sábado, 22 de agosto de 2026

Instituto Tomie Ohtake apresenta Sheila Hicks: O que que é isso?

Instituto Tomie Ohtake apresenta Sheila Hicks: O que que é isso? Mostra reúne cerca de 30 obras de mais de seis décadas de produção da artista norte-americana, referência internacional das práticas têxteis, além de uma instalação inédita concebida especialmente para a exposição. Ministério da Cultura, Bradesco e Instituto Tomie Ohtake apresentam Sheila Hicks – O que que é isso?, exposição dedicada à artista norte-americana Sheila Hicks (Nebraska, Estados Unidos, 1934), uma das principais referências internacionais na expansão das práticas têxteis na arte contemporânea. Com curadoria de Ana Roman, Luis Pérez-Oramas e Paulo Miyada, a mostra ocupa duas salas do Instituto, entre 28 de agosto e 25 de outubro de 2026, reunindo um amplo conjunto de obras produzidas ao longo de mais de seis décadas, entre trabalhos históricos, obras recentes e uma instalação inédita concebida especialmente para a exposição. Sheila Hicks – O que que é isso? acontece paralelamente à exposição Contrarregra, dedicada à artista Tatiana Blass, cuja produção parte da pintura e se expande para diferentes linguagens, investigando as relações entre matéria, espaço, luz e tempo. Desenvolvida em estreito diálogo com Hicks, a mostra acompanha sua pesquisa sobre o fio como matéria, estrutura e forma de pensamento, em uma prática que atravessa fronteiras entre pintura, escultura, design e artes têxteis. São cerca de 30 obras produzidas nas últimas seis décadas, entre pequenas tecelagens, relevos, esculturas e instalações de escala arquitetônica. O conjunto inclui ainda fotografias realizadas pela artista e pelo fotógrafo chileno Sergio Larrain durante viagens pela América Latina, no final dos anos 1950, e um núcleo de têxteis andinos, referências fundamentais para a formação e o desenvolvimento da prática da artista. O título O que que é isso? toma emprestada uma pergunta feita pelo então professor Josef Albers à jovem estudante Sheila Hicks, durante sua formação na Yale University, nos Estados Unidos. Ao encontrar a aluna experimentando um tear improvisado, Albers perguntou: Was ist das, girl? (“O que que é isso, garota?”). A indagação tornou-se ponto de partida para uma investigação que, desde então, acompanha toda a trajetória da artista. Para além de nomear a exposição, a pergunta sintetiza uma prática baseada na experimentação, na curiosidade pelos modos de fazer e na recusa em submeter sua produção a definições rígidas. Ao lado de trabalhos de grandes dimensões, como The Soft Side of my Nature e a grande instalação Aprentizaje de la Victoria, a exposição apresenta também alguns exemplares dos Minimes, pequenas tecelagens que a artista vem realizando desde o início de sua trajetória. Os primeiros surgiram de teares improvisados com chassis de pintura e serviram como campo de experimentação com materiais, cores e técnicas observadas em têxteis pré-incaicos. Os mesmos procedimentos de atenção à cor, à textura, à densidade e à organização dos fios reaparecem nas obras monumentais, nas quais a multiplicação de elementos transforma linhas individuais em volumes que se relacionam diretamente com o corpo e a arquitetura. Entre os trabalhos apresentados estão também as Lianes, série desenvolvida por Hicks desde os anos 1960, formadas por longos cordões de fibras suspensos no espaço. As obras assumem diferentes configurações de acordo com o local em que são instaladas. Nelas, o fio deixa de estar submetido à trama para ganhar espessura, peso e extensão, estabelecendo relações com a gravidade, a arquitetura e o deslocamento do corpo pelo espaço. A relação de Hicks com as tradições têxteis das Américas aparece ainda em um conjunto de peças andinas, cedidas temporariamente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) por meio do Comodato MASP Landmann. O interesse da artista por esses objetos começou durante sua formação em Yale e ganhou outra dimensão a partir de 1957, quando percorreu países da América do Sul, visitando coleções arqueológicas, sítios históricos e contextos nos quais práticas de tecelagem permaneciam vivas. Produzidas em diferentes épocas e regiões dos Andes, as peças evidenciam a diversidade de técnicas, materiais, escalas e funções que Hicks encontrou nessa produção, e que se tornaria uma referência contínua em sua pesquisa. Simultaneamente à exposição no Instituto Tomie Ohtake, a Nara Roesler São Paulo apresenta, a partir de 29 de agosto, a exposição Autobiografia de um fio, com curadoria de Luis Pérez-Oramas, diretor artístico da Nara Roesler. Foram selecionados mais de vinte trabalhos recentes e inéditos de Sheila Hicks, produzidos desde 2017, que percorrem as diferentes tipologias de sua produção. A relação entre Pérez-Oramas e Hicks se iniciou quando o curador a convidou para participar da 30ª Bienal de São Paulo, em 2012, primeira apresentação dos trabalhos da artista no Brasil. Juntas, as duas mostras oferecem ao público dimensões distintas e complementares da obra de Sheila Hicks, e serão acompanhadas por uma publicação conjunta do Instituto Tomie Ohtake e da Nara Roesler Books. A exposição Sheila Hicks – O que que é isso? é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e do Instituto Tomie Ohtake. A mostra é apresentada pelo Bradesco e conta com os apoios da BMA Advogados na cota Bronze e da Nara Roesler.
Serviço: Sheila Hicks – O que que é isso? 28 de agosto a 25 de outubro de 2026 De terça a domingo, das 11h às 19h [última entrada até 18h] Entrada franca Instituto Tomie Ohtake Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropé, 88) – Pinheiros – SP Metrô mais próximo: Estação Faria Lima/Linha 4 – Amarela Telefone: 11 2245 1900 Site: institutotomieohtake.org.br Facebook: facebook.com/inst.tomie.ohtake Instagram: @institutotomieohtake Youtube: https://www.youtube.com/@tomieohtake Loja: www.lojatomie.org.br

Aviva se torna Empresa B Certificada e reforça jornada de impacto positivo

Aviva se torna Empresa B Certificada e reforça jornada de impacto positivo Certificação verifica o atendimento a padrões sociais, ambientais, de transparência e responsabilidade, e conecta a companhia a uma comunidade global de negócios comprometidos com ação coletiva e melhoria contínua
A Aviva trata cerca de 90 milhões de litros de água por mês no Rio Quente Resorts A Aviva, maior ecossistema de lazer do Brasil e detentora dos dois maiores resorts do país, Costa do Sauípe (BA) e Rio Quente Resorts (GO), tornou-se uma Empresa B Certificada. Concedida e administrada pelo B Lab, a certificação verifica empresas que atendem aos Padrões B de desempenho social e ambiental, transparência e responsabilidade. Com a certificação, a Aviva passa a integrar uma comunidade global com mais de 10 mil Empresas B, formada por negócios que trabalham juntos por uma economia mais inclusiva, equitativa e regenerativa. No processo de avaliação, a companhia alcançou 96,5 pontos. Na Aviva, a certificação reflete uma jornada construída nos últimos anos, que trata a sustentabilidade como parte da estratégia central do negócio e foi potencializada com o estabelecimento de sua Agenda ESG, que reúne 16 temas materiais no ciclo de 2022 a 2026 e foi conectada à Ambição 2030 após a adesão ao Pacto Global da ONU, em 2024. Entre as metas assumidas estão a redução de 15% no consumo de água, de 10% no consumo de energia, de 15% nas emissões de gases de efeito estufa, de 50% no uso de plástico de uso único e de 30% na geração de resíduos orgânicos. No eixo social, a companhia busca alcançar 50% de mulheres em posições de liderança e atingir 10% de participação de pessoas com deficiência. Também prevê homologar 60% dos fornecedores de produtos com base em critérios socioambientais e manter a participação de fornecedores locais em 30% dos valores das compras realizadas em cada operação. “Ser uma Empresa B Certificada reforça uma convicção da Aviva: sustentabilidade e resultado não competem, se fortalecem. Quando ESG está integrado à estratégia e à governança, ele qualifica decisões, aumenta a resiliência do negócio e sustenta um crescimento mais consistente no longo prazo. Entrar nessa comunidade também nos lembra que impacto positivo se constrói em rede, com transparência, responsabilidade e melhoria contínua”, afirma Alessandro Cunha, CEO da Aviva. Ao conectar seu propósito de marca à agenda ESG, a companhia amplia o entendimento de felicidade, presente em seu propósito desde o surgimento, para uma visão de bem-estar que considera hóspedes, pessoas associadas, comunidades e a natureza nos destinos em que atua. Nesse contexto, a Aviva criou o selo “Viva ESG”, com nome e conceito criativo desenvolvidos a partir do propósito e da identidade da Aviva, para orientar iniciativas da área de sustentabilidade da companhia. Na operação, esse selo e a agenda se materializam em frentes concretas. O Rio Quente Resorts trata cerca de 90 milhões de litros de água por mês para potabilidade, enquanto, na Costa do Sauípe, mais de 72 milhões de litros mensais são tratados para consumo. Juntas, as operações totalizam aproximadamente 2 bilhões de litros de água tratados por ano, volume equivalente a mais de 760 piscinas olímpicas, e realizam cerca de 2.500 análises anuais de água. A usina fotovoltaica de Rio Quente cobre 25% do consumo de energia do complexo em Goiás. A companhia também neutraliza as emissões de carbono inventariadas desde 2023, movimento que resultou no recebimento do selo O’Green de Empresa Carbono Neutro em 2024, 2025 e 2026. Na frente de biodiversidade, a companhia protege 477 hectares de área verde na zona de amortecimento do PESCaN, em Rio Quente, e 67,2 hectares em Área de Proteção Ambiental na Costa do Sauípe. Também mantém parcerias com o Instituto de Pesquisa da Vida Silvestre (IPEVIS) no Projeto Ares, voltado ao cuidado de 210 animais de 36 espécies do Cerrado, e com a Fundação Projeto Tamar, que já contribuiu para proteger cerca de 9 mil desovas e devolver mais de 500 mil filhotes ao mar. Em uma frente mais recente de renovação hoteleira, o Mar Premium, na Costa do Sauípe, passou a adotar conceito de obra resíduo zero em sua revitalização, com reaproveitamento ou reutilização de 100% dos resíduos gerados na obra, sendo cerca de 73% transformados em britas para uso em viveiros, 17% em energia e 10% totalmente reciclados. O projeto reforça como a renovação dos ativos pode caminhar junto com práticas de economia circular e uso mais eficiente de recursos. A dimensão social e de governança também aparece na relação com os territórios e com a cadeia de valor. Em 2025, a Aviva direcionou R$ 179,6 milhões à aquisição de produtos e serviços locais em Rio Quente e Costa do Sauípe e estruturou a homologação de fornecedores com apoio de ferramentas como o Rating ESG, da plataforma Linkana, integrando critérios ambientais, sociais e de governança às decisões de escolha de fornecedores. “Essa certificação representa um passo importante na nossa jornada de impacto. Na Aviva, conectar ESG ao propósito de fazer famílias felizes significa entender felicidade como bem-estar que também passa pelo cuidado com as pessoas, com as comunidades, com parceiros e com a natureza. Quando cuidamos do que é essencial para o nosso negócio, fortalecemos a operação de hoje e ampliamos nossa capacidade de contribuir para um futuro mais positivo para todos”, afirma Neide Tavares, gerente de Sustentabilidade da Aviva. Com 12 propriedades, 2.600 apartamentos, atendimento a mais de 2,2 milhões de clientes por ano e geração de mais de 18,5 mil empregos diretos e indiretos, a Aviva passa a integrar a comunidade de Empresas B Certificadas como mais um passo na evolução de um modelo de negócio com iniciativas ESG cada vez mais presentes. A certificação reforça a maneira como a companhia entende seus destinos: como ecossistemas vivos, em que experiência, desenvolvimento local, cuidado com as pessoas e responsabilidade ambiental caminham juntos. Acesse o relatório de sustentabilidade: https://www.aviva.com.br/sustentabilidade Sobre a Aviva: A Aviva é o maior ecossistema de lazer do Brasil e tem o propósito de fazer famílias felizes em paraísos integrados à natureza, com hospitalidade, gastronomia, lazer e diversão. A companhia é detentora dos dois maiores resorts do Brasil, respectivamente, a Costa do Sauípe (BA) e Rio Quente Resorts (GO), além da marca Hot Park, que em Rio Quente é um dos melhores e mais visitados parques aquáticos do mundo, e que agora está também chegando à Bahia, com previsão de inauguração para final de 2027. Com 12 propriedades e 2.600 apartamentos, a companhia atende mais de 2,2 milhões de clientes por ano e gera mais de 18,5 mil empregos diretos e indiretos. Em 2026, conquistou a Certificação B, reconhecimento de empresa comprometida com os mais altos padrões de impacto social, ambiental, governança e transparência. É precursora no modelo de Timeshare no Brasil, por meio da sua área de Fidelização, que oferece serviços diferenciados em seus destinos. A Aviva também é a criadora da Turminha da Zooeira, grupo de personagens que permeia o entretenimento dos destinos e ainda estrela uma série animada no YouTube. Para mais informações, acesse www.aviva.com.br. Daniele Flöter

FARM Rio e Stanley 1913 levam colaboração para as ruas com vending machine no Rio de Janeiro

FARM Rio e Stanley 1913 levam colaboração para as ruas com vending machine no Rio de Janeiro Para celebrar o lançamento da colaboração entre FARM Rio e Stanley 1913, as marcas apresentaram uma experiência inédita que levou a parceria para além das lojas: uma vending machine itinerante de 3 metros, que transformou as ruas do Rio de Janeiro em ponto de encontro para a comunidade. O interesse pela colaboração já vinha se mostrando antes mesmo do lançamento: as postagens da parceria somaram mais de 5 milhões de visualizações, enquanto os produtos registraram mais de 8 mil cadastros no “notify me” nos sites da Stanley 1913 e da FARM Rio. A ativação convidou o público a viver a colaboração em primeira mão. Quem adquiriu o Quencher de 887 ml (30 oz) diretamente na máquina recebeu brindes exclusivos da FARM Etc e um benefício especial para compras na FARM Rio. A estreia aconteceu no dia 20 de agosto, na praia do Arpoador, no quiosque Alalaô, marcando o início da jornada da vending machine pela cidade. A segunda parada aconteceu na Rua Garcia d'Ávila, em Ipanema, em frente à loja FARM Etc. O público pôde estrear sua nova Quencher Stanley 1913 | FARM Rio com mate gelado, água de coco e clássicos como Biscoito Globo. No fim da tarde, um happy hour ao pôr do sol reuniu os DJs Tropicals para celebrar o encontro entre as duas marcas. A ação reforçou o espírito da colaboração entre FARM Rio e Stanley 1913: transformar momentos cotidianos em experiências compartilhadas, levando design, funcionalidade e o lifestyle carioca para as ruas da cidade. Sobre FARM Rio A FARM Rio é uma marca global de moda e lifestyle nascida no Rio de Janeiro, fundada por Katia Barros e Marcello Bastos em 1997. Reconhecida por suas estampas vibrantes, cores marcantes e pela celebração da cultura e da natureza brasileiras, a marca cresceu de uma pequena banca em um mercado de moda para se tornar uma das principais marcas de moda do Brasil, com mais de 135 lojas em todo o país e mais de 2.000 colaboradores. Desde o início de sua expansão internacional, em 2019, com a abertura de sua flagship no SoHo, em Nova York, a FARM Rio estabeleceu 17 boutiques nos Estados Unidos, Europa, Oriente Médio e México, além de expandir sua presença por meio de mais de 2.000 parceiros de atacado e espaços dedicados em varejistas de prestígio, incluindo Le Bon Marché, Galeries Lafayette, Selfridges, Liberty, Rinascente, Bloomingdale's e Printemps. Certificada como Empresa B e principal marca do Grupo AZZAS 2154, o maior grupo de varejo de moda da América Latina, a FARM Rio também promove a sustentabilidade por meio de sua iniciativa "1000 Árvores por Dia, Todos os Dias", que já resultou no plantio de mais de 2 milhões de árvores no Brasil. Sobre a Stanley 1913 Sob a PMI WW Brands, LLC, a Stanley 1913 - marca global de lifestyle reconhecida por sua inovação em alimentos e bebidas - desenvolve produtos de alta qualidade que acompanham as pessoas em todos os momentos da vida. Há mais de um século, a Stanley transforma a forma como as pessoas consomem alimentos e bebidas desde o lançamento da icônica garrafa térmica a vácuo. Hoje, sua linha de hidratação, liderada pelo sucesso do Quencher®, além das coleções para café, bar, cozinha e bolsas térmicas, vai além da funcionalidade, elevando os momentos do dia a dia com design e incentivando um estilo de vida ativo. A marca reúne uma comunidade de criadores, construtores e inventores comprometidos com o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis e com a redução do impacto ambiental. Saiba mais em stanley1913.com.br. Marina Zimmermann marina.zimmermann@qprw.co

Transplante capilar virou investimento na carreira? Homens buscam aparência mais jovem no trabalho

Transplante capilar virou investimento na carreira? Homens buscam aparência mais jovem no trabalho 63% deles buscam o transplante para parecer mais jovens no trabalho; na Homenz, tratamentos capilares representam 50% da demanda Durante muito tempo, a queda de cabelo era encarada por muitos homens como uma questão a ser tratada apenas quando a calvície já estava avançada. Segundo pesquisa da International Society of Hair Restoration Surgery (ISHRS), divulgada em 2025 com dados de 2024, 63% dos pacientes citaram o desejo de parecer mais jovens para competir no ambiente de trabalho como uma das principais motivações para o transplante capilar. O movimento acompanha a expansão do setor: segundo a The Business Research Company (2026), o mercado global de transplante capilar deve movimentar US$ 12,55 bilhões neste ano, com avanço de 19,4%. No Brasil, a tendência pode ser observada na Homenz, maior rede especializada em saúde e estética masculina do país, que realizou mais de 34 mil atendimentos em 2025, sendo cerca de 17 mil voltados aos cabelos, equivalentes a 50% da demanda da rede. Segundo Luiz Fernando Carvalho, fundador e CEO da Homenz, o perfil de quem chega às clínicas se transformou nos últimos anos. “Antes, era mais comum receber pacientes quando a queda dos fios já estava mais acentuada. Hoje, eles chegam mais cedo e cada caso é avaliado individualmente para entender qual caminho faz mais sentido. Nem sempre o transplante capilar é necessário, mas, quando há indicação, trabalhamos com técnicas avançadas para buscar resultados cada vez mais naturais. Autoestima, bem-estar e performance também passaram a fazer parte dessa decisão”, afirma. O poder da autoimagem na vida profissional A relação masculina com a própria imagem também ganhou novos contornos. Se antes a perda dos fios era encarada como uma consequência natural do envelhecimento, o maior acesso à informação, a evolução das técnicas e a oferta de diferentes tratamentos ampliaram as possibilidades para quem deseja intervir no quadro. “Esse aspecto ganha outra dimensão em um cotidiano marcado por maior exposição, seja em reuniões, apresentações, encontros corporativos ou relações pessoais. A forma como cada um se percebe pode influenciar a segurança com que ocupa esses espaços”, explica o empresário. Para Carvalho, esse movimento também se conecta à busca por longevidade e qualidade de vida. “Longevidade não significa apenas viver mais, mas chegar às próximas fases com disposição e satisfação pessoal. Quando uma característica física gera incômodo, cuidar dela pode contribuir para uma relação mais positiva consigo mesmo. O cabelo não determina sucesso ou competência, mas estar confortável com quem se vê no espelho pode fazer diferença na postura com que alguém encara novos desafios”, conclui. Sobre a Homenz A Homenz é a maior rede especializada em saúde e estética masculina do Brasil e líder em tratamentos capilares para homens. Fundada em 2019, em Uberaba (MG), a empresa conta com 82 unidades em operação, 32 em implantação e presença em 17 estados brasileiros. Em 2025, realizou mais de 34 mil atendimentos, consolidando-se como uma das principais referências do segmento. A marca acompanha a transformação do comportamento do homem moderno, que passou a enxergar o autocuidado como parte da saúde, da autoestima, do bem-estar e da qualidade de vida. Com atendimento especializado, protocolos personalizados e investimento contínuo em tecnologia e inovação, tem como propósito ampliar o acesso ao cuidado masculino e fortalecer uma nova cultura de prevenção e bem-estar. Markable Comunicação Assessora de Imprensa islany@markable.com.br

Aos 98, Laura Cardoso ainda estava na ativa: como manter uma mente saudável e envelhecer com qualidade?

Aos 98, Laura Cardoso ainda estava na ativa: como manter uma mente saudável e envelhecer com qualidade? Carreira, convivência social, novos aprendizados e atividades físicas estão entre os hábitos que ajudam a preservar a autonomia e estimular corpo e cérebro ao longo do envelhecimento Donana, de Pão-Pão, Beijo-Beijo, Isaura, de Mulheres de Areia, Guiomar, de A Viagem, e Matilde, de A Dona do Pedaço. Ao longo de mais de oito décadas de carreira, Laura Cardoso atravessou gerações e emprestou seu talento a personagens que ficaram na memória do público. A atriz morreu aos 98 anos, na madrugada de terça-feira (18), deixando uma trajetória que se confunde com a própria história da televisão brasileira. O que chama atenção é que Laura permaneceu ativa até os últimos anos. Aos 97, protagonizou o curta-metragem Dona Rosinha e participou do lançamento da produção no Teatro Anchieta, em São Paulo. Mesmo com dificuldade para caminhar, conversou com jornalistas, atendeu fãs e participou de um bate-papo. A relação de Laura com o trabalho traz foco sobre uma questão que interessa a quem deseja envelhecer com mais qualidade: como manter a mente saudável ao longo dos anos? Não existe uma fórmula capaz de garantir que alguém chegará aos 98 anos, mas hábitos que envolvem aprendizado, movimento, relações sociais e atividades significativas contribuem para preservar a autonomia e a participação na vida cotidiana. Para Vitor Hugo de Oliveira, geriatra e cofundador da Acuidar, maior rede de cuidadores da América Latina, manter o cérebro em atividade passa por continuar tomando decisões e lidando com situações que exigem atenção e adaptação. “A atividade mental não precisa se resumir a exercícios de memória. Ler, conversar, aprender uma habilidade, cozinhar, organizar uma viagem ou se dedicar a um hobby são situações que mobilizam diferentes funções cognitivas. Quando existe interesse genuíno pela atividade, o envolvimento tende a ser maior e a pessoa permanece como protagonista da própria rotina”, explica. Manter uma rotina com compromissos também ajuda a preservar a autonomia: ter horários para atividades, organizar pequenas tarefas e participar das decisões do próprio dia estimula planejamento e senso de responsabilidade. A convivência social complementa esse cuidado, uma vez que conversas e encontros mobilizam atenção, memória e linguagem. “A interação social não é apenas uma questão emocional. Ao conversar, a pessoa precisa escutar, responder, lembrar informações e adaptar sua comunicação, exercitando diferentes funções cognitivas”, explica Vitor. Caminhadas, exercícios de força e equilíbrio também são bem-vindos nessa jornada, dado que ajudam a preservar a funcionalidade e a autonomia. Para Jéssica Ramalho, fisioterapeuta e CEO da Acuidar, manter essas capacidades amplia a liberdade do idoso. “Quando trabalhamos força, equilíbrio e mobilidade, pensamos na capacidade de a pessoa continuar fazendo aquilo que é importante para ela. Quanto maior a independência física, maiores as possibilidades de manter uma rotina ativa”, afirma. A atividade, porém, deve respeitar as condições de cada pessoa. Histórico de saúde, limitações e nível de condicionamento precisam ser considerados para definir exercícios seguros e adequados, especialmente diante de dificuldades de equilíbrio ou risco de quedas. Outro ponto é ter motivos para continuar envolvido com a vida. Para Laura, esse propósito estava na arte e no desejo de continuar representando. “Propósito não precisa significar carreira. Pode estar em cuidar das plantas, cozinhar para a família, participar de um grupo ou ensinar algo aos netos. O importante é ter atividades que despertem interesse e façam a pessoa perceber que sua participação tem valor”, conclui Vitor. Sobre a Acuidar: Fundada em 2016 pelo médico Vitor Hugo de Oliveira e pela fisioterapeuta Jéssica Soares Ramalho, a rede oferece serviços no domicílio do cliente ou durante acompanhamento hospitalar, com opções de diárias avulsas e planos mensais. A marca entrou para o mercado de franquias em 2020, contando hoje com mais de 300 unidades inauguradas. O investimento inicial total é a partir de R$ 68.100,00 (já com a taxa de franquia), o faturamento médio mensal varia entre R$ 40 mil a R$ 170 mil e o prazo de retorno é de 6 a 14 meses. Saiba mais em: https://www.acuidarbr.com.br/ Lucky Assessoria de Comunicação

Vinhos até R$ 120: conheça cinco rótulos de qualidade sem pesar no bolso

Vinhos até R$ 120: conheça cinco rótulos de qualidade sem pesar no bolso A sommelière Thamirys Schneider, da Wine, selecionou tinto, branco, rosé e um Albariño raro entre as indicações para quem busca bons vinhos com preço justo O preço nem sempre acompanha a qualidade quando o assunto é vinho. Pensando nisso, a sommelière Thamirys Schneider, da Wine, maior clube de assinatura de vinhos do mundo, separou cinco rótulos que provam que dá para beber bem sem gastar muito: todos custam até R$120. A seleção reúne um tinto italiano premiado, um Syrah chileno estruturado, um branco de entrada, um Albariño argentino de produção limitada e um rosé espanhol de vinhedos centenários. Confira a seguir as indicações.
Piccini Memoro Rosso — R$ 104,90 Produzido pela vinícola Tenute Piccini para celebrar os 150 anos da unificação da Itália, este tinto une quatro uvas de quatro regiões diferentes: Merlot do Vêneto, Primitivo da Puglia, Nero d'Avola da Sicília e Montepulciano de Abruzzo, esta última envelhecida por 12 meses em barricas de carvalho. O resultado é um vinho macio, encorpado e de fácil aceitação, com aromas de frutas vermelhas, café e figo. Recebeu 90 pontos Wine Enthusiast e o selo Best Buy da publicação em 2024. https://www.wine.com.br/vinhos/piccini-memoro-rosso/prod30673.html
Casas Del Toqui Gran Toqui Syrah 2022 — R$ 114,90 Produzido pela vinícola chilena Casas del Toqui com uvas selecionadas do Alto Totihue, na D.O. Valle del Cachapoal, este Syrah passou 12 meses em barricas de carvalho francês, o que confere estrutura e complexidade sem sobrepor as características naturais da uva. Encorpado e com taninos macios, tem aromas de frutas vermelhas maduras, especiarias e cassis, e recebeu 93 pontos Descorchados. https://www.wine.com.br/vinhos/casas-del-toqui-gran-toqui-d-o-cachapoal-valley-syrah-2022/prod31709.html
Metropolitano Chardonnay 2025 — R$ 29,90 Da linha Metropolitano, marca autoral do Grupo Wine, este branco chileno vem de vinhedos de 10 anos no Vale de Cachapoal Andes. Passa por breve amadurecimento em carvalho francês, o que agrega cremosidade e suaviza a acidez da uva. Fluido e refrescante, com notas de banana, abacaxi e pera, é indicado como aperitivo ou para momentos informais como praia e brunch. https://www.wine.com.br/vinhos/metropolitano-do-valle-central-chardonnay-2025/prod31812.html
Las Perdices Reserva Albariño 2024 — R$ 99,90 Primeiro Albariño produzido na Argentina, elaborado pela Viña Las Perdices em Agrelo, Mendoza, com uvas de vinhedos a mais de mil metros de altitude. Amadurece seis meses em tanques de aço inox sobre as borras, ganhando volume e cremosidade sem perder o frescor natural da uva. Edição limitada de vinte mil garrafas, com aromas de damasco, pêssego e maçã verde.
Insaciable Rioja Garnacha 2024 — R$ 94,90 Rosé da linha IN, da vinícola espanhola Bodegas D. Mateos, em Rioja Baja, produzido com uvas Garnacha de vinhedos com mais de 50 anos. Fermentado em barris de carvalho francês e americano e envelhecido por quatro meses com batonnage semanais, tem acidez vibrante, boa fruta e final persistente, sendo versátil para diferentes harmonizações. https://www.wine.com.br/vinhos/insaciable-d-o-ca-rioja-garnacha-2024/prod31816.html Sobre a Wine A Wine foi fundada em 2008. A empresa, que já nasceu online há 15 anos, ousou investir em vinho no país da cerveja e, hoje, é o maior clube de assinatura de vinhos do mundo.Com a missão de conectar mais pessoas por meio da paixão pelo vinho e tornar o vinho um produto hiper disponível no mercado brasileiro, além do Clube Wine, a marca atua com o e-commerce www.wine.com.br, o app Wine Vinhos (disponível para download na AppStore e Google Play) e possui 13 lojas físicas no Brasil. São duas unidades na capital paulista, uma no Rio de Janeiro e 10 em cidades como Ribeirão Preto, Campinas, Salvador, Natal, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Vitória e Porto Alegre. Além disso, a Wine está presente no México, com o clube de assinatura “Vino como quieras”.Ao lado da Cantu Grupo Wine e da Bodegas Grupo Wine, marcas que atuam com foco no B2B, a empresa compõe o Grupo Wine, que ocupa o primeiro lugar no ranking de importação e se consolidou como o grupo número 1 de vinhos no Brasil. Hercog Comunicação e Estratégia

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

PIB de Hidrolândia chega a 1,5 bi e reflete boom comercial e habitacional da cidade

PIB de Hidrolândia chega a 1,5 bi e reflete boom comercial e habitacional da cidade Forte crescimento é impulsionado pela instalação de mais de 17 centros de distribuição logística na localidade e implantação de uma série de condomínios horizontais Situada a cerca de 32 km de Goiânia, Hidrolândia vive um momento único de explosão habitacional e demográfica impulsionada pela proximidade com a capital e migração de investimentos para o município. Com PIB de 1,5 Bi, dado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população local registrada foi de 27.741 pessoas em 2022, um crescimento de quase 60% em relação a 2010. A consolidação de Hidrolândia (GO) como um polo logístico estratégico na Região Metropolitana de Goiânia é comprovada pela instalação de mais de 15 centros de distribuição de gigantes do e-commerce e varejo nacional, como Amazon e Shopee, além de distribuidoras farmacêuticas de peso que encontram terreno propício para se instalarem graças à facilidade de liberação de licenças junto ao município. Como consequência, Hidrolândia tem experimentado forte crescimento imobiliário, ao registrar um salto expressivo na criação de loteamentos e condomínios horizontais fechados, passando de zero para cerca de 21 empreendimentos voltados à migração de moradores da capital em busca de tranquilidade e bem-estar. Empreendedorismo Glênio Forte, proprietário da Rede da Construção Fortecon em Hidrolândia, tem raízes na cidade, e em breve celebra a reinauguração de sua unidade no contexto econômico consolidado, mas ainda promissor, da cidade. O engenheiro vem de uma família de empresários no ramo imobiliário, e conta como pôde observar a evolução e crescimento da cidade. “Nós sempre acompanhamos a evolução de Hidrolândia, e percebendo a demanda do mercado imobiliário local, fomos pioneiros em varejo de materiais de construção na cidade. A loja abriu com o nome de ForteCon e, em 2018, nós entramos para a Rede da Construção e agora estamos reinaugurando a nossa unidade com um novo modelo de home center”, diz Glênio, que apostou na evolução da cidade e acredita que, ainda, que há muito potencial de crescimento econômico no município. Programas habitacionais do Estado também têm chegado à região com cerca de R$ 45 milhões com a entrega de 268 moradias populares a custo zero (como no Residencial Maguito Vilela). O objetivo foi reduzir o déficit local de moradias. Fato que atesta a necessidade, cada vez maior, de investimento em habitação e infraestrutura para Hidrolândia. Para atender quem trabalha nos grandes centros de distribuição instalados, aquecendo o ciclo de crescimento que a cidade experimenta. “A construção civil acaba sendo um dos segmentos mais beneficiados por esse movimento. Cada novo centro de distribuição, cada condomínio e cada empreendimento geram uma cadeia de oportunidades que envolve desde materiais de construção até mão de obra especializada”, diz Glênio. Segundo o engenheiro, Hidrolândia deixou de ser somente uma alternativa próxima a Goiânia e passou a atrair investimentos próprios. Nesse sentido, como empresário, ele reconhece a relevância da cidade na região metropolitana e uma oportunidade sólida para o crescimento do negócio de materiais de construção, que está no cerne de todo novo imóvel.“A demanda por construção e reformas acompanha o crescimento populacional e empresarial da cidade, e acreditamos que esse ciclo de desenvolvimento ainda vai movimentar de maneira significativa o mercado imobiliário da cidade e, por consequência, o segmento de materiais de construção”, diz Glênio. Reinauguração A reinauguração da Fortecon marca uma nova fase para a unidade de Hidrolândia, que passa a operar com o conceito de home center adotado pela Rede da Construção. Além da nova identidade visual e da modernização completa da estrutura, a loja contará com um ambiente mais amplo e organizado, novos setores de produtos, ampliação do mix de materiais para construção, acabamento, ferramentas e itens para o lar, além de uma experiência de compra mais confortável e eficiente para clientes e profissionais da construção civil.
Glênio Forte, diretor da empresa Rede da Construção Fortecon, celebra a reinauguração de sua unidade, em Hidrolândia. Divulgação COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

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