quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Einstein leva a Goiânia vasta experiência em simulado de catástrofe para uma atuação integrada entre hospitais e forças públicas
Einstein leva a Goiânia vasta experiência em simulado de catástrofe para uma atuação integrada entre hospitais e forças públicas
Além do hospital privado, o HUGO e o HMAP, unidades públicas geridas pela organização, receberam os voluntários que se passaram por pacientes
Órgãos de segurança estaduais participaram da ação para testar a resposta integrada a grandes tragédias
O Einstein Hospital Israelita promoveu, na última quarta-feira (4), o primeiro simulado de catástrofe da organização na região. A ação simulou a queda do teto de uma das salas de cinema do Goiânia Shopping e contou com a participação do Einstein Goiânia, além dos hospitais públicos administrados pelo Einstein: o Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia – Iris Rezende Machado (HMAP) e o Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (HUGO). O exercício também envolveu o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Polícia Militar do Estado de Goiás, Equipe de Segurança do Goiânia Shopping, entre outras forças, integrando os protocolos de resposta a emergências na região.
Cerca de 200 pessoas, entre gestores, profissionais de saúde, forças públicas e voluntários (fazendo o papel de vítimas), participaram da atividade para treinar e capacitar equipes diante de um desastre de grandes proporções. O objetivo da atividade é fortalecer a atuação conjunta em situações críticas e inesperadas.
Durante a simulação, o Corpo de Bombeiros conduziu o resgate das vítimas e realizou o atendimento inicial no local, enquanto os feridos foram encaminhados para unidades de referência (Einstein Goiânia, HUGO e HMAP). O treinamento envolveu a dinâmica completa de um acidente real, desde o acionamento das equipes até a chegada dos pacientes aos hospitais e a condução dos atendimentos conforme protocolos de emergência.
Ao longo da atividade, foram atendidos pacientes com diferentes classificações de risco, incluindo feridos que deambulam (verdes); vítimas com restrição de mobilidade, mas sem risco imediato de vida (amarelas) e casos de maior complexidade, com necessidade de atendimento imediato (vermelhas).
A diversidade dos perfis de vítimas reforçou a importância da triagem eficiente e da integração entre as equipes de campo e os serviços hospitalares, garantindo fluxo organizado e resposta eficaz em situações em que a demanda aumenta de forma rápida e inesperada.
“Simulados como este fazem parte da nossa rotina no Einstein e refletem décadas de experiência na preparação para cenários complexos. Sabemos que, em situações reais, a integração entre diferentes instituições é determinante para salvar vidas, e por isso investimos continuamente em treinar sistemas, equipes e protocolos”, destaca Dov Smaletz, Superintendente de Segurança Patrimonial do Einstein.
A realização do simulado contou com o apoio da Administração e dos bombeiros civis do Goiânia Shopping, Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Goiânia e Aparecida de Goiânia), Polícia Militar do Estado de Goiás, Secretaria de Engenharia de Trânsito de Goiânia, Guarda Civil Metropolitana de Goiânia e Defesa Civil (Goiânia).
Aprendizados
A partir da realização do primeiro simulado do Einstein no Estado, a expectativa, a partir de agora, é intensificar ações de capacitação e fortalecer continuamente a prontidão dos serviços para ocorrências de grande impacto. Para o diretor do Einstein Goiânia, Mayler Olombrada, a realização do simulado representa um avanço essencial na preparação para emergências. “Preparar equipes para atuar em situações de urgência e alta complexidade, como em uma catástrofe, exige treinamento conjunto e integração entre instituições. Exercícios como esse fortalecem a coordenação e aprimoram tanto as competências técnicas quanto emocionais dos profissionais, garantindo uma resposta rápida e segura para a população quando cada minuto faz diferença.”
A diretora do HUGO, Fabiana Rolla, destacou a importância do alinhamento entre as forças envolvidas e o impacto direto na qualidade do atendimento em crises. “Um simulado dessa escala permite testar, na prática, a eficiência dos fluxos, a clareza da comunicação e a integração entre os diversos órgãos envolvidos. É exatamente esse tipo de exercício que garante que, em uma situação real, as equipes estejam preparadas para agir de maneira rápida, segura e alinhada.”
Já o diretor do HMAP, Pedro Vieira, ressaltou que a atuação conjunta amplia a capacidade de resposta e fortalece a rede de urgência e emergência. “Uma das maiores contribuições desse tipo de exercício é fortalecer a confiança entre as equipes e entre os sistemas de saúde público e privado. Quando cada profissional sabe como atuar e como se conectar ao restante do sistema, ganhamos tempo — e tempo, em emergências, significa salvar vidas.”
Sobre o Einstein Goiânia
O Einstein Goiânia é o primeiro hospital privado da rede fora de São Paulo, inaugurado em 2021. Com 18 mil metros quadrados, a unidade dispõe de 35 leitos operacionais, cinco salas cirúrgicas, pronto atendimento 24 horas, incluindo ortopedia e pediatria, UTI e serviço de transplante de medula óssea. Em março de 2024, passou a oferecer atendimento pediátrico completo, cobrindo desde procedimentos simples até casos de alta complexidade. Também foi pioneiro na implantação da primeira plataforma de cirurgia robótica de Goiás, com mais de 1.500 procedimentos realizados até o primeiro semestre de 2025. A unidade conta, ainda, com um centro de ensino, que oferece mais de 30 cursos de pós-graduação em saúde e gestão hospitalar, além de formações de curta duração, e com um centro de inovação dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o setor de saúde na região.
Sobre o HMAP
O Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia – Iris Rezende Machado (HMAP) foi inaugurado em dezembro de 2018 e é o maior hospital do Estado feito por uma prefeitura. Administrado pelo Einstein desde junho de 2022, foi construído numa área superior a 17 mil metros quadrados, onde atua com mais de 1.100 colaboradores para o atendimento de casos de alta complexidade, incluindo hemodinâmica e cirurgia bariátrica, além de várias especialidades cirúrgicas e diagnósticas. A estrutura contempla 10 salas de cirurgia e 235 leitos operacionais, sendo 10 de UTI pediátrica, 39 de UTI adulto, 31 de enfermaria pediátrica, e 155 leitos de clínica médica/cirúrgica.
Trata-se da primeira operação de hospital público feita pelo Einstein fora da cidade de São Paulo. Nos primeiros seis meses de gestão, as filas de UTI da unidade foram reduzidas consideravelmente e a capacidade de atendimento dos leitos, dobrada. Já as longas filas de espera para cirurgias eletivas foram diminuídas em menos de um ano, feito alcançado graças a iniciativas como mutirões cirúrgicos, que priorizaram demandas urgentes. Nos primeiros seis meses de gestão Einstein, o tempo de permanência dos pacientes no hospital também foi reduzido de 9,5 para 5 dias. Em relação à mortalidade, em junho de 2022 a taxa era de 15,33% e, seis meses depois, de 3,6%.
Entre janeiro de 2023 e julho de 2024, o HMAP realizou 90% de todos os procedimentos eletivos pelo SUS em Aparecida de Goiânia, levando a cidade ao título de município que mais realiza cirurgias não urgentes pelo SUS. Em 2025, prestes a completar três anos sob gestão Einstein, o hospital obteve a acreditação ONA nível 1, da Organização Nacional de Acreditação - um reconhecimento pela segurança e qualidade da assistência na unidade. No mesmo ano, a UTI do HMAP recebeu o Selo Top Performer 2025, concedido a hospitais que demonstram excelência no cuidado de pacientes em estado crítico.
Sobre o HUGO
O Hospital de Urgências de Goiás - Dr. Valdemiro Cruz (HUGO) foi inaugurado em 1991 e é o segundo maior hospital de urgência e emergência de Goiás. Além da assistência, também é um hospital de ensino, pesquisa e extensão universitária.
Em sua trajetória, se destaca por programas como o de microcirurgia, que realiza procedimentos como reconstituição de órgãos, reparação cirúrgica e reconstrução de membros inferiores, superiores da face e reimplantes. Foi considerado referência no atendimento de acidente vascular cerebral (AVC) com o projeto Angels, implantado em 2022, e reconhecido internacionalmente no socorro a vítimas de AVC isquêmico. O protocolo reduziu em mais de 86% as sequelas de pacientes e em quase 90% o índice de óbitos de vítimas de AVC.
O HUGO possui 387 leitos para internação e um centro cirúrgico com 10 salas. Sob a gestão do Einstein, o hospital continuará realizando atendimento de serviços ambulatoriais e hospitalares 100% regulados para pacientes do SUS.
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