segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Einstein - Novembro Azul: como a tecnologia tem transformado o tratamento do câncer de próstata

Novembro Azul: como a tecnologia tem transformado o tratamento do câncer de próstata O câncer de próstata, em evidência neste mês pela campanha de conscientização Novembro Azul, é o segundo tipo de tumor mais frequente entre os homens no Brasil. A adoção de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de exercícios, não fumar e evitar o consumo excessivo de álcool, contribui para a redução do risco de desenvolver a doença. No entanto, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados cerca de 71,7 mil novos casos por ano da doença no país entre 2023 e 2025. Os exames de rastreamento, como o PSA (antígeno prostático específico) e o toque retal, são fundamentais para identificar alterações suspeitas. Embora o Ministério da Saúde não recomende o rastreamento populacional sistemático, a orientação é que homens com risco elevado, como aqueles com histórico familiar da doença, iniciem a discussão sobre rastreamento com seus médicos a partir dos 45 anos. Para homens com risco médio, essa conversa deve começar aos 50 anos, desde que tenham expectativa de vida superior a dez anos. O diagnóstico definitivo é feito por meio de biópsia da próstata. O tratamento do câncer de próstata é definido de forma personalizada, levando em conta o estágio da doença, a idade do paciente e o estado geral de saúde. De acordo com o oncologista Rodrigo Fogace, do Einstein Goiânia, o tratamento é individualizado e varia conforme a fase da doença. “Nos estágios iniciais, é possível optar por vigilância ativa, cirurgia ou radioterapia. Já em casos mais avançados, o bloqueio hormonal e outras terapias podem garantir controle da doença e qualidade de vida ao paciente”, explica. Entre os avanços mais relevantes está a cirurgia robótica, realizada no Einstein Goiânia com o robô Da Vinci Xi. A tecnologia oferece maior precisão, menor sangramento e recuperação mais rápida, além de reduzir o tempo de internação e o risco de complicações em comparação à cirurgia convencional. Em 2025, 67% das cirurgias robóticas da unidade foram destinadas ao tratamento da próstata. Estudos apontam resultados promissores tanto no controle oncológico quanto na preservação funcional: até 95% dos pacientes mantêm a continência urinária após um ano da cirurgia - e a taxa de cura ultrapassa 97% em casos localizados. Para o especialista, o diagnóstico precoce continua sendo o principal aliado na luta contra o câncer de próstata. “A informação e o acompanhamento médico são essenciais para identificar a doença em fases iniciais e aumentar as chances de cura”, reforça Fogace.

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