quinta-feira, 13 de agosto de 2026

A elegância masculina já não mora no terno: por que o vestir formal entrou em uma nova era

A elegância masculina já não mora no terno: por que o vestir formal entrou em uma nova era Mais flexível e menos rígida, a formalidade masculina ganha novos contornos com blazers, polos e alfaiataria Antes de entrar em uma reunião importante, um homem abre o guarda-roupa e se depara com uma escolha que, há alguns anos, sequer existiria: vestir um terno completo ou combinar um blazer com uma calça jeans? A dúvida resume uma das transformações mais interessantes da moda masculina contemporânea. Se, durante décadas, o terno e a gravata sintetizaram quase sozinhos a ideia de elegância e profissionalismo, hoje o vestir formal passou a ser construído por um repertório muito mais amplo, no qual a alfaiataria permanece como protagonista, mas dialoga com novas proporções, texturas e possibilidades de composição. Essa mudança começou a ganhar força à medida que o ambiente corporativo deixou de enxergar o dress code como um conjunto inflexível de regras e passou a entendê-lo como uma ferramenta de comunicação. Com estruturas organizacionais mais horizontais, escritórios de perfil criativo e jornadas cada vez mais dinâmicas, a roupa passou a expressar identidade, confiança e versatilidade. O terno continua ocupando um lugar de prestígio em segmentos como o jurídico, o mercado financeiro e ocasiões de maior protocolo, mas deixou de ser a única tradução possível da elegância masculina. Ao mesmo tempo, a relação dos homens com a própria imagem também se transformou. Se antes o guarda-roupa social era composto por peças destinadas a momentos específicos, hoje prevalece a lógica da versatilidade. A busca é por um acervo mais inteligente, no qual blazer, camisa, polo de tricô, calça de alfaiataria e até um jeans de lavagem escura possam ser combinados entre si, acompanhando diferentes compromissos ao longo do dia. Para Emilio Guerra, CEO da Skyler, rede referência em moda masculina, essa mudança alterou a própria forma de desenvolver as coleções. "O consumidor deixou de procurar peças isoladas e passou a investir em um guarda-roupa integrado. Hoje pensamos a alfaiataria como uma base de styling, que dialoga com diferentes categorias e permite múltiplas combinações sem perder sofisticação", explica. Segundo ele, essa evolução impulsionou o uso de tecidos de mais qualidade, construções desestruturadas e acabamentos que ampliam a funcionalidade das peças. Nesse cenário, o blazer assumiu um protagonismo considerável. Com ombros suavizados, entretelas mais leves e caimento natural, ele se tornou o eixo central das produções. As camisas sociais seguem indispensáveis em ambientes mais tradicionais, mas dividem espaço com polos, camisetas confeccionadas em algodão premium e malhas de gramatura elevada, que imprimem sofisticação com fluidez. Na parte de baixo, a alfaiataria ganha silhuetas mais relaxadas, pregas discretas e tecidos como lã fria, linho e sarjas de toque macio, enquanto o jeans de lavagem escura, sem interferências ou desgastes, passa a integrar produções business casual quando combinado a peças de construção refinada. Os acessórios acompanham essa nova leitura. O mocassim, por exemplo, consolidou sua posição como peça-chave do guarda-roupa masculino, especialmente em couro liso ou camurça, enquanto cintos minimalistas reforçam uma estética discreta. A gravata, por sua vez, deixou de ser uma exigência cotidiana para assumir um papel mais pontual, reservado a ocasiões em que o protocolo ainda pede uma composição clássica. Na avaliação de Guerra, essa evolução também revela uma mudança na forma como os homens desejam ser percebidos. "A elegância deixou de estar associada apenas à formalidade e passou a ser construída pela escolha das matérias-primas, pelo caimento, pela proporção e pela coerência entre as peças. Hoje, um blazer bem ajustado sobre uma polo de tricô comunica refinamento porque transmite autenticidade, e não porque segue uma regra", afirma.
Sobre a Skyler: A Skyler é uma marca de moda masculina que atua no mercado desde 1997, atualmente com 70 lojas em todo o Brasil. Com mais de 400 novos produtos por coleção, suas peças atendem diferentes estilos de vida por meio das linhas Essential, Casual, Motion, Tech, Business, Premium, Forward e Junior. Investimento inicial: a partir de R$ 300 mil Faturamento médio mensal: R$ 90 mil Prazo de retorno: 36 meses Saiba mais em: https://skyler.com.br/ Informações para a imprensa: Lucky Assessoria de Comunicação

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