grau de perda dos coxins adiposos”, completa o profissional.
Para Di Sessa, esses casos ajudam a ampliar a conversa, mas não devem substituir avaliação médica. Fotos, ângulos, maquiagem, idade, perda de peso e procedimentos anteriores podem mudar a percepção pública sobre um rosto. “O ponto central é entender que nem todo paciente terá flacidez intensa, e nem toda flacidez precisa de lifting facial”, alerta.
O avanço das canetas emagrecedoras cria uma nova etapa na medicina estética. A perda de peso deixa de ser avaliada apenas pelo corpo e passa a incluir o impacto sobre a face, o pescoço e a identidade visual do paciente. A tendência reforça a importância de acompanhamento médico, planejamento e indicação precisa antes de qualquer procedimento de rejuvenescimento facial.
“O paciente precisa ser avaliado de forma individual. Algumas pessoas recuperam bem a pele depois do emagrecimento, outras apresentam sobra cutânea e queda importante. O mais seguro é esperar o peso estabilizar, estudar a anatomia da face e indicar o tratamento adequado, sem transformar o lifting facial em uma solução automática”, conclui David Di Sessa.
Máxima Assessoria de Imprensa
Mayara Rodrigues
Assessora de Imprensa
mayara@maximasp.com.br
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