sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Dia do Corretor é celebrado com programação especial na Central de Decorados da Brasal, em Goiânia

Dia do Corretor é celebrado com programação especial na Central de Decorados da Brasal, em Goiânia
Cerca de 150 corretores participaram do “Fora do Plantão”, evento promovido pela Brasal Incorporações em celebração ao Dia do Corretor. Realizado na Central de Decorados Brasal Goiânia, o evento de confraternização contou com drinks, DJ, experiências e sorteios. Mais do que uma comemoração, o “Fora do Plantão” foi uma forma de reconhecer a atuação dos corretores e a parceria desses profissionais com a incorporadora. “Os corretores têm papel fundamental na dinâmica do mercado imobiliário, por isso, sempre mantemos uma relação próxima com os profissionais do setor, valorizando a parceria e reconhecendo a dedicação de quem está diariamente com o cliente”, comenta Maurício D’Angelo, gerente comercial da Brasal Incorporações de Goiás. Mais sobre a Brasal Incorporações Com mais de 60 anos de história, a Brasal é um grupo multissegmentado que atua em incorporação imobiliária, bebidas, veículos, combustíveis e energia renovável. A Brasal Incorporações, presente em Brasília, Goiânia e Uberlândia, já soma mais de 10 mil unidades entregues, 1,6 milhão de m² construídos e R$ 8 bilhões em VGV lançados. Reconhecida pelo Great Place to Work, emprega mais de 1.500 colaboradores e possui certificações de excelência como PBQP-H/SIAC nível A e ISO 9001. Cada empreendimento carrega o compromisso de oferecer qualidade de vida, inovação e sustentabilidade para as gerações presentes e futuras. Kasane Dora Teruel Assessora de Imprensa

​Aeroporto de Goiânia promove ação voluntária em escola próxima ao terminal

Aeroporto de Goiânia promove ação voluntária em escola próxima ao terminal Colaboradores participaram da revitalização do espaço e levaram orientações de segurança aeroportuária para os alunos
Palestra educativa para os alunos da Escola Municipal Marechal Castelo Branco (Foto: Motiva Aeroportos) Goiânia, 28 de agosto de 2026 - O Aeroporto de Goiânia reuniu cerca de 15 colaboradores em uma ação voluntária realizada na última quarta-feira (26) na Escola Municipal Marechal Castelo Branco, no Jardim Guanabara II. A iniciativa beneficiou mais de 600 alunos com o plantio de mudas, pintura de espaços da escola e atividades lúdicas. As crianças também puderam aproveitar um momento de confraternização com pipoca e algodão-doce. A ação também levou aos estudantes orientações sobre prevenção de riscos e segurança aeroportuária, com informações sobre os cuidados com o uso de pipas e drones nas proximidades do aeroporto, a presença de animais e o descarte correto de lixo, entre outros fatores que podem impactar a segurança das operações. Para o gerente do Aeroporto de Goiânia, Wander Melo Jr., a ação foi uma oportunidade de colocar o voluntariado em prática e contribuir diretamente com a comunidade. “Foi um dia muito especial com o nosso Programa de Voluntariado, fazendo a diferença na escola e na comunidade próxima ao nosso aeroporto. Realizamos atividades de pintura, paisagismo e atividades lúdicas, além de levar orientações sobre segurança”, afirma. “Foi muito bom ver os colaboradores se mobilizando e participando de cada etapa. Mais do que revitalizar o espaço, tivemos a oportunidade de estar próximos dos alunos, conversar e compartilhar informações importantes. É uma experiência que deixa um sentimento muito positivo em todos que participam”, destaca Wanderley da Mata, colaborador do Aeroporto de Goiânia e responsável pela organização da ação. A iniciativa integrou a programação da Semana Nacional de Voluntariado, organizada pelo Instituto Motiva, e reforça o compromisso do Aeroporto de Goiânia com as comunidades do entorno. A mobilização também se conecta ao propósito do voluntariado, que ganha destaque nesta semana com a celebração do Dia Nacional do Voluntariado, na sexta-feira (28).
Plantação de mudas na Escola Municipal Marechal Castelo Branco (Foto: Motiva Aeroportos)
Equipe de voluntários que participaram da ação. (Foto: Motiva Aeroportos) Sobre o Aeroporto de Goiânia: Fundado em 1955, conecta Goiás a diversos destinos. Conta com infraestrutura moderna e está entre os 10 mais movimentados do Brasil em Aviação Executiva. Está sob administração da Motiva desde março de 2022. Sobre a Motiva: Maior empresa de infraestrutura de mobilidade do Brasil, a Motiva atua nas plataformas de Rodovias, Trilhos e Aeroportos. São 39 ativos, em 13 estados brasileiros e mais de 16 mil colaboradores. A Companhia é responsável pela gestão e manutenção de 4.475 quilômetros de rodovias, realizando cerca de 3,6 mil atendimentos diariamente. Em sua plataforma de trilhos, por meio da gestão de metrôs, trens e VLT, transporta anualmente 750 milhões de passageiros. Em aeroportos, com 17 unidades no Brasil e três no exterior, atende aproximadamente 48 milhões de clientes anualmente. Primeira empresa do Brasil a integrar o Novo Mercado, a Companhia está listada há 14 anos no hall de sustentabilidade da B3. Fernanda Laune Consultora de Comunicação

Einstein promove treinamento de primeiros socorros para mulheres da pecuária goiana

Einstein promove treinamento de primeiros socorros para mulheres da pecuária goiana Em sintonia com o mês da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, médicos do Einstein em Goiânia realizaram um treinamento de primeiros socorros para integrantes do Núcleo Feminino de Pecuária Goiana na sede da Campo Nutrição Animal. A capacitação foi voltada especialmente para situações de trauma de face e olhos, além de traumas abdominais e ósseos, com orientações práticas para o atendimento inicial até a chegada de uma equipe especializada. A iniciativa teve como público proprietárias / gestoras de fazendas, além da presidente do Núcleo Feminino de Pecuária de Goiana, Janaína Flor, que muitas vezes estão na linha de frente diante de acidentes no ambiente rural. A proposta foi prepará-las para agir com mais segurança em situações de emergência, especialmente em casos de traumas provocados por animais. Na imagem, da esquerda para a direita: Raquel Almeida (associada), Camila de Freitas (referência técnica de odontologia do Einstein em Goiânia), Ledice Pereira (associada), Daniel Magalhães (cirurgião geral do Einstein em Goiânia), José Luiz Teles (cirurgião bucomaxilofacial do Einstein em Goiânia), Shirley Sumie (associada) e Janaína Flor (presidente do Núcleo Feminino da Pecuária Goiana). FatoMais Comunicação

[EXPOFLORA 2026] Casa K&M leva fragrâncias "Segredos do Oriente" e "Chá Branco" ao Expoflora 2026

Casa K&M leva experiência olfativa à maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina Fragrâncias Segredos do Oriente e Aurora do Oriente serão apresentadas ao público durante a Expoflora 2026, que acontece de 28 de agosto a 27 de setembro, em Holambra (SP)
Casa K&M participa da Expoflora, em Holambra (SP), um dos principais eventos de flores e plantas ornamentais do país - Crédito: Divulgação Uma imersão no universo da perfumaria árabe no coração do maior evento de flores da América Latina. Quem passar pela Expoflora 2026, de 28 de agosto a 27 de setembro, em Holambra (SP), terá a oportunidade de vivenciar uma experiência sensorial inédita promovida pela Casa K&M. Referência em inovação e perfumação para o lar, a empresa leva ao público as novas fragrâncias Segredos do Oriente e Aurora do Oriente, da linha Seleções, presente nas marcas Casa & Perfume e Casa & Limpeza. Em parceria com a emissora de TV Band Campinas, a empresa estará presente durante todo o período do evento com uma série de ações voltadas à imersão da marca, incluindo perfumação do ambiente, distribuição de produtos e brindes temáticos. Em sua 43ª edição, a Expoflora reúne, em Holambra (SP), flores e plantas ornamentais, paisagismo, cultura holandesa, gastronomia e entretenimento. Considerada a maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina, a feira recebe mais de 300 mil visitantes por edição e, neste ano, será realizada às sextas, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro. No espaço da Casa K&M, a fragrância Segredos do Oriente será incorporada à ambientação, permitindo que o visitante tenha uma experiência olfativa. Serão utilizados difusores automáticos programados para liberar a fragrância em intervalos regulares, mantendo a perfumação durante todo o período do evento e em uma intensidade adequada para alcançar o espaço. “A proposta é fazer com que o consumidor tenha contato com a marca para além da exposição do produto. A fragrância passa a fazer parte do ambiente e da própria experiência do visitante. Na Expoflora, conseguimos unir esse contato sensorial a outros pontos de comunicação e apresentar a linha Seleções de uma maneira mais próxima do público”, afirma Marcos Santana, gerente de Marketing da Casa K&M. Experiência de marca em diferentes pontos de contato Além da ativação física, a Casa K&M terá ações de merchandising, participação em entrevistas e veiculação de mídia exterior nos arredores do Parque da Expoflora. A marca também estará presente na Mostra de Paisagismo e Decoração da Expoflora em parceria com o arquiteto Francisco Suelo, que trará referências ao universo árabe, criando uma conexão visual com o conceito das fragrâncias apresentadas pela linha Seleções.
Com inspiração na perfumaria árabe, as fragrâncias Segredos do Oriente e Aurora do Oriente são os lançamentos que a Casa K&M leva à Expoflora 2026 - Crédito: Divulgação Categoria de limpeza perfumada A decisão de levar a linha Seleções ao evento acompanha o desempenho da categoria no varejo brasileiro. Levantamento das consultorias Scanntech e Mtrix, realizado entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, aponta a Casa & Perfume entre as líderes nacionais em participação de mercado no segmento de limpeza perfumada. O movimento acontece em um setor de escala relevante. Segundo dados da Euromonitor divulgados pela Household Innovation, o Brasil é o sexto maior mercado mundial de produtos de limpeza, com R$ 38,3 bilhões em vendas, e o segmento deve crescer 8,8% até 2028, quando alcança R$ 41,6 bilhões. Nesse cenário, fragrâncias de maior fixação e presença olfativa, antes concentradas na perfumaria pessoal, passaram a influenciar também a categoria de produtos para o lar. "A linha Seleções nasceu de uma leitura de categoria, não de uma oportunidade pontual de evento. O desempenho da Casa & Perfume no varejo mostra que existe demanda por inovação e fragrâncias mais elaboradas no cuidado da casa, e a Expoflora funciona como ambiente de experimentação em que o consumidor tem contato com o produto antes da gôndola", finaliza Santana. Serviço Expoflora 2026 Data: de 28 de agosto a 27 de setembro, às sextas, sábados e domingos, além do feriado de 7 de setembro (segunda-feira) Horário: das 9h às 19h Local: Parque da Expoflora – Holambra (SP) Sobre a Casa K&M Fundada em 1979, a Casa K&M é uma das maiores indústrias brasileiras de home care, reconhecida como autoridade máxima em perfumação para o lar e pelo pioneirismo ao lançar o primeiro limpador perfumado do país (Casa & Perfume) e a primeira linha de lavanderia infantil (Vida Macia). Com mais de 47 anos, a operação da empresa conta com uma estrutura de capilaridade nacional, empregando cerca de 1.100 colaboradores (entre diretos e indiretos). Suas unidades fabris e centros de distribuição estão estrategicamente localizados em Paulínia (SP), Hortolândia (SP), Gravataí (RS), Goiânia (GO), Pernambuco (PE). O diversificado portfólio da Casa K&M focado nos cuidados com a casa e com as roupas, é composto por marcas consagradas que atendem às diferentes jornadas de higiene e bem-estar do consumidor: Casa & Perfume ,Casa & Limpeza, Vida Macia , Amacitel , Coquel, Brilho Fácil , Tacolac ,entre outras. Agência ERA® Mariana Cruz - Jornalista Responsável mariana@agenciaera.com.br

6 dicas para lidar com o medo de dentista em crianças, adolescentes e adultos

6 dicas para lidar com o medo de dentista em crianças, adolescentes e adultos Ansiedade diante do atendimento pode aparecer em diferentes fases da vida; informação, preparação e acompanhamento ajudam a tornar a experiência mais previsível Medo de dentista não é exclusividade das crianças. Adolescentes e adultos também podem sentir ansiedade antes de uma consulta, seja por experiências negativas anteriores, expectativa de dor ou por não saber o que vai acontecer. Uma pesquisa publicada em 2026 no British Journal of Clinical Psychology, que reuniu dados de 19 estudos com mais de 9 mil adultos, estimou que 18% apresentam níveis elevados de ansiedade odontológica. Entre as crianças pequenas, uma pesquisa global publicada em 2024 no Journal of Dentistry estimou que cerca de 30% das crianças entre 2 e 6 anos apresentam medo ou ansiedade relacionados ao atendimento odontológico. Na ortodontia, outras preocupações podem se somar a esse cenário. Crianças podem estranhar o ambiente e os instrumentos; adolescentes podem se preocupar com aparência e adaptação ao aparelho; enquanto adultos muitas vezes chegam ao consultório carregando lembranças de experiências vividas anos antes. Segundo Claudia Consalter, cirurgiã-dentista e sócia-fundadora da OrthoDontic, maior rede de ortodontia do país, reconhecer a origem do medo é importante para lidar melhor com ele. “Nem todo medo tem a mesma origem. Entender se aquela insegurança vem do desconhecido, de uma experiência anterior, da expectativa de dor ou da preocupação com a aparência ajuda o profissional e o próprio paciente a lidarem melhor com o tratamento”, explica. Saiba o que vai acontecer antes da consulta Antes de iniciar um tratamento, vale perguntar como será a avaliação, quais são as próximas etapas e quais cuidados poderão ser necessários. Com crianças, a orientação é antecipar a experiência com explicações simples e compatíveis com a idade. Para adolescentes e adultos, esclarecer dúvidas diretamente com o profissional ajuda a substituir expectativas por informações mais concretas. Evite transformar dor no assunto principal Na tentativa de tranquilizar, é comum dizer frases como “não vai doer” ou “não precisa ter medo”. O problema é que repetir essas expressões pode fazer a criança imaginar que existe alguma razão para esperar dor. Também é importante evitar relatos negativos sobre consultas, aparelhos ou procedimentos vividos pelos próprios pais. A consulta deve ser apresentada como parte do cuidado com a saúde, sem dramatização. Conte ao profissional que você está inseguro Esconder o medo não torna a experiência necessariamente mais fácil. Se existe receio de algum procedimento, uma experiência ruim no passado ou preocupação específica com o aparelho, vale falar sobre isso antes do atendimento. Essa informação permite que a equipe explique melhor as etapas e adapte a comunicação às necessidades daquele paciente. “Dizer apenas que uma pessoa não precisa sentir medo nem sempre ajuda. Muitas vezes, o primeiro passo é permitir que ela fale sobre aquilo que a preocupa e entenda o que será feito”, afirma Claudia. Adapte a conversa à idade As razões para sentir medo mudam ao longo da vida. Com crianças, vale usar linguagem simples e familiarização com o ambiente. Adolescentes podem precisar de espaço para falar sobre aparência, rotina, alimentação e convivência social durante o uso do aparelho. Já adultos podem comparar o tratamento atual a experiências vividas muitos anos antes. Por isso, a mesma abordagem não funciona para todos. Não deixe o medo interromper o tratamento Na ortodontia, iniciar o tratamento é apenas uma etapa. O resultado depende também de consultas periódicas, ajustes, acompanhamento da evolução e participação do paciente nos cuidados ecomendados. Quando a ansiedade leva a faltas frequentes, longos intervalos entre consultas ou abandono do acompanhamento, o planejamento pode ser prejudicado e o tratamento prolongado. Se o medo estiver dificultando o retorno à clínica, a recomendação é conversar com a equipe antes deixar de comparecer. Prepare a criança para o ambiente da consulta A familiaridade pode ser especialmente importante nas primeiras experiências. A pesquisa global publicada em 2024 no Journal of Dentistry encontrou maior probabilidade de medo ou ansiedade entre crianças que nunca haviam passado por uma consulta odontológica do que entre aquelas que já tinham vivido essa experiência. Por isso, explicar antecipadamente como funciona uma consulta, apresentar o ambiente de forma positiva e utilizar recursos que ajudem a criança a compreender esse universo podem reduzir o estranhamento. Na OrthoDontic, essa abordagem também aparece na estratégia desenvolvida em parceria com a Turma da Mônica. A iniciativa inclui ambientação voltada ao público infantil, materiais de apoio e comunicação pensada para aproximar crianças e famílias do universo da ortodontia, além do preparo das equipes para lidar com diferentes níveis de medo, resistência e sensibilidade. O objetivo não é fazer com que o medo desapareça por completo, mas evitar que o desconhecido se transforme em uma barreira para o cuidado. Informação, previsibilidade e diálogo ajudam pacientes de diferentes idades a chegar à consulta mais preparados e a manter uma relação mais contínua com o tratamento. Economídia Liliane Luchin lili.luchin@economidia.com.br

6 mitos e verdades sobre a blefaroplastia, que ajudam a entender quando a cirurgia é indicada

6 mitos e verdades sobre a blefaroplastia, que ajudam a entender quando a cirurgia é indicada Cirurgião plástico David Di Sessa explica sobre os cuidados que devem ser avaliados antes do procedimento ão plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, explica que as técnicas atuais permitem abordagens mais individualizadas e que antes da decisão, é preciso entender essas possibilidades para alinhar expectativas, segurança e objetivos. “A blefaroplastia começa pela identificação da queixa. Estruturas diferentes podem produzir um aspecto parecido, por isso nem sempre a solução está apenas na retirada de pele. Quando avaliamos a anatomia de forma completa, conseguimos escolher a técnica mais adequada e explicar ao paciente, com clareza, quais mudanças podem ser esperadas com o procedimento”, afirma David Di Sessa. Confira abaixo os mitos e verdades sobre o procedimento: 1. Blefaroplastia serve apenas para retirar excesso de pele. Mito - A blefaroplastia não é um procedimento simples, ela não se limita à retirada de excesso de pele. O planejamento pode incluir gordura orbital, musculatura, posição das pálpebras e a relação entre a região dos olhos e a bochecha. A combinação dessas estruturas ajuda o cirurgião a entender o que realmente provoca o aspecto de cansaço ou peso no olhar. A técnica, portanto, varia conforme as características e necessidades de cada paciente. 2. Não existe idade certa para fazer blefaroplastia. Verdade - A indicação da blefaroplastia exige uma avaliação detalhada, não há uma faixa etária específica para indicação. Algumas pessoas apresentam bolsas hereditárias, flacidez ou excesso de pele mais cedo, enquanto outras chegam a idades mais avançadas sem indicação cirúrgica. A decisão considera anatomia, sintomas, incômodos apresentados e condições clínicas avaliadas durante a consulta. A idade entra nessa análise, mas não funciona como um critério isolado para recomendar o procedimento. 3. Toda gordura das bolsas precisa ser retirada. Mito - Nem sempre retirar toda a gordura das bolsas produz o resultado mais adequado. Em determinados casos, parte desse tecido pode ser preservado ou reposicionado para suavizar depressões abaixo dos olhos e melhorar a transição com a bochecha. Essa escolha depende da distribuição do volume, da profundidade do sulco e da anatomia local. Uma remoção excessiva pode acentuar áreas encovadas e comprometer a naturalidade do contorno. 4. Olhos secos precisam ser avaliados antes da cirurgia. Verdade - Todos os sintomas relacionados a saúde ocular são importantes, e precisam ser relatados antes da cirurgia. Ardência, sensação de areia, lacrimejamento frequente ou uso recorrente de lágrimas artificiais podem indicar alterações da superfície ocular que merecem atenção no planejamento. No pós-operatório, ressecamento e desconforto podem aparecer temporariamente em alguns pacientes. A avaliação prévia permite orientar cuidados específicos e acompanhar de perto quem já apresenta maior sensibilidade na região. 5. A blefaroplastia inferior sempre deixa cicatriz externa. Mito - A blefaroplastia inferior nem sempre exige uma incisão externa na pele. Em alguns pacientes, o acesso pode ser realizado pela parte interna da pálpebra, técnica conhecida como via transconjuntival. Essa abordagem costuma ser considerada quando existem bolsas de gordura sem excesso cutâneo importante. Quando há flacidez, alterações musculares ou necessidade de tratar outras estruturas, o cirurgião pode indicar um acesso diferente para alcançar o resultado planejado com segurança. 6. Recursos regenerativos podem complementar o rejuvenescimento dos olhos. Verdade - Com a indicação correta, os recursos e técnicas regenerativas podem atuar como complemento no rejuvenescimento da região dos olhos. PRP, PRF, nanofat e derivados da gordura autóloga são estudados por seus efeitos sobre textura, qualidade da pele, estímulo reparador e reposição discreta de volume, conforme a técnica utilizada. Os benefícios e o nível de evidência não são iguais entre esses métodos. A escolha deve ser feita após avaliação individual e indicação do médico responsável pelo procedimento. “O melhor resultado não depende de retirar o máximo possível, mas de tratar cada estrutura na medida necessária. Preservar tecidos, respeitar a anatomia e entender as características individuais ajudam a manter equilíbrio na região dos olhos. Uma boa indicação também inclui orientar sobre recuperação, limites do procedimento e cuidados antes e depois da cirurgia”, conclui o cirurgião plástico. Sobre o especialista David Di Sessa é médico cirurgião plástico, graduado pela Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), com residência em Cirurgia Plástica em Campinas e estágio de aperfeiçoamento na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, sob orientação do professor Ivo Pitanguy. Com mais de 15 anos de experiência e mais de 5 mil procedimentos realizados, atua com foco em resultados naturais e na melhora da qualidade de vida dos pacientes, realizando cirurgias plásticas faciais, corporais e das mamas. É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da American Society of Plastic Surgeons (ASPS), da Associação Paulista de Medicina (APM) e da Associação Médica Brasileira (AMB). CRM-SP 112566 RQE 32162 Instagram: @daviddisessa Máxima Assessoria de Imprensa Mayara Rodrigues Assessora de Imprensa mayara@maximasp.com.br

O Hype Nostálgico na moda, especialista analisa por que a moda relança tendências do passado

O Hype Nostálgico na moda, especialista analisa por que a moda relança tendências do passado Coordenadora do curso de Moda analisa o resgate das estéticas dos anos 80, 90 e 2000, detalha o papel da Geração Z e explica como marcas usam a nostalgia para unir segurança comercial e conforto emocional
O resgate das estéticas dos anos 80, 90 e 2000, o papel da Geração Z e como marcas usam a nostalgia Com a indústria da moda se preparando para os lançamentos das novas coleções de primavera/verão, as vitrines e as redes sociais voltam a ser tomadas por tendências que marcaram épocas passadas. Elementos dos anos 80, 90 e a estética dos anos 2000 reaparecem em roupas, calçados e acessórios. Longe de ser apenas uma falta de inovação, esse movimento, conhecido como "hype nostálgico", é uma estratégia de mercado que combina segurança comercial com um forte apelo emocional, valorizando elementos do passado e os transformando em objetos de desejo no presente. “A nostalgia oferece uma sensação de conforto, familiaridade e pertencimento, especialmente em períodos de mudanças rápidas e incertezas sociais”, explica Caroline Hadlich, coordenadora do curso de Moda da UNIASSELVI. “Para as marcas, ela é um recurso poderoso porque conecta emoção e consumo. Comprar uma peça inspirada nos anos 90 ou ouvir o retorno de um estilo musical não significa apenas adquirir um produto, mas também participar de uma narrativa afetiva e coletiva”. Segundo ela, o fenômeno ocorre em um ritmo sem precedentes devido às plataformas digitais. "A moda sempre foi cíclica, mas hoje esse movimento acontece em uma velocidade muito maior. Vivemos em um contexto no qual plataformas digitais, algoritmos e redes sociais transformam referências do passado em conteúdo de consumo constante. Ao mesmo tempo, recorrer ao que já é conhecido reduz riscos para marcas e empresas de entretenimento. Reviver uma estética dos anos 80, 90 ou 2000 significa ativar memórias afetivas em quem viveu essas décadas e despertar curiosidade em quem as conhece apenas pela internet", afirma. Retorno de peças não é aleatório A escolha de qual década resgatar não acontece por acaso. As marcas acompanham o crescimento de buscas, hashtags, comportamento de influenciadores e movimentos culturais antes de lançarem uma tendência. Nesse processo, a Geração Z ocupa papel central, estabelecendo uma relação diferente com o passado. "Embora muitos integrantes da Geração Z não tenham vivido os anos 90 ou 2000, eles consomem essas décadas como repertório visual. Para eles, essas referências não carregam necessariamente nostalgia, mas novidade. Enquanto gerações anteriores revivem memórias, a Geração Z descobre essas estéticas pela primeira vez, reinterpretando-as de forma autoral e misturando diferentes períodos históricos", pontua a professora. Esse resgate também impacta o vestuário masculino, ainda que em ritmo distinto. Elementos como modelagens amplas, jaquetas esportivas, tênis vintage, alfaiataria dos anos 80 e o streetwear dos anos 90 demonstram a força do fenômeno. "A moda masculina historicamente passa por mudanças mais graduais e tende a absorver essas referências de forma mais lenta e prolongada em comparação à feminina, mas ambas participam do mesmo movimento de resgate do passado", destaca. Sustentabilidade e criatividade A velocidade do fast fashion dificulta a consolidação de tendências duradouras, fazendo com que estilos mudem rapidamente. Em contrapartida, cresce o papel dos brechós e do mercado de segunda mão. "Convivem hoje dois movimentos distintos: um voltado para o reuso genuíno e a sustentabilidade, e outro para a reprodução comercial da aparência vintage em larga escala pelas grandes redes varejistas", aponta Caroline. Por fim, a coordenadora da UNIASSELVI desmistifica a ideia de que falte criatividade no setor. Para ela, a inovação migrou para novos espaços, como a moda circular, a biofabricação, a tecnologia e a inclusão. "A originalidade, hoje, está menos em inventar algo totalmente novo e mais na capacidade de estabelecer conexões inéditas entre referências, valores e contextos contemporâneos. O objetivo nos cursos de Moda é ensinar os estudantes a transformar referências em propostas autorais, desenvolvendo pensamento crítico e visão própria em um mercado saturado por imagens", conclui. Sobre a UNIASSELVI A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, tanto na modalidade presencial quanto a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante. Weber Shandwick E-mail: vitru@webershandwick.com Luciana Messa – lmessa@webershandwick.com | Paulo Lima – plima@webershandwick.com |

Dia do Corretor é celebrado com programação especial na Central de Decorados da Brasal, em Goiânia

Dia do Corretor é celebrado com programação especial na Central de Decorados da Brasal, em Goiânia Cerca de 150 corretores participaram ...