quarta-feira, 29 de abril de 2026

“Três Mulheres Altas” chega a Goiânia com Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre

Ministério da Cultura e Bradesco Seguros apresentam Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre Três Mulheres Altas O clássico de Edward Albee inicia sua segunda grande turnê nacional, e Goiânia está entre as cidades contempladas. O espetáculo será apresentado no Teatro Madre Esperança Garrido, nos dias 09 e 10 de Maio As atrizes estrelam a montagem que já passou por 24 cidades, está no seu quinto ano em cartaz, acumula indicações a prêmios e já foi assistida por mais de 90 mil espectadores. Dirigida por Fernando Philbert, a peça — que rendeu o Prêmio Pulitzer ao autor — traz uma comédia mordaz que reflete sobre a passagem do tempo por meio de um acerto de contas entre três gerações. O espetáculo percorrerá por onze cidades: Manaus/AM, João Pessoa/PB, Maceió/AL, Aracajú/SE, Salvador/BA, Goiânia/GO, Belo Horizonte/MG, Uberaba/MG, Porto Alegre/RS, Cuiabá/MT e Vitória/ES. Escrita por Edward Albee (1928-2016) no início da década de 90, ‘Três Mulheres Altas’ logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea. Perversamente engraçada – como é a marca do autor – A peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice. Após passar por vinte e quatro cidades e ter mais de 90 mil espectadores na plateia, a peça chega em Goiânia/GO para duas únicas apresentações, nos dias 09 e 10 e Maio, no Teatro Madre Esperança Garrido. Dirigida por Fernando Philbert, o espetáculo que traz no elenco Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre, tem tradução de Gustavo Pinheiro e produção da Arte Estúdio Entretenimento de Bruna Dornellas e Wesley Telles. O espetáculo é apresentado pela Bradesco Seguros, através da Lei Rouanet. Em seu quinto ano consecutivo em cartaz, o espetáculo segue colecionando plateias lotadas e reconhecimento por onde passa. Nesse percurso a montagem recebeu indicações a grandes prêmios, como: Cesgranrio, Bibi Ferreira e Cenym. Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C. A mais velha (Ana Rosa), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Helena Ranaldi), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia. A mais jovem, C (Fernanda Nobre), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas. Entre os muitos embates travados pelas três, a grande protagonista do espetáculo é a passagem do tempo e também a forma com que lidamos com o envelhecimento. ‘O texto do Albee nos faz refletir sobre ‘qual é a melhor fase da vida?’, além de questões sobre o olhar da juventude para a velhice, sobre a pessoa de 50 anos que também já acha que sabe tudo e, fundamentalmente, sobre o que nós fazemos com o tempo que nos resta. Apesar dos temas profundos, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos’, analisa o diretor Fernando Philbert. A última e até então única encenação do texto no Brasil foi logo após a estreia em Nova York, em 1994. Philbert e as atrizes da atual montagem acreditam que a nova versão traz uma visão atualizada com todas as mudanças comportamentais e políticas que aconteceram no mundo de lá para cá, especialmente nas questões femininas, presentes durante os dois atos da peça. Sexo, casamento, desejo, pressões e machismo são temas que aparecem nos diálogos e comprovam a extrema atualidade do texto de Albee. Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderela”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Concerto para Dois”, além da “Série Dell'Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”. Informações: www.bradescoseguros.com.br/circuito_cultural A trajetória de um clássico instantâneo Escrita em 1991 e lançada em 1994, ‘Três Mulheres Altas’ representou uma virada na trajetória de Edward Albee, que recebeu as suas melhores críticas e viu renascer o interesse por sua obra. Aos 60 anos, ele ganhou o terceiro Prêmio Pulitzer, além de dois Tony Awards e uma série de outros troféus em premiações mundo afora. A peça tem características autobiográficas e foi escrita pouquíssimo tempo depois da morte da mãe adotiva do autor, que teria inspirado a personagem mais velha. Após abandoná-la aos 18 anos, Albee voltou a ter contato com a mãe em seus últimos dias, quando já estava doente de Alzheimer. No entanto, alguns especialistas em sua obra defendem que a peça não pode ser reduzida a este fato. ‘Três Mulheres Altas’ vai além de ser um retrato de sua mãe. O texto traz o olhar mordaz e perverso – por que não dizer cômico – de Albee para a classe média alta americana e toda a sua hipocrisia, ao falar sobre status, sucesso, sexo e abordar a visão preconceituosa da sociedade e as relações que as três mulheres travam com o mundo, sempre atravessadas pelo filtro machista. ‘Três Mulheres Altas’ estreou na Broadway em 1994, no Vineyard Theatre, e no mesmo ano chegou ao West End, em Londres, no Wyndham’s Theatre, além de iniciar uma turnê pelos Estados Unidos com a montagem americana e render versões na Espanha (‘Tres mujeres altas’) e Portugal. Em 2018, o texto foi remontado na Broadway, com direção de Joe Mantello (‘Wicked’, ‘Take me out’, ‘Assassins’) e estrelado por Glenda Jackson, Laurie Metcalf e Alison Pill. No Brasil, a peça foi dirigida por José Possi Neto, em 1995, e recebeu os prêmios APCA e Mambembe de Melhor Espetáculo. Sobre Edward Albee Edward Albee morreu em 2016 aos 88 anos e deixou um imenso legado para o teatro americano com suas 25 peças encenadas e publicadas. Autor de clássicos como ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?’, ‘Zoo Story’, ‘Equilíbrio Delicado’ e ‘Três Mulheres Altas’, ele recebeu três vezes o Prêmio Pulitzer. Seus textos são marcados por um olhar sarcástico e por uma crítica intensa às convenções e hipocrisias da sociedade tradicional. Nascido em 1928, ele foi adotado por Reed e Frances Albee, um casal de milionários dono de uma cadeia de teatros na época. Ele cresceu em um bairro de classe média alta cercado dos tipos que iria retratar em seus espetáculos anos mais tarde. Em torno dos 20 anos, sai da casa dos pais definitivamente para viver em Nova York e inicia a sua produção literária. Em 1957, ao escrever ‘The Zoo Story’, peça de um ato que ecoava o teatro de Samuel Beckett, Jean Genet e Harold Pinter, Albee encontra a consagração inicial de sua exitosa carreira teatral. Em 1962, estreia ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf’, que o levaria ao auge da fama. Nos anos 90, ‘Três Mulheres Altas’ marca seu retorno ao centro das atenções do cenário teatral nesta que é talvez a mais pessoal e autobiográfica de suas peças. “A estreia mundial de “Três Mulheres Altas” aconteceu no Teatro Inglês de Viena, Franz Schafranek, Produtor, junho de 1991. A primeira produção americana foi da River Arts, Woodstock, Nova York, Lawrence Sacharow, diretor de teatro. A peça teve sua estreia em Nova York no Vineyard Theatre. Elizabeth I. McCann, Jeffrey Ash, Daryl Roth em associação com Leavitt/Fox/Mages apresentaram a produção do Teatro Vineyard no setor Off-Broadway no Teattro Promenade em Nova York. FICHA TÉCNICA TRÊS MULHERES ALTAS Direção: Fernando Philbert Com: Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre Tradução: Gustavo Pinheiro Direção de Produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles Produtora Executiva: Clarice Coelho e Deivid Andrade Direção de Produção e Administração: Deivid Andrade Participação Especial: João Sena Desenho de Luz: Vilmar Olos Cenografia: Natália Lana Trilha Sonora: Maíra Freitas Figurino e Visagismo: Tiago Ribeiro Assistência de Direção: João Sena Fotos: Pino Gomes Criação da Arte: Nós Comunicação Vídeos: Stone Art Films Assistente de Interpretação: Narjára Turetta Cenógrafa Assistente: Marieta Spada Assistente de Cenografia: Malu Guimarães Cenotécnico: André Salles e equipe Costura de Cenário: Nice Tramontin Produção de Arte: Natália Lana Efeitos Especiais: Mona Magalhães / Carlos Alberto Nunes Costura: Ateliê das Meninas Beleza: Cinthia Rocha Peruqueira: Emi Sato Assistentes de Beleza: Deborah Zisman e Blackjess Técnico de Som: Fernando De Arruda Técnico de Luz: Vinicius Soares Diretor de Palco: Lucia Martiusso Camareira: Silvia Oliveira Motion Design: Alana Karralrey Assessoria de Imprensa local: FatoMais Comunicação Designer Gráfico: Alana Karralrey, Jhon Lucas Paes e Natália Farias Gestão de Mídia Social: Luis Mousinho Gestão de Comunicação: Bárbara Kuster Gestão de Tráfego: Válvula Marketing Gestão Administrativa: Deivid Andrade Intérprete de Libras: Coordenação Administrativa: Vianapole Arte e Comunicação Assistente de Produção: Guilherme Balestrero Assessoria Jurídica: Maia, Benincá & Miranda Advocacia Assessoria Contábil ES: Gavacon Contabilidade Assessoria Contábil SP: Real Time Contabilidade Apresentado por: Ministério da Cultura e Bradesco Seguros Produção: WB Produções Realização: Arte Estúdio Entretenimento SERVIÇO: Três Mulheres Altas, de Edward Albee Com Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre Dias: 09 e 10 de Maio Horário: Sábado às 20h e Domingo às 17h Local: Teatro Madre Esperança Garrido Endereço: Av. Contorno, qd 101 e 63 - Goiânia/GO INGRESSOS: PLATÉIA INFERIOR A: R$ 250,00 (inteira) / R$ 125,00 (meia entrada) PLATÉIA INFERIOR B: R$ 200,00 (inteira) / R$ 100,00 (meia entrada) PLATÉIA SUPERIOR: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia entrada) VENDAS ON-LINE: https://bileto.sympla.com.br/event/115582 FORMAS DE PAGAMENTO ACEITAS NA BILHETERIA: Aceitamos todos os cartões de crédito e débito. Não aceitamos cheques e dinheiro. Importante: verifique se a localização do seu app está na cidade/estado do espetáculo. MAIS INFORMAÇÕES: Gênero: Comédia Dramática Classificação Indicativa: 12 anos Duração: 100 minutos ACESSIBILIDADE: O Teatro Madre Esperança Garrido possui acessibilidade para PCD e espaços adequados no ambiente do teatro. Teremos intérprete de libras em todas as apresentações. O programa do espetáculo será disponibilizado em Braile FatoMais Comunicação - de

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