sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Ruby Rose leva profissionais de beleza para conhecer laboratório da marca em Paris
André Sartori, Samyra Pricila e Débora Rosa participam de visita que aproxima criação de produtos e mercado brasileiro
A Ruby Rose promove uma experiência em Paris com o maquiador André Sartori, parceiro da marca há anos, e a influenciadora e maquiadora Samyra Pricila. A visita ao laboratório da marca na capital francesa também conta com a participação de Débora Rosa, especialista em Desenvolvimento de Produtos e maquiadora da Ruby Rose. A iniciativa aproxima os profissionais dos bastidores de criação e formulação de produtos, reforçando a conexão entre conhecimento técnico, inovação e tendências de beleza. O laboratório está ligado ao desenvolvimento da linha Classic, apresentada recentemente ao mercado brasileiro, que reúne 34 tons de base, 26 de corretivo, 18 blushes e 14 pós compactos, com atenção especial à diversidade de tons e subtons de pele.
SOBRE RUBY ROSE
Desde 1980, a Ruby Rose atua no mercado de beleza com o compromisso de oferecer produtos de alta performance e bom custo-benefício, tornando a maquiagem e o cuidado pessoal mais acessíveis para diferentes perfis de consumidores. Com origem na Rússia e presença em 16 países, a marca desenvolve um portfólio diverso, pensado para acompanhar diferentes estilos, necessidades e momentos de consumo. A Ruby Rose acredita na beleza como uma forma de expressão individual e busca oferecer soluções que combinem qualidade, variedade e acessibilidade.
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JOICO anuncia Deborah Secco como sua primeira embaixadora brasileira
JOICO anuncia Deborah Secco como sua primeira embaixadora brasileira
Atriz se une à marca no Brasil e integra o time de personalidades contratadas pela empresa, que tem Kate Hudson como representante global
A JOICO, referência internacional em cuidados capilares e distribuída exclusivamente pela World Comexx no Brasil, anuncia Deborah Secco como sua primeira embaixadora no país. A chegada da atriz marca um novo capítulo na trajetória da marca no mercado brasileiro, conectando sua expertise profissional à personalidade e à versatilidade da artista, que encontra nas transformações capilares uma forma de expressão.
“O cabelo faz parte da minha história, tanto na vida pessoal quanto na construção das minhas personagens. Por isso, é uma alegria representar a JOICO no Brasil. Quero compartilhar essa paixão por mudar e mostrar como o cuidado com os fios faz parte de cada transformação”, afirma Deborah Secco.
A parceria integra a estratégia de comunicação da JOICO no mercado brasileiro, com o objetivo de consolidar seu posicionamento como referência em cuidados capilares e aproximar suas tecnologias e tratamentos de alta performance de um público cada vez mais interessado na saúde dos fios. No cenário internacional, a marca também conta com a atriz norte-americana Kate Hudson como representante global, reforçando sua conexão com personalidades que expressam confiança, beleza e individualidade.
Segundo Raquel Mendes, head de marketing da marca, Deborah representa a essência de uma mulher autêntica, moderna e que valoriza a liberdade de se reinventar. “Ela é uma mulher de personalidade, que construiu uma carreira marcada por diferentes fases e transformações, sem perder sua essência. Essa autenticidade, somada à sua relação com o universo da beleza, fez com que a escolha acontecesse de maneira muito natural”, explica.
Para celebrar o início da parceria, Deborah passou por uma transformação capilar assinada pelo hairstylist Rodolfo Carvalho, novo artista JOICO no Brasil. “A nova tonalidade traz um marrom frio e neutro como protagonista, com reflexos sutis em tons de avelã que adicionam dimensão e luminosidade aos fios, sem perder a profundidade da cor. O resultado é um visual sofisticado, equilibrado e natural”, afirma o profissional.
A partir de novembro, a imagem de Deborah Secco estará presente em materiais de comunicação da JOICO, incluindo redes sociais e vitrines em pontos de venda estratégicos, ampliando a visibilidade da marca e fortalecendo seu reconhecimento junto aos consumidores no momento da compra.
JOICO. O Joi de cabelos saudáveis!
Fundada em 1975, a Joico é uma marca profissional de cuidados capilares reconhecida por suas inovações voltadas à saúde, à força e ao brilho dos cabelos. Pioneira no uso da proteína de queratina, a marca desenvolve tecnologias de alta performance para tratamentos, shampoos, condicionadores, finalizadores e coloração, atendendo tanto profissionais de salão quanto consumidores. Há mais de 50 anos, a JOICO apoia a comunidade global de cabeleireiros e traduz sua essência no conceito “Joi”, a energia e a confiança proporcionadas por cabelos saudáveis. Comprometida com a qualidade, a inovação e o respeito aos animais, a marca possui certificação da PETA como livre de testes em animais.
Joico Brasil
Site: www.joico.com.br
Instagram: @joicobrasil | TikTok: joico_brasil
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Acordo Mercosul-UE pode ampliar exportações de Goiás em US$ 208 milhões por ano, aponta Fieg
Acordo Mercosul-UE pode ampliar exportações de Goiás em US$ 208 milhões por ano, aponta Fieg
Estudo apresentado na Expoind 2026 estima potencial de geração de 23 mil empregos e aponta oportunidades para a indústria goiana, mas alerta para desafios da abertura comercial
Um mercado de milhões de consumidores, novas oportunidades de negócios e a possibilidade de ampliar a produção e gerar empregos. Após mais de 25 anos de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia começa a transformar as perspectivas do comércio exterior para Goiás. Estudo da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) estima que a redução gradual das tarifas entre os dois blocos poderá acrescentar US$ 208 milhões por ano às exportações goianas, com potencial de geração de cerca de 23 mil empregos.
As projeções foram apresentadas quinta-feira (29/10), durante a 3ª Expoind – Feira de Negócios e Soluções para a Indústria Goiana, em Goiânia. Elaborado pela Gerência de Desenvolvimento Industrial (Gedin) da Fieg, o levantamento analisa os efeitos da abertura comercial sobre a economia do Estado, identifica setores com maior potencial de crescimento e aponta os desafios que as empresas precisarão enfrentar para conquistar espaço no mercado europeu.
O Acordo Provisório de Comércio entre Mercosul e União Europeia, em vigor desde 1º de maio de 2026, deu início à redução das barreiras comerciais. A retirada das tarifas ocorrerá em etapas, com prazos diferentes para determinados produtos e setores, permitindo que as empresas se adaptem às novas condições de concorrência.
Para o analista de desenvolvimento industrial da Fieg e responsável pelo estudo, Saulo Nogueira, o saldo tende a ser favorável à economia goiana, especialmente pela possibilidade de ampliar as vendas para consumidores europeus. “O acordo como um todo, será mais positivo para Goiás do que negativo, porque abre um mercado enorme, com milhões de consumidores com um poder aquisitivo elevado. São novas fronteiras para as nossas exportações”, destacou.
Agroindústria entre os setores com maior potencial
Para dimensionar as oportunidades, o estudo analisou 40 produtos de 12 subsetores industriais, que representam 99% das exportações consideradas no levantamento. Entre os segmentos com perspectivas de expansão estão carnes bovina e de frango, açúcar, etanol, couro, alimentos e produtos químicos.
Um dos exemplos é o de aves inteiras congeladas, categoria para a qual a Fieg estima potencial de US$ 8,85 milhões anuais em exportações adicionais após quatro anos de redução tarifária. Atualmente, Goiás não exporta esse produto para a União Europeia, embora exista demanda em países como Espanha, França e Alemanha.
O crescimento das vendas externas também poderá beneficiar outras atividades da cadeia produtiva. Com o aumento da procura por produtos goianos, a tendência é de maior demanda por fornecedores, matérias-primas, serviços e mão de obra, movimento que ajuda a explicar o potencial de geração de empregos apontado pelo estudo.
“Quando temos mais gente comprando nosso produto, temos uma demanda e uma necessidade que aumentam a produção. Com isso, há um incremento na contratação de pessoas”, explicou Saulo.
As estimativas consideram a retirada integral das barreiras comerciais de forma escalonada, conforme previsto no tratado. Os resultados, portanto, não são imediatos e dependerão da capacidade das empresas de ampliar a produção, atender às exigências do mercado europeu e aproveitar as oportunidades abertas pela redução das tarifas.
Importações mais baratas e novos desafios
Se, por um lado, o acordo amplia as possibilidades de exportação, por outro, também facilita a entrada de produtos europeus no mercado brasileiro. Segundo o estudo da Fieg, as importações goianas poderão crescer cerca de US$ 190 milhões por ano após a implementação integral das reduções tarifárias, principalmente nos segmentos farmacêutico, de máquinas e equipamentos industriais e de equipamentos de transporte.
Para as indústrias, a abertura poderá representar acesso a máquinas, tecnologias e insumos importados a custos menores, favorecendo a modernização dos processos produtivos. Já os consumidores poderão encontrar preços mais competitivos em determinados produtos europeus.
A gerente de internacionalização da Fieg, Juliana Tormin, avalia que a mudança poderá contribuir para elevar a produtividade e a capacidade de competição das empresas goianas. “Um ponto muito positivo é que a nossa indústria vai conseguir importar mais maquinário e mais insumos para deixar o seu produto também competitivo, além de agregar mais inovação e tecnologia à produção goiana”, afirmou.
A abertura comercial, no entanto, também traz desafios. Enquanto muitas indústrias europeias já mantêm uma atuação consolidada no comércio exterior, parte das empresas goianas ainda concentra suas vendas no mercado interno. Para Juliana, aproveitar as novas oportunidades exigirá investimentos em inovação, adaptação de produtos e atendimento às normas técnicas e sanitárias exigidas pelos países europeus.
Entre os setores com possibilidades de expansão, a gerente destaca a agroindústria, o vestuário, os cosméticos e os produtos de couro. A redução das tarifas, segundo ela, poderá estimular empresas que ainda não exportam a buscar seus primeiros clientes internacionais e incentivar aquelas que já atuam no exterior a diversificar mercados.
Fieg prepara programa para apoiar empresas
Para ajudar as indústrias goianas a aproveitar as oportunidades abertas pelo acordo, a Fieg prepara o lançamento, em novembro, de um programa de internacionalização. A iniciativa reunirá capacitações, consultorias, estudos de mercado, missões comerciais e rodadas de negócios.
A proposta é oferecer acompanhamento de acordo com o perfil e a experiência de cada empresa no comércio exterior. O trabalho começará com um diagnóstico para identificar o estágio de internacionalização dos negócios, contemplando desde indústrias que ainda não exportam até aquelas que já comercializam seus produtos em outros países.
“Dentro desse perfil, conseguimos trabalhar uma trilha de internacionalização, pegando na mão da empresa, desde o início até a concretização da primeira exportação”, explicou Juliana.
A iniciativa busca preparar as empresas para identificar compradores, adequar produtos, compreender as exigências dos mercados de destino e negociar em condições mais favoráveis. O objetivo é transformar as possibilidades previstas no acordo em negócios concretos para a indústria goiana.
Estudo detalha oportunidades e riscos do acordo
Intitulado O Acordo Mercosul-União Europeia: impactos na indústria goiana, o levantamento da Fieg está dividido em quatro partes. A primeira examina os impactos econômicos e comerciais do tratado; a segunda apresenta estimativas de crescimento das exportações por produto; a terceira analisa regras comerciais e questões regulatórias; e a quarta aborda sustentabilidade, propriedade intelectual, investimentos e cooperação internacional.
O documento também chama atenção para exigências sanitárias, ambientais e técnicas que podem dificultar o acesso de produtos goianos ao mercado europeu. Entre os pontos analisados estão as regras de origem, os mecanismos de defesa comercial, as compras governamentais e as normas relacionadas à sustentabilidade.
Outro aspecto destacado é a diferença no ritmo de redução das tarifas. Enquanto a União Europeia iniciou a retirada de barreiras para milhares de produtos em maio, o Brasil terá um período maior de adaptação, com parte significativa das reduções previstas para os próximos anos.
A Fieg pretende acompanhar a implementação do acordo, identificar dificuldades enfrentadas pelas empresas e contribuir para a solução de problemas relacionados a tarifas, cotas, exigências regulatórias e possíveis novas barreiras comerciais.
A primeira etapa do estudo foi divulgada em maio, quando o acordo provisório entrou em vigor. A apresentação completa ocorreu durante a terceira edição da Expoind, realizada de 27 a 29 de outubro, no Centro de Convenções de Goiânia. A feira reuniu mais de 80 expositores e uma programação voltada à inovação, tecnologia, negócios e comércio exterior.
Confira o estudo completo no link: https://www.fieg.com.br/portais/files/d2b9c978-0af9-490f-9c61-6d2a5e691187.pdf?contentDisposition=inline
Saulo Nogueira, analista de desenvolvimento industrial e responsável pelo estudo
COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
Silobot vence Hackathon INDTechs com solução para reciclagem de resíduos de MDF
Silobot vence Hackathon INDTechs com solução para reciclagem de resíduos de MDF
Promovida pelo CDTI da Fieg, competição reuniu talentos da inovação para desenvolver soluções a desafios reais da indústria goiana; final foi realizada durante a 3ª Expoind, em Goiânia
Transformar resíduos da indústria moveleira em matéria-prima para novos produtos. Essa foi a proposta que garantiu à equipe Silobot o primeiro lugar no Hackathon INDTechs, maratona de inovação promovida pelo Conselho Temático de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (CDTI) da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg). A grande final foi realizada quinta-feira (29/10), durante a programação da 3ª Expoind – Feira de Negócios e Soluções para a Indústria Goiana, no Centro de Convenções de Goiânia.
Com o desafio de aproximar ideias inovadoras das necessidades do setor produtivo, a competição mobilizou estudantes, pesquisadores, profissionais de tecnologia e startups para buscar respostas a problemas apresentados pela própria indústria. A iniciativa inédita contou com o apoio do Pacto Goiás pela Inovação, Senai Hub e Sebrae.
Ao todo, o hackathon recebeu 78 inscrições e sete desafios industriais. Após a primeira etapa, realizada em agosto, três equipes avançaram para a final: Os Techs, Silobot e Ummix. Os finalistas passaram por um período de acompanhamento técnico e mentorias, com 45 dias de preparação para aperfeiçoar as propostas e estruturar a apresentação dos projetos.
Na avaliação do presidente do CDTI da Fieg, Luciano Lacerda, a iniciativa abre oportunidades para que soluções desenvolvidas fora do ambiente industrial possam ser testadas e, futuramente, incorporadas às empresas. “Muitas vezes, o que falta para uma startup é a oportunidade de ter um cliente real, desenvolver um projeto-piloto e testar seu produto. O hackathon faz essa ponte entre quem enfrenta o problema e quem pode apresentar uma solução. É uma forma de estimular a inovação aberta e aproximar novos talentos da realidade da indústria”, destacou.
Luciano ressaltou ainda que a experiência contribui para disseminar uma cultura de inovação no setor produtivo. “A inovação não é apenas um departamento. É uma cultura que precisa estar presente nos processos da indústria, na formação dos nossos alunos e no desenvolvimento de todo o ecossistema. Quando aproximamos esses diferentes públicos, criamos oportunidades para que novas ideias se transformem em soluções concretas”, afirmou.
RESÍDUO QUE VIRA OPORTUNIDADE – Vencedora da competição, a Silobot apresentou o projeto FibraNova, desenvolvido para atender a um desafio proposto pelo Sindicato das Indústrias de Móveis e Artefatos de Madeira do Estado de Goiás (Sindmóveis). A solução busca dar uma nova destinação às aparas e aos resíduos de MDF gerados pelas indústrias moveleiras, transformando esse material em painéis reciclados que possam retornar à cadeia produtiva.
A proposta utiliza resina à base de mamona como agente aglutinante na fabricação das novas placas, aproveitando estudos científicos sobre a aplicação desse material. A tecnologia pretende oferecer uma alternativa à queima dos resíduos, prática que pode provocar a emissão de substâncias nocivas, como o formaldeído, além de reduzir o desperdício de matéria-prima.
Segundo estimativas apresentadas pela equipe, as indústrias moveleiras de Goiânia geram mais de 200 toneladas de resíduos de MDF por mês, volume que representa uma oportunidade para o desenvolvimento de novos negócios baseados na economia circular.
Para o representante da equipe vencedora, Giancarllo Ribeiro Vasconcelos, a conquista representa o reconhecimento de um trabalho de pesquisa, aprendizado e desenvolvimento de uma proposta com potencial de aplicação no mercado. “A maior riqueza dessa experiência está no conhecimento adquirido e na oportunidade de transformar uma ideia em uma solução para um problema real da indústria. Foram três meses de imersão, estudos e muito aprendizado. Agora, nossa expectativa é que a FibraNova se transforme em uma startup capaz de gerar valor, empregos e riqueza para Goiás e para o Brasil”, comemorou.
Giancarllo explicou que o projeto foi pensado para oferecer uma alternativa economicamente viável e ambientalmente responsável ao setor moveleiro. “Hoje, boa parte dos resíduos de MDF não é reaproveitada. Nossa proposta é reciclar esse material, utilizando resina de mamona para produzir novas placas e devolvê-las ao mercado. Queremos transformar o que antes era descartado em uma nova oportunidade para as indústrias”, acrescentou.
O projeto prevê etapas de coleta, separação, processamento e fabricação dos painéis reciclados, além de um plano de validação técnica e comercial. A expectativa da equipe é avançar para a produção de protótipos, realização de testes e desenvolvimento de um projeto-piloto com empresas do setor.
SOLUÇÕES PARA A INDÚSTRIA – Além da proposta vencedora, outras duas equipes apresentaram projetos voltados à transformação digital e à inclusão no mercado de trabalho. A equipe Os Techs desenvolveu o UniHub, uma plataforma de inteligência industrial voltada à digitalização e automação de processos administrativos. A solução responde a um desafio apresentado pela indústria farmacêutica Geolab e propõe integrar informações, organizar solicitações e reduzir atividades manuais, contribuindo para maior produtividade, rastreabilidade e eficiência operacional.
Já a equipe Ummix, com o projeto Ummix Conecta Talentos, buscou responder a uma demanda do Conselho Temático de Relações do Trabalho e Inclusão (CTRTI) da Fieg. A proposta utiliza tecnologia para aproximar empresas e pessoas com deficiência, ampliando o alcance das oportunidades de emprego e apoiando o cumprimento da legislação de cotas. A ferramenta pretende facilitar a conexão entre vagas disponíveis e profissionais que nem sempre são alcançados pelos processos tradicionais de recrutamento.
Na etapa decisiva, os três grupos apresentaram seus projetos a uma banca avaliadora, em formato de pitch, com cinco minutos para exposição da proposta e outros cinco para responder às perguntas dos jurados. Foram avaliadas soluções com diferentes aplicações, mas com um objetivo comum: contribuir para superar dificuldades enfrentadas pelas indústrias goianas.
Como reconhecimento pela conquista, os integrantes da Silobot foram contemplados com bolsas de estudo para cursos de pós-graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia Senai de Goiás (Fatesg), conforme regulamento e disponibilidade da instituição.
Realizado dentro da programação da 3ª Expoind, o desafio final reforçou a proposta do CDTI de estimular a conexão entre empresas, instituições de ensino, pesquisadores e empreendedores. A experiência mostrou como problemas do cotidiano industrial podem impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias, negócios e oportunidades para Goiás.
Equipe vencedora
COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
Parque Leolídio di Ramos Caiado é oásis para Goiânia 2 e população do entorno
Parque Leolídio di Ramos Caiado é oásis para Goiânia 2 e população do entorno
Arquiteta e engenheiro do projeto relembram como foi seu desenvolvimento e implantação
Fim de semana chega e as famílias da região norte já têm um destino certo para praticar caminhar, encontrar amigos, fazer piquenique ou lanchar na feirinha ou, simplesmente, curtir o ar fresco e a sombra de uma árvore. Sim, o local é um parque, mas não é os conhecidos Vaca Brava, Flamboyant, Areião ou Lago das Rosas.
O destino é o Parque Leolídio di Ramos Caiado, a principal atração do Setor Goiânia 2. A pedagoga Brenda Almeida e seu esposo são frequentadores assíduos. Moram no Setor Industrial Paulista, mas sempre estão por lá. “É o parque de que mais gostamos, por ser arborizado e porque tem a feirinha no domingo", diz. O casal Pedro Egídio e Ana Paula Lemos são do Jardim Curitiba 2 e também estão sempre por lá.
Morador do Goiânia 2, o ex-servidor público Weber de Paula Oliveira Barbosa, de 44 anos, é atletista, pratica trail running e é o único goiano a participar da Ultra-Trail du Mont-Blanc (UTMB), uma das principais ultramaratonas de montanha do mundo. O lugar que ele treina? Parque Leolídio di Ramos Caiado pelo menos quatro vezes na semana. “Nele eu faço corrida e treino de bicicleta", conta.
Inaugurado em 2010, o Parque Leolídio Caiado possui quase 124 mil metros quadrados e está entre os maiores da capital. Oferece área verde e infraestrutura voltada ao bem-estar, o local é um convite ao descanso, à prática esportiva e ao convívio social. O lugar conta com dois lagos em seu centro, playground, pista de caminhada, ciclovia e um ponto aconchegante para descanso. É um refúgio urbano planejado que oferece acessibilidade, gramados extensos, espaços para piquenique e segurança para a prática de atividades físicas. Até mesmo os animais de estimação conseguem aproveitar o passeio, pois no parque existe também um pet place.
A arquiteta e paisagista Yara Hasegawa, com vasta experiência em implantação e revitalização de áreas verdes públicas, e à convite da Tropical Urbanismo, foi a responsável pelo projeto do parque. “Foi uma honra poder trabalhar ali, porque a região norte não tinha um parque desse porte. A inspiração para desenvolvê-lo foi seu formato de U e com um lençol freático muito pujante. A gente tinha uma insurgência de água que sempre ficava empossada, mesmo nas épocas mais quentes do ano, então pensamos em transformar isso num lago e o parque acontecer no entorno desse grande lago”, relembra.
Composição
Yara Hasegawa ressalta que o projeto foi feito para atender a todas as faixas etárias e público, com pista de bicicleta bidirecional, pista de caminhada, estação de ginástica, quiosques, parque infantil e dois lagos. “Uma vez na semana o parque recebe brinquedos diferentes, adaptados a crianças com necessidades especiais, e ele fica de frente ao primeiro lago, numa área muito privilegiada. Eu, como arquiteta e paisagista, sou uma entusiasta de áreas públicas que de fato funcionam. Saber que você está entregando uma área que estava degradada, sem utilização, e transformá-la pensando no potencial ecológico dela, de um ambiente de recursos naturais, mas dando um cunho social para ele é muito gratificante”, salienta.
O engenheiro civil Raphael Gualberto foi o responsável pela execução do projeto do Parque Leolídio di Ramos Caiado. “Foi um desafio, pois trata-se de um local que a intervenção foi criteriosa no sentido de preservação dos remanescentes vegetais em uma área já antropizada” afirma ele, lembrando que o tempo de implantação foi curto, apenas um ano. “É um espaço bastante generoso para atender a população da região”, pontua.
Ambos destacam a sensação de dever cumprido com a realização do Parque Leolídio di Ramos Caiado. “Muita felicidade por transformar uma área abandonada, degradada pelo acúmulo de lixo e entulho em um local sustentável, do ponto de vista ambiental, e um espaço de lazer para as pessoas da região que estava faltando até aquele momento”, pontua Raphael Gualberto. “É uma sensação de gratidão de dever cumprido e eu fico extremamente feliz. E quando essas áreas são implantadas e ela tem uso é sinal de que o projeto está caminhando para um lugar certo”, complementa Yara.
Comunicação Sem Fronteiras
Entenda as relações afetivas perante à Justiça
Advogada comenta a polêmica do namoro qualificado e explica sobre os relacionamentos juridicamente
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recentemente decisão de herança, pois não reconheceu união estável, mesmo o casal estando noivo e tendo um filho. Os ministros analisaram um recurso que pedia o reconhecimento de união estável depois da morte de um homem. Por 3 votos a 2 a terceira turma validou a relação como um namoro qualificado, o que deixou muitas pessoas leigas sem saber exatamente o que isso significa. A advogada familiarista Ana Luisa Lopes Moreira esclarece que essa é uma relação afetiva séria, pública e duradoura, em que existe um grau maior de comprometimento entre as pessoas.
“O casal pode, inclusive, viajar junto, frequentar as famílias um do outro, ter planos de casamento, filhos e uma vida em comum no futuro. A principal diferença para a união estável é que, no namoro qualificado, existe um projeto de constituir família, enquanto na união estável se entende que já se vive de forma equiparada ao casamento. É uma linha muito tênue, a diferença está na existência ou não de uma família já constituída e nos elementos totais, não isolados, da relação”, destaca ela, que integra o escritório Celso Cândido Souza Advogados.
Para o caso em questão, Ana Luisa pontua que teria sido um dos votos contrários à decisão do STJ e acompanhado o voto da ministra Nancy Andrighi. “Reconheço que nem o filho em comum, nem o noivado, isoladamente, são suficientes para caracterizar uma união estável, mas analisando o caso eu também enxergaria uma entidade familiar já constituída, justamente pela soma dos elementos presentes: a duração do relacionamento, o filho em comum, o noivado, a dinâmica familiar, o auxílio material, a forma como ela era identificada em determinados documentos e os demais elementos que demonstravam a existência de uma vida familiar”.
Relacionamentos
Apesar do estranhamento com o termo namoro qualificado, a advogada explica que a Justiça não estabelece uma classificação de tipos de namoro. “O que existe na prática jurídica é a utilização da expressão namoro qualificado para tratar de relacionamentos que apresentam características de maior estabilidade e comprometimento, mas que ainda não configuram uma união estável”, pontua.
A advogada familiarista Ana Luisa Lopes Moreira explica a visão da Justiça perante os relacionamentos
Cristiano Borges
Segundo a especialista, também existe o chamado contrato de namoro, no qual o casal declara que aquela relação é um namoro e que não existe, naquele momento, intenção de constituir família. “Ele existe para preservar reconhecimento e dissolução de união estável, pois em caso de rompimento implicaria na aplicação automática do regime de comunhão parcial de bens, com os mesmos efeitos do casamento, quando da dissolução desta união, tendo as partes que proceder com a partilha de bens exatamente como se casados fossem”.
O Direito de Família, segundo Ana Luisa Lopes, trabalha com uma perspectiva voltada para a realidade da família efetivamente constituída e não apenas para a existência de uma formalidade. “É importante fazer uma distinção entre relações afetivas e entidades familiares. Namoro e noivado são relações afetivas, mas não são, por si só, entidades familiares com os mesmos efeitos jurídicos do casamento ou da união estável. O casamento e a união estável são reconhecidos juridicamente como formas de constituição de família e produzem importantes efeitos pessoais, patrimoniais e sucessórios”, salienta.
COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Rede da Construção Constrói inaugura em São Miguel do Araguaia
Rede da Construção Constrói inaugura em São Miguel do Araguaia
Os empresários Bruno Rodrigues e Larissa Marques de Paula, da Rede da Construção Constrói, inauguram, neste sábado, 7 de novembro, sua unidade em São Miguel do Araguaia, no noroeste goiano. A loja, que já atuava no município, passa a integrar oficialmente a Rede da Construção e recebe a bandeira da marca, marcando uma nova etapa de sua trajetória.
Localizada na Rua 7, nº 1.413, no Setor Bosque da Saúde, a Rede da Construção Constrói mantém sua atuação no segmento de materiais para construção. A inauguração reunirá equipe da loja, representantes da Rede da Construção, parceiros e convidados para celebrar a chegada da bandeira ao estabelecimento.
Empresários Bruno Rodrigues e Larissa Marques de Paula, da Rede da Construção Constrói, inauguram, neste sábado, 7 de novembro, sua unidade em São Miguel do Araguaia
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