quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Alopecia Androgenética: O que você precisa saber sobre o caso da cantora Maiara

Maiara fala de diagnóstico de alopecia androgenética e chama atenção para a saúde capilar Cantora da dupla Maiara & Maraisa usou as redes sociais para relatar a queda de cabelo, enquanto especialista explica causas, sintomas e tratamentos da doença genética A cantora Maiara, da dupla sertaneja Maiara & Maraisa, usou recentemente as redes sociais para falar sobre um problema de saúde que enfrenta há anos: a alopecia androgenética. A artista contou que convive com a condição desde jovem.
A alopecia androgenética, conhecida popularmente como calvície, é uma forma de queda de cabelo de origem genética e relativamente frequente na população. Apesar de o termo “andro” fazer referência ao hormônio masculino, na maioria dos casos os níveis hormonais se apresentam normais nos exames de sangue. A doença se desenvolve desde a adolescência, quando ocorre o estímulo hormonal, fazendo com que, a cada ciclo capilar, os fios nasçam progressivamente mais finos. Segundo o médico dermatologista e especialista em tricologista e restauração capilar Domingos Sávio Coelho, o principal sintoma da alopecia androgenética é o afinamento progressivo dos fios. “A queixa mais comum é perceber que o cabelo fica cada vez mais ralo, com o couro cabeludo mais visível. Nas mulheres, a região central costuma ser a mais acometida, enquanto nos homens as áreas mais afetadas são a região frontal e a coroa”, explica o médico. O tratamento da alopecia androgenética tem como objetivo estacionar o processo de queda e recuperar parte da perda capilar. Ele pode incluir estimulantes do crescimento dos fios, além de bloqueadores hormonais. Em situações mais avançadas, o transplante capilar também pode ser uma alternativa para melhorar o aspecto estético. Embora seja uma condição genética, alguns fatores podem agravar a alopecia androgenética, como a menopausa e o uso inadequado de hormônios masculinos. Exames genéticos podem ajudar a identificar pessoas com maior risco de desenvolver a doença, mas não há como evitar completamente a sua evolução sem o tratamento adequado. Ao compartilhar sua experiência, Maiara reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico, além de incentivar outras pessoas a buscarem ajuda e falarem abertamente sobre saúde capilar. Casa3 Comunica

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