quarta-feira, 25 de março de 2026
Minha Casa, Minha Vida amplia crédito e deve impulsionar mercado imobiliário em Goiás
Novo teto do Minha Casa, Minha Vida amplia crédito e deve impulsionar mercado imobiliário em Goiás
Advogado especialista em mercado imobiliário, Diego Amaral, aponta que mudanças aumentam acesso à casa própria, reduzem juros e aquecem setor habitacional no estado
O reajuste nas faixas de renda e no teto dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), aprovado nesta terça-feira (24) pelo Conselho Curador do FGTS, deve ampliar o acesso à casa própria e provocar novos impactos no mercado imobiliário em Goiás. A avaliação é do advogado especialista em mercado imobiliário, Diego Amaral, que destaca a medida como um avanço importante para a inclusão habitacional.
Com a aprovação, as novas regras elevam o limite de renda das faixas que ficam da seguinte forma:
● Faixa 1: de R$ 2.850 para R$ 3.200;
● Faixa 2: de R$ 4.700 para R$ 5.000;
● Faixa 3: de R$ 8.600 para R$ 9.600;
● Faixa 4: de R$ 12 mil para R$ 13 mil.
Também houve aumento no teto do valor dos imóveis, de R$ 350 mil chega a R$ 400 mil na Faixa 3 e de R$ 500 mil para R$ 600 mil na Faixa 4.
Segundo Diego, a principal mudança prática está na migração de famílias para faixas mais vantajosas. “Essa atualização corrige uma distorção importante causada pelo aumento da renda e da inflação. Muitas famílias que estavam na Faixa 2, por exemplo, agora passam para a Faixa 1, com acesso a juros menores e subsídios maiores, o que torna o financiamento mais viável”, explica.
Mais acesso e crédito facilitado
De acordo com o Ministério das Cidades, cerca de 87,5 mil famílias devem ser beneficiadas em todo o país com a redução das taxas de juros ou inclusão em novas faixas. Para o especialista, o impacto tende a ser significativo em estados como Goiás, onde a demanda por moradia segue elevada.
“Quando você amplia o limite de renda e o valor dos imóveis, você aumenta o número de pessoas aptas a financiar. Isso não só facilita o acesso à moradia, como também movimenta toda a cadeia do mercado imobiliário”, afirma.
Impacto direto em Goiás
O cenário é favorável no estado, que já apresenta crescimento consistente nas políticas habitacionais. Entre 2023 e o início de 2026, Goiás contabiliza mais de 109 mil unidades habitacionais entregues pelo programa, além de 145 mil moradias contratadas, com investimentos de aproximadamente R$ 22 bilhões.
Para o advogado, os novos limites devem potencializar esses números. “Goiás já vive um momento positivo no setor, e essas mudanças chegam para ampliar ainda mais esse crescimento. A tendência é de aumento nos lançamentos e maior facilidade de acesso para diferentes faixas de renda”, pontua.
Teto maior amplia oferta de imóveis
Outro ponto destacado por Diego é o aumento no valor máximo dos imóveis financiáveis, especialmente nas faixas 3 e 4. “Com o teto maior, o comprador passa a ter mais opções no mercado, inclusive em regiões melhor localizadas. Isso melhora não só o acesso à moradia, mas a qualidade dessa moradia”, explica.
Segundo ele, a medida também incentiva construtoras a investirem em novos empreendimentos dentro dessas faixas, ampliando a oferta e gerando empregos.
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